O poder da intenção e o Feng Shui

Quando penso em intenção consigo ver uma clara conexão do nosso desejo e daquilo que queremos realizar, algo que almejamos alcançar, vamos falar de como isso funciona com o Feng Shui.

Intentar é projetar o que desejamos com objetivo é foco de materializar.

O Feng Shui e a Ciência

Já lemos isso no livro “O Segredo”http://www.thesecret.tv que fala sobre o poder da atração, já assistimos isso nos vídeos de Gregg Braden http://www.greggbraden.com sobre o modo correto de orar para atrairmos o que desejamos.

O Ph D Bruce Lipton, http://www.brucelipton.com biólogo e estudioso evolucionário, fala sobre a expressão genética influenciada pelo meio ambiente ou a epigenética.

Veja que o poder da rotina e do ambiente são capazes de modificar expressões do DNA, conforme estudos recentes.

Um outro âmbito que podemos olhar é o da Física Quântica, na intimidade do mundo subatômico, com suas dualidades e incertezas.

A ciência nos dá sempre uma frase sem ponto final, pois conforme avançamos em compreensão e métodos ou mesmo equipamentos para realizar medições, observações, comprovações, vamos revogando o que estava estabelecido por um conhecimento novo, maior e mais completo.

O que o Feng Shui tem a ver com tudo isso?

Temos que olhar para um passado remoto.

Há pelo menos cinco milênios, suas regras para uma vida harmoniosa nos recomendam organizar cores e formas, materiais e objetos para que realmente a vida flua em sua plenitude nos oito campos da vida.

Esses campos representados pelo

Ba Gua são: trabalho, amigos e protetores, criatividade e filhos, relacionamentos, sucesso, prosperidade, família, conhecimento.

No centro do Ba Gua que é um octógono ou figura de oito lados, temos equilíbrio e saúde. Este centro é o resultado dos oito Guas ou lados, que representam os oito campos de atividade humana.

Nada mais lógico, pois quando tudo flui, nos oito campos, a saúde e equilíbrio estarão bem como resultado de uma vida sem stress e fluente.

Suas regras e conhecimento nos indicam modos de intervir no ambiente para que ele possa nos trazer um constante estímulo para que possamos alcançar nossos objetivos de vida plena.

O que é cura no Feng Shui

A ação de intervir no ambiente com um objeto, material, cor ou mesmo modificação é a chamada cura do Feng shui.

O que deve ser curado é alguma anomalia geométrica no espaço ou algo que esteja discordante dos elementos do Ba Gua e por conseguinte, drenando energia dos objetivos de harmonização.

A cura é sempre acompanhada de um ritual onde o importante é colocar a intenção de que ela se materialize, para que a vida se manifeste harmoniosa, em um ou vários oito campos de atividade.

A intenção é um desejo formulado, relembrado constantemente pela cura aplicada no ambiente que trabalhará no nosso inconsciente auxiliando a manifestação deste desejo.

A frase diz: O universo conspira sempre a favor!

O Poder da intenção é reconhecido há mais de cinco mil anos, no Feng Shui, exaltando o poder da nossa vontade, nos tornado parte integrante e responsável pela nossa felicidade. E enaltecendo a interação continua da matéria e energia, do interior e exterior, tal como a física quântica nos revela nas relações entre partículas que nos compõe, que compõe nossos ambientes e até os confins do universo: Tudo está conectado.

Cuidar bem do nosso ambiente, tornando-o um aliado para termos uma vida melhor sempre é muito fácil e oportuno através do desejo que é o poder da vontade.

Para saber mais:

www.fengshuidesigns.com      

www.lilian-too.com

O inverno chegou! A idéia de aquecer nosso lar nos remete ao Hygge, (a pronuncia é ríuga).

Já falamos sobre essa magia capaz de dar a nossa casa o valor de lar, o melhor lugar do mundo ou o oásis de paz e conforto.

Estar entre as coisas que amamos, com conforto e aquela sensação de sentir-se abraçada pelo ambiente, objetos, móveis, cores iluminação, tudo cantando em coro: seja bem-vinda, este é o seu lugar!

Pois é, esse também é o conceito de lar, de ter conteúdo, de qualidade de vida que tem sua expressão levada ao limite. Decoração e design de Interiores são capazes de interpretar e materializar essas sensações que nos trazem conforto.

Hygge, mas afinal o que é isso?

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Afinal de contas, o que é tendência em Design de Interiores? Ela serve para você?

Já aconteceu de você gostar de uma cor ou objeto e se perguntar se isto está na moda, se é atual, se faz parte do conjunto de tendências de decoração?

