Casa Saudável [Parte 3] Geopatia e eletromagnetismo: como eles influenciam seu ambiente e interferem no bem estar

A NOSSA SAÚDE TEM UMA RELAÇÃO DIRETA COM A SAÚDE DA NOSSA CASA.

E seguimos com a série Casa Saudável! No artigo de hoje, a parte 3, vamos tratar sobre geopatia e campos eletromagnéticos, afinal, são elementos quase invisíveis e que têm enorme poder de influência no nosso ambiente. Por consequência, são duas coisas que afetam diretamente nossa saúde.

Vamos entender melhor sobre isso

Afinal, o que é geopatia?

Geopatia como a palavra já nos indica, geo – terra e patia – sofrimento. Isso visto da nossa perspectiva humana, pois as desarmonias de energia ocasionadas por falhas geológicas, rios subterrâneos, reverberação de energias cósmicas no subsolo são nocivas para a nossa saúde.

O nosso campo energético ou a energia que faz nosso corpo funcionar, que emanamos é bastante delicado e sujeito a muitas interações com os campos eletromagnéticos externos que podem ser interações positivas ou negativas. E também precisamos observar que não estamos abordando o assunto num contexto mágico e sim num contexto científico.

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[Parte 2] Casa Saudável – o que é e porque a Biofilia e COV’s são importantes

Harmonizado com piso, parede e cores, este vaso trouxe vida ao ambiente.

Entenda o que é biofilia e COV’s e de como você pode melhorar sua rotina e sua saúde através do ambiente que habita.

Depois de uma visão geral na parte 1 do artigo publicado anteriormente na série Casa Saudável, fizemos uma lista com sete itens para viver com mais qualidade. Eles podem deixar nossa casa mais saudável e por tabela, nossa saúde melhora exponencialmente.

Agora, vamos falar um pouco mais sobre Biofilia e COV’s. Entenda os impactos de cada um e como podemos melhorar nossa relação com o ambiente em que habitamos e incrementar o que é positivo ou minimizar o que é negativo.

Afinal, o que é Biofilia

De um modo livre, podemos definir Biofilia como expressão de amor à vida, à natureza como um todo, incluindo a nossa natureza ou nosso corpo.

Falar sobre amor à natureza é uma tarefa fácil se olharmos intimamente as experiências que tivemos quando criança. Ao deitarmos na grama do quintal para olhar as estrelas e sentir a imensidão nos abraçando, a sensação prazerosa ao pisar com os pés descalços no solo ou na grama, desfrutar do sabor da fruta madura recém-colhida ou mesmo contemplar a flor que nos detém pela sua beleza ao longo do caminho. Tudo isso são ações de Biofilia.

Já no livro Biofilia, Edward O. Wilson, respeitado biólogo americano, enfatiza o vínculo que temos com esse planeta e todas as formas de vida presentes. Ele diz que este vínculo está gravado no nosso DNA e se manifesta na troca de energia que nos equilibra, que nos recarrega de energia. Portanto, o sistema da vida tem um mecanismo maravilhosamente calibrado para funcionar, reparar, equilibrar e harmonizar, desde que saibamos como fazer.

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Casa Saudável – tudo que você precisa saber [Parte 1]

Como obter melhoria da saúde cuidando do seu ambiente.

Lembre-se, vida se nutre de vida, traga a natureza para dentro!

Você não pode ignorar estas dicas simples que vão elevar a  sua qualidade de vida

Uma noite mal dormida, ansiedade, desconforto, dificuldade de concentração podem estar relacionados com a falta de saúde em habitar uma casa saudável.

Saúde da habitação ou casa saudável é um conjunto de fatores mensuráveis que deixam o ambiente onde você passa grande parte do tempo ou doente, indiferente ou pode ser um grande aliado do seu bem estar e saúde.

E é claro que você já matou a primeira charada: quanto mais saudável seu ambiente, melhor para você que convive e se nutre dele.

Nessa artigo, precisei dividi-lo em partes para ficar mais preciso em todas os detalhes sobre este tema tão fascinante, vamos olhar o que pode ser feito para que o ambiente – seja da sua casa e do seu escritório – possa contribuir para a sua qualidade de vida, saúde e bem estar.

Mas, como isso é possível? Você pode estar se perguntando.

A chave de tudo isso está na interação que estabelecemos com o nosso ambiente de muitos modos possíveis.

Casa Saudável e a sua saúde

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Você usaria uma sala secreta no seu local de trabalho?

créditos da imagem: Jeenah Moon for The New York Times

Nos Estados Unidos, esta tal sala secreta  para ambientes corporativos tem sido bastante pedida nos projetos,  aos arquitetos e designers. E, talvez, essa pode ser uma tendência despontando mundialmente.

De acordo com o artigo do The New York Times, publicado em agosto passado, sob o título traduzido de  “Se essas paredes ( e estantes) pudessem falar”, relatando sobre  a tendência e como a existência de uma sala secreta gera  um mistério e  comentário,  com isso chama a atenção para a empresa auxiliando memorização da marca, apoia o trabalho de marketing.http:// https://www.nytimes.com/2019/08/13/business/if-only-these-walls-and-bookcases-could-talk.html

A origem da sala secreta e do espaço de trabalho

No final do século XIX e inicio do XX, surgiu a teoria administrativo/científica do trabalho, elaborada pelo engenheiro mecânico, Frederick W. Taylor que se empenhava em melhorar as técnicas industriais, para melhorar  desempenho e eficiência. Esta teoria ficou conhecida como Taylorismo.

Ela também influenciou enormemente a configuração dos locais laborais. O arranjo de planta dos escritórios lembrava a planta industrial, colocando os postos de trabalho como em uma linha de montagem ou sequencia.

Já nas décadas de 50 e 60 nos Estados Unidos, foram desenvolvidas novas configurações e vários sistemas para uso do espaço corporativo. Estas propostas eram novos olhares para o uso e aproveitamento espacial nos escritórios.

O chamado sistema Bull Pen colocou os cargos de chefia nas periferias dos pavimentos.  Na sequência desta proposta, veio o Single Office, como o nome já diz, escritório individual. Na década de 1960 surgiu o Executive Core, onde as chefias foram para o centro do pavimento.

Após muitos experimentos de melhor uso do espaço, chegou a vez do conhecido Open Plan ou planta livre, sua inovação era a integração e exclusão de paredes.

Paralelamente, na Europa foi a vez do Office Landscape ou escritório panorâmico, sem paredes também e totalmente integrado. Estes dois últimos experimentos foram bastante inovadores para sua época.

Imagine um pavimento inteiro de um edifício de escritórios totalmente integrado, onde todos falam com todos, e esta era a busca pela comunicação fluindo sem barreiras.

Porém, após tantos ensaios e desejo de acertar, viu-se em estudos para análise de desempenho do espaço que a equipe ficava sujeita a muitas distrações, sem conseguir se concentrar.

De lá para cá, muito já se pesquisou sobre este tema e a busca por novas maneiras de tornar o espaço de trabalho mais eficiente, amigável e produtivo.

O cenário atual

Hoje a disrupção é muito presente e com ela vem novos questionamentos. A busca ainda é a mesma de aprimorar o ambiente sob todos os aspectos. Por exemplo,  hoje temos em muitas corporações com salas de descanso, cantos de exercício criativo, espaços com mesas altas para reuniões rápidas, espaços para lazer e coffee shop.

Neste cenário, vemos o surgimento da sala secreta. Elas ficam ocultas de todos os  olhares, pois normalmente estão atrás de estante de livros ou parede móvel. Não dá para saber que estão ali, você precisa saber como abrir essa porta oculta, o que nos remete ao conto de Aladim e o famoso abre-te sésamo!

Esta ideia não é nova, pois as grandes pirâmides já tinham  suas câmaras ou salas secretas, castelos medievais, os games e até no filme Harry Potter. Podemos dizer que elas sempre incitaram a curiosidade e descoberta, consideradas um espaço exclusivo, privativo, silencioso e inusitado, bacana!

Conclusões sobre a tendência das salas secretas

O que temos que perguntar é: se a integração total e a conectividade plena dos nossos dias estão abrindo espaço de novo para o isolamento, ainda que por curto período. Será que a concentração e a sutileza de momentos de profunda criatividade estão cobrando seu espaço?

Talvez neste mundo hiperconectado, estejamos precisando de um pouco de solitude, desejosos de privacidade e esta é uma ótima reflexão. Será que a resposta é termos uma sala secreta? Ou continuar a aposta na integração total dos ambientes de trabalho?