Pois é, este é um dilema para muitos! Tendência na decoração deixa muita gente confusa.

Primeiro, olhando para o que é tendência por definição, temos uma previsão que é feita com um conjunto de pesquisas de comportamento de diversos grupos de pessoas e em áreas diversas, para indicar os caminhos para a próxima estação, o próximo ano ou o próximo período.

Há um numero imenso de institutos mundo afora que passam o tempo todo tabulando dados e observando o “astral” ou o “mood” para compilar tudo resumindo em tendências de estilo e anunciar o conjunto que regerá o próximo ano ou período.

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A disrupção no imóvel próprio e o mercado de trabalho para designers de interiores em residências ou apartamentos num futuro próximo.

Adoro iniciar uma conversa sobre mudanças com a afirmação do I Ching: A única verdade é a mudança.

A ideia da imobilidade que dá segurança é uma criação humana pois desde a menor partícula do átomo até o macro cosmo, tufo está em constante movimento.

Mas nesse artigo vamos falar sobre disrrupção. Esse conceito é bastante recente e vem atormentando empresas, profissionais e negócios em geral.

Sua acepção na teoria dos negócios é que na inovação disruptiva, se criam novos valores, conceitos e network, com base na revogação do estabelecido e aceito.

Li uma afirmação de que se o Uber substituiu o sonho de ter seu próprio carro, o co-living substituirá o sonho de ter a casa própria, o coworking ou compartilhar de um mesmo espaço de trabalho, por profissionais de áreas diversas, acabará com os escritórios de uma empresa somente.

O Airbnb, que revolucionou o espaço de hospedagem e tantos outros exemplos são todos cases de disrrupção, onde havia uma grande necessidade ou demanda reprimida e essas startups na época foram tomando o seu espaço graças ao atendimento dessas necessidades.

Primeiro temos que olhar a disrrupção, como um ato que procura um atalho para a implantação de uma solução não convencional para solucionar questões que já se apresentavam como demanda reprimida no mercado ou sistema e claro não eram atendidas pelo que estava oferecido. Temos aí que considerar fatos como: o mercado foi atendido pelo Uber onde uma pessoa que tenha seu próprio carro possa trabalhar com ele num sistema bastante estruturado e assim mesmo não tendo um táxi, ela pode fazer esse serviço, com conveniências de uma atividade profissional.

Neste exemplo do Uber, acredito que os Táxis tenham demorado para implantar inovações como pagar a corrida sem tocar em papel moeda, chamar o táxi pelo aplicativo. Por isso tudo que vimos, em termos de facilidades criadas e demora de inovar dos táxis, se deu o espaço para o Uber surgir como um disruptor.

A pergunta é: o Uber acabou com o taxi, ou como se diz na afirmação inicial com o sonho de comprar o carro próprio, a resposta é não!

Aí nessa esteira temos o Kindle, ou livro digital que surgiu com a profecia de acabar com o livro de papel.

Aconteceu?

Não, nesse caso o Kindle é que atualmente está moribundo!

Estamos em tempos diferentes e com isso vivemos soluções diferentes, mas propagar o fim do projeto de interiores residencial ainda me parece muito prematuro pois de toda forma para se estabelecer uma implantação de móveis, objetos, funções, mood, ainda se faz necessária a presença de um profissional seja para um imóvel, próprio, alugado ou compartilhado.

Como diria Z.Bauman, de Os tempos líquidos, as regras estabelecidas mudam, não são tão perenes quanto antes, o mindset também rapidamente muda, mas é preciso observar que muitas empresas que se firmaram na disrrupção, atendem um público específico, estão convivendo com o mercado que podemos chamar de tradicional e elas não foram capazes de per si alterar um mindset mas esses modelos de negócio trouxeram inovação e não uma revolução total. Resumindo, o Uber não exterminou o Táxi, o Airbnb não fechou todos os hotéis, o Kindle não matou o livro, mas já moribundo deu mais valor ao livro e serviu de reflexão para que as pessoas valorizassem o cheirinho de papel o manusear um livro impresso e a maneira de se ler.

Para concluir, acredito que o co-living será mais uma opção ou oportunidade para um público específico. A ideia de ter uma casa, seu próprio espaço, com atendimento em suas particularidades não será abandonada tão cedo.