O que você acha?

Deixe seu comentário.

Maitê Orsi

O poder da intenção e o Feng Shui

Quando penso em intenção consigo ver uma clara conexão do nosso desejo e daquilo que queremos realizar, algo que almejamos alcançar, vamos falar de como isso funciona com o Feng Shui.

Intentar é projetar o que desejamos com objetivo é foco de materializar.

O Feng Shui e a Ciência

Já lemos isso no livro “O Segredo”http://www.thesecret.tv que fala sobre o poder da atração, já assistimos isso nos vídeos de Gregg Braden http://www.greggbraden.com sobre o modo correto de orar para atrairmos o que desejamos.

O Ph D Bruce Lipton, http://www.brucelipton.com biólogo e estudioso evolucionário, fala sobre a expressão genética influenciada pelo meio ambiente ou a epigenética.

Veja que o poder da rotina e do ambiente são capazes de modificar expressões do DNA, conforme estudos recentes.

Um outro âmbito que podemos olhar é o da Física Quântica, na intimidade do mundo subatômico, com suas dualidades e incertezas.

A ciência nos dá sempre uma frase sem ponto final, pois conforme avançamos em compreensão e métodos ou mesmo equipamentos para realizar medições, observações, comprovações, vamos revogando o que estava estabelecido por um conhecimento novo, maior e mais completo.

O que o Feng Shui tem a ver com tudo isso?

Temos que olhar para um passado remoto.

Há pelo menos cinco milênios, suas regras para uma vida harmoniosa nos recomendam organizar cores e formas, materiais e objetos para que realmente a vida flua em sua plenitude nos oito campos da vida.

Esses campos representados pelo

Ba Gua são: trabalho, amigos e protetores, criatividade e filhos, relacionamentos, sucesso, prosperidade, família, conhecimento.

No centro do Ba Gua que é um octógono ou figura de oito lados, temos equilíbrio e saúde. Este centro é o resultado dos oito Guas ou lados, que representam os oito campos de atividade humana.

Nada mais lógico, pois quando tudo flui, nos oito campos, a saúde e equilíbrio estarão bem como resultado de uma vida sem stress e fluente.

Suas regras e conhecimento nos indicam modos de intervir no ambiente para que ele possa nos trazer um constante estímulo para que possamos alcançar nossos objetivos de vida plena.

O que é cura no Feng Shui

A ação de intervir no ambiente com um objeto, material, cor ou mesmo modificação é a chamada cura do Feng shui.

O que deve ser curado é alguma anomalia geométrica no espaço ou algo que esteja discordante dos elementos do Ba Gua e por conseguinte, drenando energia dos objetivos de harmonização.

A cura é sempre acompanhada de um ritual onde o importante é colocar a intenção de que ela se materialize, para que a vida se manifeste harmoniosa, em um ou vários oito campos de atividade.

A intenção é um desejo formulado, relembrado constantemente pela cura aplicada no ambiente que trabalhará no nosso inconsciente auxiliando a manifestação deste desejo.

A frase diz: O universo conspira sempre a favor!

O Poder da intenção é reconhecido há mais de cinco mil anos, no Feng Shui, exaltando o poder da nossa vontade, nos tornado parte integrante e responsável pela nossa felicidade. E enaltecendo a interação continua da matéria e energia, do interior e exterior, tal como a física quântica nos revela nas relações entre partículas que nos compõe, que compõe nossos ambientes e até os confins do universo: Tudo está conectado.

Cuidar bem do nosso ambiente, tornando-o um aliado para termos uma vida melhor sempre é muito fácil e oportuno através do desejo que é o poder da vontade.

Para saber mais:

www.fengshuidesigns.com      

www.lilian-too.com

O inverno chegou! A idéia de aquecer nosso lar nos remete ao Hygge, (a pronuncia é ríuga).

Já falamos sobre essa magia capaz de dar a nossa casa o valor de lar, o melhor lugar do mundo ou o oásis de paz e conforto.

Estar entre as coisas que amamos, com conforto e aquela sensação de sentir-se abraçada pelo ambiente, objetos, móveis, cores iluminação, tudo cantando em coro: seja bem-vinda, este é o seu lugar!

Pois é, esse também é o conceito de lar, de ter conteúdo, de qualidade de vida que tem sua expressão levada ao limite. Decoração e design de Interiores são capazes de interpretar e materializar essas sensações que nos trazem conforto.

Hygge, mas afinal o que é isso?

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Afinal de contas, o que é tendência em Design de Interiores? Ela serve para você?

Já aconteceu de você gostar de uma cor ou objeto e se perguntar se isto está na moda, se é atual, se faz parte do conjunto de tendências de decoração?

Pois é, este é um dilema para muitos! Tendência na decoração deixa muita gente confusa.

Primeiro, olhando para o que é tendência por definição, temos uma previsão que é feita com um conjunto de pesquisas de comportamento de diversos grupos de pessoas e em áreas diversas, para indicar os caminhos para a próxima estação, o próximo ano ou o próximo período.

Há um numero imenso de institutos mundo afora que passam o tempo todo tabulando dados e observando o “astral” ou o “mood” para compilar tudo resumindo em tendências de estilo e anunciar o conjunto que regerá o próximo ano ou período.

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A disrupção no imóvel próprio e o mercado de trabalho para designers de interiores em residências ou apartamentos num futuro próximo.

Adoro iniciar uma conversa sobre mudanças com a afirmação do I Ching: A única verdade é a mudança.

A ideia da imobilidade que dá segurança é uma criação humana pois desde a menor partícula do átomo até o macro cosmo, tufo está em constante movimento.

Mas nesse artigo vamos falar sobre disrrupção. Esse conceito é bastante recente e vem atormentando empresas, profissionais e negócios em geral.

Sua acepção na teoria dos negócios é que na inovação disruptiva, se criam novos valores, conceitos e network, com base na revogação do estabelecido e aceito.

Li uma afirmação de que se o Uber substituiu o sonho de ter seu próprio carro, o co-living substituirá o sonho de ter a casa própria, o coworking ou compartilhar de um mesmo espaço de trabalho, por profissionais de áreas diversas, acabará com os escritórios de uma empresa somente.

O Airbnb, que revolucionou o espaço de hospedagem e tantos outros exemplos são todos cases de disrrupção, onde havia uma grande necessidade ou demanda reprimida e essas startups na época foram tomando o seu espaço graças ao atendimento dessas necessidades.

Primeiro temos que olhar a disrrupção, como um ato que procura um atalho para a implantação de uma solução não convencional para solucionar questões que já se apresentavam como demanda reprimida no mercado ou sistema e claro não eram atendidas pelo que estava oferecido. Temos aí que considerar fatos como: o mercado foi atendido pelo Uber onde uma pessoa que tenha seu próprio carro possa trabalhar com ele num sistema bastante estruturado e assim mesmo não tendo um táxi, ela pode fazer esse serviço, com conveniências de uma atividade profissional.

Neste exemplo do Uber, acredito que os Táxis tenham demorado para implantar inovações como pagar a corrida sem tocar em papel moeda, chamar o táxi pelo aplicativo. Por isso tudo que vimos, em termos de facilidades criadas e demora de inovar dos táxis, se deu o espaço para o Uber surgir como um disruptor.

A pergunta é: o Uber acabou com o taxi, ou como se diz na afirmação inicial com o sonho de comprar o carro próprio, a resposta é não!

Aí nessa esteira temos o Kindle, ou livro digital que surgiu com a profecia de acabar com o livro de papel.

Aconteceu?

Não, nesse caso o Kindle é que atualmente está moribundo!

Estamos em tempos diferentes e com isso vivemos soluções diferentes, mas propagar o fim do projeto de interiores residencial ainda me parece muito prematuro pois de toda forma para se estabelecer uma implantação de móveis, objetos, funções, mood, ainda se faz necessária a presença de um profissional seja para um imóvel, próprio, alugado ou compartilhado.

Como diria Z.Bauman, de Os tempos líquidos, as regras estabelecidas mudam, não são tão perenes quanto antes, o mindset também rapidamente muda, mas é preciso observar que muitas empresas que se firmaram na disrrupção, atendem um público específico, estão convivendo com o mercado que podemos chamar de tradicional e elas não foram capazes de per si alterar um mindset mas esses modelos de negócio trouxeram inovação e não uma revolução total. Resumindo, o Uber não exterminou o Táxi, o Airbnb não fechou todos os hotéis, o Kindle não matou o livro, mas já moribundo deu mais valor ao livro e serviu de reflexão para que as pessoas valorizassem o cheirinho de papel o manusear um livro impresso e a maneira de se ler.