O mercado imobiliário é um mercado muito flexível e rápido, sendo assim ele atende com mais facilidade as mudanças de demanda e mudanças de público. Historicamente desde de a antiguidade se busca ter espaço para se poder viver com as suas necessidades atendidas e além disso o mercado não se extinguirá para o serviço de interiores residenciais, ainda que fosse em tese o apogeu do co-living, as necessidades ainda continuariam por serem atendidas em forma, função e atmosfera, por que o lugar que se habita independente de dimensões, tem sempre a função de atender ao ser humano que por si só é um indivíduo único.

Na minha reflexão vejo vida longa para esse mercado de projeto de interiores residenciais, enriquecido de muitas variáveis possíveis como a do co-living, claro, mas talvez a previsão da mudança inexorável não venha se materializar tão cedo.

Maitê Orsi

Links para saber mais:

I Ching : https://www.amazon.com.br/gp/aw/s//ref=mw_dp_a_s?ie=UTF8&i=books&k=Richard+Wilhelm+%28org.%29

Zigmunt Bauman: https://www.amazon.com/kindleauthor/ref=mw_dp_a_ap?-dbs/_encoding=UTF8&author=Zygmunt%20Bauman&searchAlias=books&asin=B000APS9V2

Disrrupção: https://www.amazon.com.br/Disrup%C3%A7%C3%A3o-inova%C3%A7%C3%A3o-Jeff-Howe/dp/8550801909?tag=goog0ef-20&smid=A1ZZFT5FULY4LN&ascsubtag=go_726685122_54292137521_242594579893_pla-441406674668_m_#aw-udpv3-customer-reviews_feature_div

10 regras de ouro para a escolha de acessórios para a sua sala.

Você já passou pelo dilema de olhar para um móvel na sua sala e pensar:

Ah, falta uma peça aqui, mas o que seria? Tem que combinar, tem que enriquecer o ambiente, mas o que poderia ser?

Os acessórios podem ser vasos, objetos, quadros, mesas de composição, almofadas, tapete e até luminárias, a escolha deve ser cuidadosa.

Para acertar vamos as 10 regras de ouro para a escolha de acessórios:

1-Escala: se você tem uma sala pequena, os móveis e objetos deverão seguir essa escala, não invista em peças grandes.

2-Atmosfera/mood ou estilo: Se sua sala é clássica/tradicional a moderação é necessária, invista em peças que pertençam ao estilo, veja que objetos clássicos compõe facilmente um ambiente clássico, mas uma peça contemporânea/moderna será difícil de se harmonizar.

3-Quantidade: Quantas peças devo colocar? Se você gosta de viver em ambiente clean, aqueles com o número mínimo de peças, terá que ser poucas peças e de muita qualidade. Aqui vale pensar em ícones do design por exemplo.

Porém, se você gosta de ambiente com muitas peças, com lugares todos preenchidos, vale pensar em mais peças.

Não há uma quantidade fixa, vai depender do que o ambiente oferece e comporta.

4-Cor: Essa escolha vai depender do item 2 ou estilo. Se for uma sala Clássica, a paleta de bege, marrons e creme vão ficar muito apropriadas.

Mas se o estilo for moderno, pode ousar mais em cores vibrantes, mas todo cuidado é pouco, a mistura de cores precisa ter harmonia. Por exemplo, escolhi para o sofá cinza, almofadas vermelhas. Ótimo, o vermelho vai comandar a escolha das outras cores.

Os acessórios podem trazer mais personalidade e dar o toque de cor para ambientes em tons neutros ou ainda neutralizar cores dominantes.

5-Harmonia: As peças recém escolhidas tem que combinar, se harmonizar com o que está no ambiente. Harmonia é um modo sútil de dizer que tudo está certo, desde a cor, escala, mood, entre todas as peças. É o diálogo amigável entre tudo que está no ambiente sem confusão.

6-Material: O material expressa muito do estilo ou mood, para ambientes clássicos os metais envelhecidos, tons dourados ficam bem mas no contemporâneo os metais como aço inox, ficam mais harmonizados. A variedade de possibilidades é enorme, o vidro, a resina, cerâmica e tantas outras opções de escolha porém lembre-se que para colocar o objeto dependerá de harmonia.

7-Plantas: São consideradas neutras, seja no estilo clássico ou no contemporâneo, elas farão bela presença, atenção para os vasos ou peças onde elas estão colocadas ou plantadas, essas peças devem se harmonizar com o mobiliário.

8-Respeito ao layout: é uma referência à forma de disposição dos móveis em planta, mas diz respeito às áreas de circulação, não coloque nada que obstrua a passagem. Pequenos móveis ou vasos no lugar errado podem ter um grande potencial de criar nervosismo para quem circula entre eles, claro ninguém gosta de bater em móveis mal colocados.

9-Cantos: Os cantos do ambiente devem ser suavizados, vasos, luminárias de chão, esculturas.

No caso de uso de plantas naturais não se pode esquecer de escolher plantas que se adaptem bem ao interior dispo-las perto de entrada da luz natural.

10-Ponto focal: Podemos com os acessórios criar pontos de interesse no ambiente, ele podem ser responsáveis pelo convite ao olhar com atenção.

Certamente, os ambientes ficam mais belos quando temos as regras e a elaboração necessária. A ousadia pode fazer parte da escolha dos acessórios mas muito cuidado pois pode ser que esse contraste ousado ou escala maior do objeto possam criar uma desarmonia e colocar tudo a perder.

Lembre-se o conjunto vale mais do que a peça em si.

Dica bônus: Os acessórios podem variar de acordo com a estação. A primavera pede flores frescas e descontratação, o outono e inverno pedem por aconchego, o verão clama por frescor. Tirar proveito de cada detalhe renovará a atmosfera do ambiente, as possibilidades são ilimitadas e sem mover uma peça do mobiliário poderá ter um visual totalmente renovado!

Maitê Orsi

Se você ama as cores, leia isso.


Porque recomendo a leitura do livro Psicologia das Cores.

Lembram-se que postei uma série no Facebook chamada Azul a cor preferida da maioria? Essa informação veio do livro Psicologia das Cores de Eva Heller (1948-2008) socióloga e psicóloga pela universidade de Berlin. Link: https://www.facebook.com/maiteorsidesign

Imagine que há 27 páginas tratando somente sobre o azul e suas relações com emoção, cultura, história entre outros. Assim como temos o azul em foco, há um capítulo específico para cada uma das outras 12 cores também! Esse livro é o resultado de uma pesquisa feita com 2.000 pessoas de varias profissões na Alemanha e conforme as notas da autora na primeira edição deste livro a cor preferida da maioria era o vermelho, mas as preferências mudam realmente dependendo do contexto e de tempos em tempos Veja o exemplo de produção de efeitos diferentes: “Um mesmo tom vermelho pode ser erótico ou chocante, inoportuno ou nobre.” No livro, a autora fez atualizações neste item da pesquisa de “Cor Preferida da Maioria”.

Na pág. 59 temos: “A cor da felicidade”, representada pelo trio ouro, vermelho e verde, significando dinheiro-amor-saúde. Isso é a felicidade, como exemplo o capítulo vai mostrar as diferenças culturais tais como na China a noiva se casa de vestido vermelho e não branco como é usual no ocidente.

O livro aborda de modo sistemático a relação entre as cores e os nossos sentimentos, efeitos provocados, usos, como as associamos em combinar ou não combinar uma cor com outra. Além disso, as cores estão profundamente enraizadas na nossa linguagem e, por isso, a autora incluiu um conjunto de provérbios, ditados populares e expressões idiomáticas relativas às cores. Realmente algo muito interessante!

A abordagem é bastante diversa, abrange um olhar muito detalhado em âmbitos socioculturais, políticos, religiosos e pode ser muito útil para profissionais que usam a cor como recurso e fundamento, como profissionais do design, moda, interiores, arquitetura, publicidade, terapeutas e, claro, para aqueles que amam o assunto.

Recomendo a leitura!

Autora: Eva Heller               

A psicologia das cores -Como as cores afetam a emoção e a razão.

(Editora Gustavo Gili, 2007) Sexta impressão em 2016.

Onde vc encontra:

Escritório com critério- 1

Como tornar seu espaço de trabalho mais produtivo e funcional!

Vamos dar um voo geral sobre o mundo corporativo. Os tempos estão constantemente mudando e os escritórios acompanham! Hoje, o espaço de trabalho é mais interativo, descontraído com disciplina, buscando incorporar valores que antes eram desconsiderados, tais como interação, integração e maior flexibilidade para a mesa de trabalho. A natureza ganha espaço. Muitos valores estão sendo acrescentados para uma melhor condição de trabalho com qualidade que impulsiona a produtividade.

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Coffee table + coffee table book = resultados surpreendentes!

Equação para receber com bom gosto!
Nessa matemática temos os seguintes termos:
_coffee table que é a nossa boa e conhecida mesa de centro da sala de estar e o
_coffee table book, aquele livro de capa dura, grande formato, ricamente ilustrado com belas fotos e geralmente tratando de um assunto específico. Continue lendo “Coffee table + coffee table book = resultados surpreendentes!”