Para concluir, acredito que o co-living será mais uma opção ou oportunidade para um público específico. A ideia de ter uma casa, seu próprio espaço, com atendimento em suas particularidades não será abandonada tão cedo.

O mercado imobiliário é um mercado muito flexível e rápido, sendo assim ele atende com mais facilidade as mudanças de demanda e mudanças de público. Historicamente desde de a antiguidade se busca ter espaço para se poder viver com as suas necessidades atendidas e além disso o mercado não se extinguirá para o serviço de interiores residenciais, ainda que fosse em tese o apogeu do co-living, as necessidades ainda continuariam por serem atendidas em forma, função e atmosfera, por que o lugar que se habita independente de dimensões, tem sempre a função de atender ao ser humano que por si só é um indivíduo único.

Na minha reflexão vejo vida longa para esse mercado de projeto de interiores residenciais, enriquecido de muitas variáveis possíveis como a do co-living, claro, mas talvez a previsão da mudança inexorável não venha se materializar tão cedo.

Maitê Orsi

Links para saber mais:

I Ching : https://www.amazon.com.br/gp/aw/s//ref=mw_dp_a_s?ie=UTF8&i=books&k=Richard+Wilhelm+%28org.%29

Zigmunt Bauman: https://www.amazon.com/kindleauthor/ref=mw_dp_a_ap?-dbs/_encoding=UTF8&author=Zygmunt%20Bauman&searchAlias=books&asin=B000APS9V2

Disrrupção: https://www.amazon.com.br/Disrup%C3%A7%C3%A3o-inova%C3%A7%C3%A3o-Jeff-Howe/dp/8550801909?tag=goog0ef-20&smid=A1ZZFT5FULY4LN&ascsubtag=go_726685122_54292137521_242594579893_pla-441406674668_m_#aw-udpv3-customer-reviews_feature_div

10 regras de ouro para a escolha de acessórios para a sua sala.

Você já passou pelo dilema de olhar para um móvel na sua sala e pensar:

Ah, falta uma peça aqui, mas o que seria? Tem que combinar, tem que enriquecer o ambiente, mas o que poderia ser?

Os acessórios podem ser vasos, objetos, quadros, mesas de composição, almofadas, tapete e até luminárias, a escolha deve ser cuidadosa.

Para acertar vamos as 10 regras de ouro para a escolha de acessórios:

1-Escala: se você tem uma sala pequena, os móveis e objetos deverão seguir essa escala, não invista em peças grandes.

2-Atmosfera/mood ou estilo: Se sua sala é clássica/tradicional a moderação é necessária, invista em peças que pertençam ao estilo, veja que objetos clássicos compõe facilmente um ambiente clássico, mas uma peça contemporânea/moderna será difícil de se harmonizar.

3-Quantidade: Quantas peças devo colocar? Se você gosta de viver em ambiente clean, aqueles com o número mínimo de peças, terá que ser poucas peças e de muita qualidade. Aqui vale pensar em ícones do design por exemplo.

Porém, se você gosta de ambiente com muitas peças, com lugares todos preenchidos, vale pensar em mais peças.

Não há uma quantidade fixa, vai depender do que o ambiente oferece e comporta.

4-Cor: Essa escolha vai depender do item 2 ou estilo. Se for uma sala Clássica, a paleta de bege, marrons e creme vão ficar muito apropriadas.

Mas se o estilo for moderno, pode ousar mais em cores vibrantes, mas todo cuidado é pouco, a mistura de cores precisa ter harmonia. Por exemplo, escolhi para o sofá cinza, almofadas vermelhas. Ótimo, o vermelho vai comandar a escolha das outras cores.

Os acessórios podem trazer mais personalidade e dar o toque de cor para ambientes em tons neutros ou ainda neutralizar cores dominantes.

5-Harmonia: As peças recém escolhidas tem que combinar, se harmonizar com o que está no ambiente. Harmonia é um modo sútil de dizer que tudo está certo, desde a cor, escala, mood, entre todas as peças. É o diálogo amigável entre tudo que está no ambiente sem confusão.

6-Material: O material expressa muito do estilo ou mood, para ambientes clássicos os metais envelhecidos, tons dourados ficam bem mas no contemporâneo os metais como aço inox, ficam mais harmonizados. A variedade de possibilidades é enorme, o vidro, a resina, cerâmica e tantas outras opções de escolha porém lembre-se que para colocar o objeto dependerá de harmonia.

7-Plantas: São consideradas neutras, seja no estilo clássico ou no contemporâneo, elas farão bela presença, atenção para os vasos ou peças onde elas estão colocadas ou plantadas, essas peças devem se harmonizar com o mobiliário.

8-Respeito ao layout: é uma referência à forma de disposição dos móveis em planta, mas diz respeito às áreas de circulação, não coloque nada que obstrua a passagem. Pequenos móveis ou vasos no lugar errado podem ter um grande potencial de criar nervosismo para quem circula entre eles, claro ninguém gosta de bater em móveis mal colocados.

9-Cantos: Os cantos do ambiente devem ser suavizados, vasos, luminárias de chão, esculturas.

No caso de uso de plantas naturais não se pode esquecer de escolher plantas que se adaptem bem ao interior dispo-las perto de entrada da luz natural.

10-Ponto focal: Podemos com os acessórios criar pontos de interesse no ambiente, ele podem ser responsáveis pelo convite ao olhar com atenção.

Certamente, os ambientes ficam mais belos quando temos as regras e a elaboração necessária. A ousadia pode fazer parte da escolha dos acessórios mas muito cuidado pois pode ser que esse contraste ousado ou escala maior do objeto possam criar uma desarmonia e colocar tudo a perder.

Lembre-se o conjunto vale mais do que a peça em si.

Dica bônus: Os acessórios podem variar de acordo com a estação. A primavera pede flores frescas e descontratação, o outono e inverno pedem por aconchego, o verão clama por frescor. Tirar proveito de cada detalhe renovará a atmosfera do ambiente, as possibilidades são ilimitadas e sem mover uma peça do mobiliário poderá ter um visual totalmente renovado!

Maitê Orsi

Se você ama as cores, leia isso.


Porque recomendo a leitura do livro Psicologia das Cores.

Lembram-se que postei uma série no Facebook chamada Azul a cor preferida da maioria? Essa informação veio do livro Psicologia das Cores de Eva Heller (1948-2008) socióloga e psicóloga pela universidade de Berlin. Link: https://www.facebook.com/maiteorsidesign

Imagine que há 27 páginas tratando somente sobre o azul e suas relações com emoção, cultura, história entre outros. Assim como temos o azul em foco, há um capítulo específico para cada uma das outras 12 cores também! Esse livro é o resultado de uma pesquisa feita com 2.000 pessoas de varias profissões na Alemanha e conforme as notas da autora na primeira edição deste livro a cor preferida da maioria era o vermelho, mas as preferências mudam realmente dependendo do contexto e de tempos em tempos Veja o exemplo de produção de efeitos diferentes: “Um mesmo tom vermelho pode ser erótico ou chocante, inoportuno ou nobre.” No livro, a autora fez atualizações neste item da pesquisa de “Cor Preferida da Maioria”.

Na pág. 59 temos: “A cor da felicidade”, representada pelo trio ouro, vermelho e verde, significando dinheiro-amor-saúde. Isso é a felicidade, como exemplo o capítulo vai mostrar as diferenças culturais tais como na China a noiva se casa de vestido vermelho e não branco como é usual no ocidente.

O livro aborda de modo sistemático a relação entre as cores e os nossos sentimentos, efeitos provocados, usos, como as associamos em combinar ou não combinar uma cor com outra. Além disso, as cores estão profundamente enraizadas na nossa linguagem e, por isso, a autora incluiu um conjunto de provérbios, ditados populares e expressões idiomáticas relativas às cores. Realmente algo muito interessante!

A abordagem é bastante diversa, abrange um olhar muito detalhado em âmbitos socioculturais, políticos, religiosos e pode ser muito útil para profissionais que usam a cor como recurso e fundamento, como profissionais do design, moda, interiores, arquitetura, publicidade, terapeutas e, claro, para aqueles que amam o assunto.

Recomendo a leitura!

Autora: Eva Heller               

A psicologia das cores -Como as cores afetam a emoção e a razão.

(Editora Gustavo Gili, 2007) Sexta impressão em 2016.

Onde vc encontra: