Você sabia que o estilo clássico pode retornar como tendência para 2020?

Porquê usamos e abusamos do estilo retrô em pleno século XXI? Hoje vivemos no futuro ou no passado?

Piso de mármore, moveis de estilo, lustre de cristal. A opulência e simetria combinadas.

No estilo de um ambiente, ou seja, como ele foi pensado, seja ele clássico, vintage ou retrô, ou outro, estamos falando de modos estilísticos gerados em tempos passados, ou seja ao adentramos um ambiente em estilo conforme citado, voltamos instantaneamente ao passado ou na sua época de criação, isto ocorre como em uma viagem no tempo. 

Uma pergunta verdadeiramente intrigante é porque hoje, em pleno século XXI, voltamos nosso olhar para o clássico, ou para o passado e este estilo é novamente tendência?

Vamos analisar e questionar porque, entender e observar este comportamento num gostoso exercício de análise. 

Vamos entender porque todas as vezes que ansiamos pela tradição, há um contexto de incerteza e forte sensação momentos de turbulência e isto motiva a busca por referências que tragam segurança.

Conhecendo melhor o estilo clássico:

O período clássico refere-se ao século IV e V a.c., marcado pelas colunas e volutas, molduras e arremates características da Grécia antiga.

Linhas clássicas são simétricas, (equilíbrio geométrico na composição de peças, geralmente deixando um lado igual ao outro) remetem à sofisticação, trazem a sua herança antiga greco-romana e que ao longo do tempo foi enriquecida pelas decorações inglesas e francesas, e que foram renovando e incorporando outros detalhes ao estilo que hoje chamamos de clássico. 

Muitos lustres de cristal, móveis imponentes, mármore no piso, cortinas longas em veludo ou brocado, prataria e cristais, abajures e flores pelo ambiente, assim se apresenta o ambiente clássico. Há sempre um clima de sofisticação festiva marcante, além da opulência e riqueza que deseja expressar visualmente.

O Vintage e o Retrô 

Já o estilo a que chamamos vintage, consagra o século XX como sua grande referência, com as revoluções que houveram no design de móveis, as peças como a poltronas do casal Charles e Ray Eames ou a poltrona Barcelona, tornaram-se ícones do design e de elegância e bom gosto. Peças autênticas ou seja feitas nas décadas de 20,30,40,50, ate os anos 90 são cultuadas como representação da época.

Hoje são chamadas de clássicos do design e muitos moveis ganharam este status.

Já o chamado estilo retrô, olha para o passado com admiração, usa os elementos dele como se fossem a sua bandeira de bom-gosto mas usa o estilo passado com peças produzidas hoje como cópias deste admirado passado.

Este passeio no tempo, do clássico, passando pelo século 20 nestes clássicos do design que  também acabaram sendo considerados atemporais, ou seja aquilo que não sai de moda, que cabem na definição de um clássico.

Seria uma hesitação em relação ao futuro?

Enfim, estamos em pleno século XXI mas me parece que olhando para o futuro com hesitação. Só lembrando que nas décadas passadas falávamos nesta década que estamos de modo a que materializasse nossas expectativas sobre o futuro idealizado.

Realmente hoje a tecnologia nos traz inovações em todos os aspectos, tornando os materiais mais práticos e versáteis, ela está presente em tudo de simples dispositivos como nossos fones de ouvido até RA ou realidade aumentada ou IA ou inteligência artificial, empresta um design avançado e inovador. 

Até em um estilo clássico ou retrô, que trazem uma estética de antiguidade, a tecnologia estará embarcada nos dias de hoje, com a exceção de peças originais e autenticas antiguidades.

Porém a estética do antigo hoje, fala muito de nossos sentimentos e emoções mas sobretudo de medo ou incerteza e é este o ponto que queremos entender. Claramente a escolha pelo estilo do passado, opulento, requintado será uma busca pela segurança aparente, um refúgio para tempos de incerteza?

Vamos falar mais em detalhes sobre isto que parece ser a peça chave deste questionamento.

No design de interiores se busca No geral, uma série de qualidades para dar ao espaço todos os recursos esperados e hoje as pessoas esperam ter conforto, buscam uma elegância atemporal, não especificamente a do clássico, pois as tendências do momento, ou do ano, são fugazes e talvez uma linguagem contemporânea não expressará a segurança almejada.

Há uma opção de estilo que não seja o clássico?

Com toda a certeza, sim! 

Aliás há uma infinidade de estilos, alem de uma leitura própria e mais atualizada do próprio clássico.

Começamos a analisar pelo fato de que hoje temos um telefone celular que tem uma capacidade de processamento, que há 10 anos seria inimaginável, também sistemas de controle e automação (domótica) para controle de iluminação, som e imagem, persianas, eletrodomésticos conectados a internet das coisas, bem como tecnologia fotovoltaica para gerarmos nossa própria energia e uma infinidade de itens tecnológicos que sonhávamos há poucos anos atrás.

Por outro lado temos que vestir esta tecnologia com um estilo A ser eleito.  O estilo clássico representou uma época, foi capaz de emoldurar um longo período no passado, representando simetria, equilíbrio, luxo.

Se o clássico representa tudo isso apontando para seu glorioso passado, o que ou qual estilo nos representa de fato nos dias atuais?

Mudança de Paradigmas no modo de viver/habitar

Estamos em um momento da história humana em que muitas coisas naturais e que havíamos esquecido, vem fazendo sentido, como cuidar mais de nós mesmos e sermos mais conscientes de nosso ser, físico, mental e espiritual. Valorizamos gradativamente a expressão de nosso sentimento e identidade, nossas emoções, conforto (este está e sempre esteve na pauta do ser humano), respeito o meio-ambiente, consumo responsável entre tantas ideias, conceitos e sobretudo já incorporamos a ideia de que sem saúde e qualidade de vida, ficamos longe de poder ter uma vida em alta performance.

Sendo assim algumas tendências estilísticas que não o estilo clássico também podem nos representar de maneira mais genuína e coerente com os nossos tempos atuais, talvez muito melhor que o clássico e de modo mais atualizado, faria muito mais sentido não sermos tão anacrônicos ou deslocados no tempo.

Então como resolveremos o dilema de usar um estilo como há séculos atrás em aparência mas portando tecnologias do século XXI?

A escolha do estilo clássico reflete sobretudo um olhar nostálgico e uma busca por segurança de tempos que já se foram e que representavam o melhor para aquela época em que estavam sendo  a tendência.

Talvez o nosso olhar mais confiante no futuro, sem nos sentirmos como estando em tempos tão  turbulentos, mesmo que estejamos, seja a solução para uma renovação maior, visto que a aparente calma passada pelo período clássico em sua época de apogeu na antiguidade é amplamente ilusória pois foi um período marcado por enormes mudanças e sendo assim, reconheçamos que a calma e a paz do nosso espaço depende mais de uma atitude de nós mesmos. E do nosso estado emocional permeando as nossas coisas preferidas do que um estilo em particular.

Um estilo que nos represente hoje, nos atualizaria e nos colocaria no aqui e agora, quase um mindfulness  (técnica para experimentar mentalmente o momento presente) só que no âmbito estético, porém aprofundando a nossa experiência cotidiana com níveis maiores de qualidade de vida, trazendo elementos que a cidade nos sequestra, que são boas doses de natureza, ar puro, materiais com ótimos níveis de biossegurança, livres de COV’s como disse na série de artigos Casa Saudável e também que possa falar muito de perto em nosso coração para aumentar o nosso amor e ligação com o nosso espaço.

Mix and match sensations, talvez possamos dar esse o nome.

Um mix and match ou seja uma junção, mistura de elementos diversos que possam representar as nossas próprias posições e preferências neste período, no âmbito pessoal ou familiar. Cunhei esse termo para tentar expressar algo que estamos em busca por entre as rachaduras do estabelecido.

Algo que possa transmitir um pouco da nossa crença e convicção atual, com os olhos no bem estar e conforto, visto que a casa deve ser promotora de bem-estar e saúde também, para isso a adoção de materiais, sistemas tecnológicos, signos e símbolos, cores,  tem que ser escolhidos a dedo.

Estamos em meio a muito conhecimento nos dias de hoje e ele deve ser aplicado e refletido no nosso dia a dia para nosso bem-estar, nos oferecendo o que há de melhor em experiência de uso e convivência.

Devemos reconhecer o quão ativo, repercussivo é o papel do ambiente em nossas vidas e como este é capaz de produzir uma infinidade de efeitos para nosso bem ou mal estar, reconsiderando a definição de habitar, para tornar nossa experiência mais plena e qualificada.

A responsabilidade de projetar com excelência encerra esta definição que foi comentada em parte e acrescenta mais elementos importantes na confecção de um ótimo projeto, com toda a tecnologia disponível, para que o usuário possa experimentar de forma mais integral este espaço e obter muito mais nesta experiência de viver independente da escolha de um estilo propriamente dito.

E você, o que acha do estilo clássico? Ele te representa?

Qual é o seu estilo preferido?

Deixe seus comentários ou perguntas.

Beijos

Maitê Orsi

Você convive bem no seu espaço interno?

Como lidar com o espaço interno com os desafios que estão se apresentando.

Veja o porque de agora o novo espaço ser o espaço interno!

Leia-se por “espaço interno” o interior de nós mesmos e dentro do nosso espaço, da casa.

A casa 

A casa é uma projeção de nós mesmos, nós a criamos e modelamos, depois disso ela nos faz.

Ela também é um espaço espetacular, flexível, pode ter muitos usos, multifuncional! 

Ela nos atende em todas as necessidades, ou deve atender, para que seja assim precisa ser trabalhada para atender a você como um reflexo. Uma boa dica é um bom projeto para colocá-la nesta condição.

Nestes tempos de corona vírus, há que termos uma grande reflexão sobre o afeto, sobre estar juntos, ter essa ou aquela companhia. E de estarmos com as pessoas que nos são queridas e que nestes tempos não esta tão possível em razão do isolamento, porém concluímos como é realmente enriquecer para todos quando isso pode ocorrer.

E também precisamos nos lembrar de incluir nesta nossa reflexão sobre o espaço interior sobre o afeto, no nosso espaço interior do coração, sede dos sentimentos ou nossa casa que sempre nos recebe, nos serve e aconchega, seja qual for a circunstância.

Elaborar a casa é ter amor, reconhecimento e gratidão por ela.

O nosso corpo, mente e o abraço

Como neste nosso tempo o contato pessoal ficou belo e raro diante da impossibilidade de corrermos para o abraço.

Mas ainda assim veja quantos momentos gostosos dá para criar no ambiente da casa, de aconchego, de confraternização ainda que em pequeno grupo dos residentes, ou ainda on-line, enfim, qualquer meio de estar juntos sem o contato estando em contato.  Na segurança da casa podemos optar por estar em contato via tecnologia, felizmente.

O momento de reflexão interior também aponta para estarmos valorizando e cuidando dos nossos entes queridos com um olhar amoroso e presente, de novo graças à tecnologia.  Ao fazer isto extensivo à toda nossa família humana via sentimento de solidariedade e esperança, vemos a importância da família em uma outra dimensão.

O que nos trouxe até aqui como humanidade foi a experiência coletiva, o grupo e a ajuda mútua. Juntos somos mais fortes.

Com tanta incerteza destes tempos,pensar nisso é confortante e alentador. Por incrível que pareça hoje o isolamento é um ato de amor e respeito uns para com os outros.

Neste momento, esperança!

Viver o aquí e o agora é um maravilhoso exercício e nos coloca num modo de baixíssima ou zero ansiedade, valorizar o momento é revesti-lo de qualidade, dar ênfase à experiência e tirar proveito de novos aprendizados. Por outro lado manter um baixo índice de stress nos fortalece, cultivar alegria interior também. A esperança nos nutre.

Foco nos detalhes

Os detalhes dão vida ao todo!

O ritual diário das pequenas coisas, como elaborar uma mesa bonita para tomar um café. Colocar um humidificador com óleo essencial que vai perfumar nosso ambiente e tornar tudo mais leve! Trazer uma flor do jardim para enfeitar o interior.

Estes são só exemplos, mas tem inúmeras maneiras de elaborarmos o nosso espaço no cotidiano.

Mindfulness 

Estar no aqui e agora, meditar, acalmar a mente e nutrir pensamentos positivos. E cultivar a alegria interior nunca foi tão importante. Estar com atenção no tempo presente nos dá qualidade de apreciar e nos livra da ansiedade do futuro ou ainda de tentar redesenhar o passado.

Sermos mais seletivos e cuidadosos, olhar para a organização, beleza e higiene da casa também é uma forma de termos um novo olhar, os tempos estão pedindo isso, porém, também há um clamor para sermos mais solidários e amorosos ainda que à distância. Veja como realmente estamos surpreendentemente re-descobrindo o espaço interior!

Beijos com carinho a todos!

Maitê Orsi

Entre o minimalismo o e o maximalismo, qual é a dose certa?

Você já perguntou se a sua casa tem coisas além do que deveria ou menos do que gostaria?

Less is more ou menos é mais!

Nos vemos em um dilema quando falamos sobre nossos ambientes internos, este dilema está em cada objeto, móvel, prateleira, acessório, cor, revestimento, que podemos incluir ou excluir.

Temos que partir para esta nossa análise, se a sua casa ou escritório estejam em ordem e não  passando por um momento de acúmulo temporário, que seria algo prestes a ser resolvido.

Entendendo o Minimalismo:

O minimalismo é um movimento na arquitetura e design que prega e defende o essencial, sem nada que possa ser acessório ao que é estritamente essencial. Podemos dizer que é uma   tentativa de manter o máximo do espaço vazio. Caracterizado por objetos essenciais, cores claras e sólidas. Se caracteriza hoje como um estilo de vida, como tudo na estética, influencia a moda, escolhas de modo de consumo.

Sugiro o filme: Minamalism: a Documentary About the Important Things, disponível no Netflix.

E o maximalismo:

O maximalismo, termo usado aqui em sentido estético, será o seu oposto, onde se esbanja o que é supérfluo, onde a abundância se torna redundante, não há espaço vazio. Caracterizado por cores mais fortes, multiplicidade de peças em cada centímetro do espaço.

More is more ou mais é mais!

Qual a melhor medida?

O dilema está não só no tipo, mas na quantidade, no tipo de serviço ou recurso que este objeto trará para o espaço.

Dilema este que nos coloca uma vontade de saber o quanto somos dos extremos ao meio, como em uma régua graduada de 30 centímetros que inicia-se no mínimo ou o zero, o essencial é a cada milímetro se ganha novas funções e adereços conforme vamos nos dirigindo ao final, dos 30 centímetros ou ao máximo do maximalismo, onde quase tudo soa como exagero e o espaço dá a sensação de não ter um centímetro se quer, sem estar preenchido. 

Ótimo, já temos a nossa escala estabelecida, para termos uma medida para objetos e informações dentro de um ambiente, mas agora temos que considerar o ambiente e aquele que o constrói.

Como o ambiente é uma criação humana, temos que ver isto dentro do contexto humano.

A nossa medida pessoal:

Sem dúvida lembrar que cada um de nós é um indivíduo único, teremos que classificar uma régua infinita, mas assim não vamos chegar as conclusões necessárias, para isto vamos levar em conta alguns traços de personalidade.

Também temos que considerar que o que é exagero para uns estará na medida para outros.

Na dúvida entre “Less is more ou More is more” (Menos é mais ou Mais é mais), fique na sua medida ou se quiser cauteloso fique na média, ou próximo ao meio na régua, mais longe dos extremos. 

O nosso ambiente é a expressão de como somos e como nos sentimos, assim sendo não existe certo ou errado, mas sim o serve para você!

Uma boa palavra talvez seja:  Suficiente, ou aquilo que nos basta.

Ao olharmos o consumo responsável que tem sido um dos aspectos importantes em nossos dias, pois o problema não está no ato de comprar mas na compra compulsiva, em busca de novidade ou termos sempre o que há de mais novo, sem avaliarmos o impacto disso no meio ambiente por exemplo e o quanto estamos acumulando coisas sem propósito em nossas vidas.

Como funciona a questão atualmente:

Acredito que possamos optar por materiais mais qualificados, bom design pois boas peças sempre tem um lugar duradouro nos espaços, veja o exemplo do Vintage. 

O Vintage é  uma referencia à produção plural de bom design no século XX e que representa um selo de qualidade em razão do design atuante e que produziu inúmeras peças que hoje chamamos de clássico, não por serem do estilo clássico mas por terem a durabilidade estética, tornando-as referencia de elegância e qualidade.

Este e apenas um dos exemplos de bom uso da qualidade e design para enriquecerem nosso ambiente visualmente.

Temos espaço para sermos quem somos em nossa casa ou escritório, a estética e as nossas escolhas são uma forma de expressão, a reflexão sobre o tema minimalismo x maximalismo nos leva a olhar para nós mesmos, nosso espaço ou o templo (casa) do nosso templo (corpo) e para o meio ambiente e termos mais conhecimento e segurança para direcionar nossas futuras escolhas do que colocar ou tirar do nosso espaço.

Espero que tenham gostado e gostaria de te perguntar: Na sua casa quem está vencendo, em que medida, lembrando que o zero na régua é o máximo do minimalismo e o 30 é o máximo do maximalismo, onde você está?

Se a duvida ficou grande demais, faca contato que ajudaremos a resolver isso com bom projeto, boa assessoria e ótimos resultados.

Beijos e obrigada por estar conosco.

Maitê 

Qual será o lugar perfeito para acomodar a face? Se respondeu travesseiro ou almofada, acertou! Saiba todos os detalhes sobre esse acessório para usá-lo da melhor maneira.

Só de falar em almofada ja nos sentimos mais relaxados!

A palavra almofada vem do árabe e significa lugar para colocar a face.

Claro que ao pensar em acomodar nossa face pensamos em conforto, segurança, aconchego, textura macia. E veja como há um vínculo com a sensação de conforto que poderá ser desfrutada na acomodação ideal.

Este motivo já dá sentido à persistência deste acessório que acompanha sofás, poltronas e camas desde muito tempo na historia da nossa casa.

E são elas o objeto do nosso estudo aqui, em todos os detalhes para você entender mais e usá-las muito melhor.

Vamos desmontar a almofada em seus todos os seus detalhes:

  1. Contexto ou local de uso.
  2. Tipo de Uso ou função: Adornar, melhorar a ergonomia do móvel onde estão, descanso, e outros
  3. Proporção: Qual a proporção adequada e medidas para a almofada, considerando sempre onde irão ficar.
  4. Enchimento ou estofamento.
  5. Material e textura: Como devem ser confeccionadas e com que material.
  6. Manutenção e limpeza.
  7. Estilo
  8. Cor

Sabendo mais de cada item:

O contexto ou lugar onde ficarão

Contexto significa onde as almofadas ficarão, qual o móvel que irão fazer composição. Ou seja, as almofadas ficarão no sofá ou poltrona. Qual a cor do móvel, a cor das paredes, a cor predominante. As almofadas serão  então contrastantes as cores do ambiente ou tom sobre tom.

Como serão usadas:

Tipo de uso ou função que as almofadas desempenharão, uma delas será embelezar com certeza, mas desempenharão um papel de melhorar a postura ao nos sentarmos no sofá por exemplo ou ainda diminuirão a profundidade do assento para pessoas de estatura menor? Geralmente elas nos auxiliam muito no conforto e ajuste ergonômico ao sentar, pois cada inclinação em graus que deixamos as nossas costas ficarem, estaremos assumindo uma postura mais relaxada ou mais ereta. Ao sentar numa poltrona ou sofá em que o encosto do móvel encontra-se em 120 graus de inclinação por exemplo será muito mais relaxante do que sentimos aos exatos 90 graus. Isto depende da adaptação e preferência pessoal, por isso a almofada desempenha o papel de permitir um ajuste maior e mais personalizado.

As proporções:

A proporção da almofada depende das dimensões do móvel, pois aqui vale a regra de que deve haver equilíbrio entre as dimensões de ambos, almofadas muito pequenas se perdem em moveis grandes e vice-versa. A dimensão mais comum é 50cmx50cm para as quadradas e 50cmX30cm para as retangulares, mas ha muita variação neste item, como por exemplo 45cmX45cm, sem contar que podemos confeccionar em dimensão personalizada.

Estofamento:

Enchimento ou material de estofamento, temos um ótimo exemplo que é a microfibra de poliéster pois é um material robusto e durável, oferece maciez sem deformação e durabilidade. Pode ser de fonte reciclável, o que o deixa melhor ainda, pois respeita o meio ambiente ou é ecoamigável . O material de estofamento deve ser resiliente ou indeformável e hipoalergênicos ou não promover alergia , não deve ter odor e não deve fazer barulho pois há tipos de enchimento cuja composição heterogênea promovem estes resultados desagradáveis.  O material de estofamento deve ser livre de mofo e bactérias pois isso assegura o seu bem-estar e saúde e de toda a família.

O revestimento:

  1. O material de enchimento já foi abordado no item anterior, então falaremos agora do material de revestimento. Podemos usar uma variedade de tecidos, da sarja ao veludo, vamos ver cada um dos mais usados em particular:
  • “fake fur” ou pelo sintético- é um revestimento que acrescenta textura e da uma sensação de conforto pela volumetria do pelo, deve ser usado com cuidado para criar detalhe e não pesar.
  • Microfibra – também são ótimas para dar conforto e maciez, são de material sintético e acrescentam como as “fake fur” um clima de aquecimento.
  • Veludos – são um luxo e dão muita personalidade ao ambiente.
  • Percal – muito usado para quarto, é leve e fresco, tem ótima lavabilidade.
  • Sarjas – são encorpadas e resistentes, ótima lavabilidade, podem ser lavadas até na máquina.
  • Sedas – Sofisticadas e belas, de toque suave e fresco, são encontradas em muitas cores, são muito amistosas para a nossa pele e cabelo. Lembrando aqui que a qualidade de todos os materiais usados, desde o enchimento até o conjunto de revestimento e o acabamento e costura, são itens de muita importância para obter-se o resultado final de sucesso.

A limpeza:

Manutenção e limpeza – a ideia de a capa ou revestimento terem zíper para tirar do enchimento e lavar, acrescenta praticidade e facilidade de limpeza.

O estilo:

Estilo – as almofadas compõe bem desde o ambientes estilo clássico até o contemporâneo. São compositivas, podem acrescentar cor a um ambiente mais monocromático ou suavizar um ambiente que ja tem muita cor. Podem ser lisas, estampadas, geométricas, com botão, pingente, pedraria ou o detalhe que melhor compuser porém lembre-se que ao adornar muito, incrementa-se o visual e se perde no conforto. Sou fã das almofadas lisas ou com um “vivo” que dá arremate e charme. Agora você ja pode dar uma mudada no visual da casa por conta de um detalhe.

A cor:

  1. Cor – elas são ingredientes poderosos para dar toque final em grande estilo, podem ser cores frias ou quentes, neutras ou multicores. Esta escolha dependerá do que ja existe no ambiente ou do contexto. As cores tem regras de complementaridade, contraste, variações do mesmo tom, o famoso tom sobre tom. Aqui é necessário saber como harmonizar o novo com o existente.

São muitos detalhes para um pequeno item dentro do ambiente, mas vale muito a pena elaborar bem, pois o nosso espaço é o abrigo (casa) do nosso templo (corpo). E se queremos ter uma vida mais harmônica, saudável e feliz, vivendo o nosso máximo, cada detalhe conta e temos que cuidar de todos os aspectos que envolvem nosso templo e nossa casa com amor e com conhecimento.

Se assim mesmo está difícil para você vislumbrar soluções ou há mais coisas que deseja resolver realmente na sua casa ou escritório, chame-nos, estamos a disposição para agendar um horário presencial ou on-line.

E você curte um sofá com almofadas? Deixe seu comentário!

Beijos

Maitê 

Descubra o significado das janelas, como são parte importante do Design Biofilico e como você pode cuidar bem delas para seu bem-estar e saúde.

O exterior verde traz a vida para dentro.

As janelas tem um papel muito importante, não só na beleza dos ambientes mas também na sua saúde e bem estar.

As janelas são elementos preciosos em uma edificação, seja comercial ou residencial.

No Feng-shui, a sabedoria ancestral denomina as janelas como os olhos da casa.

No Design Biofilico é um item de máxima importância pois a natureza nos atrai o olhar, cria conexão emocional e energética.

Os nossos olhos nos trazem o que está fora de nós para nosso interior, através da visão e do processamento cerebral do que captamos, através dos nossos olhos, aí entra também um aspecto importantíssimo que é o Ciclo Circadiano e foi explicado no artigo Casa Saudável parte 7 Iluminação e corresponde ao nosso ciclo durante as 24 horas do dia e na alternância de estarmos  dormindo/acordado.

As janelas nos ambientes são as intermediárias entre nós e o ambiente exterior, assim como os nossos olhos em nós mesmos.

Os olhos da casa:

A luz natural que nossos olhos captam, nos equilibra em ciclos e aciona hormônios específicos tais como o cortisol e adrenalina que nos mantem despertos, fazendo o ciclo diurno e quando não há a luz natural, ou seja ja tendo anoitecido, o primeiro ciclo de melatonina inicia-se as 20h. A melatonina é antagonista da adrenalina/cortisol e nos induz ao sono.

As janelas, assim como nossos olhos, tem como função nos ajudar a controlar corretamente este ritmo de luz e ausência dela.

Ainda segundo o ancestral Feng Shui, quando o vidro da janela está trincado ou quebrado, isso nos perturba inconscientemente, por isso fica o lembrete de aspecto negativo em nossa casa. Como aquele cisco no olho que perturba e não nos permite ver claramente.

 O lembrete é de que devemos cuidar bem dos vidros, manter limpos pois eles tem um papel importante em nossa vida e no contato com o exterior.

Eu gostaria de acrescentar que as janelas também, na maioria das vezes, tem uma função importantíssima que é permitir a entrada de ventilação, trocar o ar, renovar, circular a energia, ela são como nossas narinas, seguindo com as semelhançaS biológicas.

Cortinas e persianas, como usar:

As janelas também nos mantém informados sobre o que acontece do lado de fora. 

Podemos observar mas também sermos observados.

Vem dai a noção de privacidade que nos mobiliza em ter mais controle da situação, colocando cortina ou persiana para controle efetivo da visão do meio externo.

Importantíssimo é escolher o melhor modo de fazer esta proteção interna da janela pois há inúmeras maneiras de atender esta necessidade, tais como:

  • Controle da visão e de iluminação – pode ser uma cortina leve que mantenha a luz natural em boa proporção, ou uma persiana que tenha giro de lamina e com isso possibilite ângulos que fecham a visão ou deixam ver parcialmente. Há tipos de persiana mais tecnológica que tem giro de lamina em um tecido translúcido que permite boa entrada de luz mas com privacidade visual. Controlando a Visão também podemos controlar a admissão de luz solar.

Controle de ruídos e de temperatura ambiente:

  • Minimização de ruídos – uma boa persiana celular, por possuir células, cria câmaras de ar, aumentado o isolamento acústico parcial em casos de necessidade desta natureza. Assim como cortinas pesadas ou com forro black-out.
  • A temperatura interna pode estar agradável mesmo que haja alguma incidência direta de sol, a proteção de cortinas e persianas funciona como um retardador da entrada e propagação de calor no ambiente.

Controle da Luz para um bom sono:

  • Escurecimento – acima falei de forro blackout que são eficientes em criar o escurecimento total, do mesmo modo tem persianas que tem essa função. É  muito importante ressaltar que o controle da luz urbana noturna, ou mesmo do luar que pode entrar pelas frestas da janela no dormitório pode aumentar a qualidade do nosso sono, pois a melatonina só é produzida sem a presença da luz, em especial da luz azul no espectro total ou a luz azul que esta contida na iluminação (espectro da luz).

O que significa termos a Visão da paisagem:

  • Ver a natureza ao olhar pela janela? Significa ter o contato imediato com a vida, encher nossos olhos de cor e ter a sensação de estar lá. Esta é a base do Design Biofilico. A natureza nos oferece tudo que precisamos ininterruptamente, há uma consonância, (que significa soar junto) nós vivemos em um acordo ou sinergia com a natureza. Acredito que ao tomarmos mais cuidado com o planeta, colaboraríamos muito mais com a natureza e consequentemente com a nossa natureza que é parte dela.
  • Ao olharmos para longe nossos olhos descansam e nossa visão melhora, todo o conjunto de músculos oculares descansam, olhar em outras direções também pois a direção usual é em frente e neste caso falamos de olhar angularmente. 
  • Olhar as cores estimula todo o conjunto neural (cérebro/sentidos) e a percepção das cores gera emoções conforme a cor observada.
  • A profundidade da paisagem pode ser inspiradora, instigante, relaxante, enfim nos traz momentos de estar profundamente no tempo presente, pela simples observação. Pode também auxiliar novas associações de ideias e estimular a criatividade.

O que podemos fazer se nem todos temos esta paisagem ao alcance do nosso olhar, considerando que morar na cidade nos traz mais frequentemente uma construção vizinha ou paisagem urbana.

Dica 1 – Estas são para quem não tem janela com paisagem:

 Uma ótima dica é usar e abusar dos recursos visuais como a arte nos oferece, belas fotos como paisagens ou imagens que nos agrade. Elas irão enganar nossa percepção visual dando nos visão análoga com um resultado semelhante de vermos uma bela paisagem.

Dica 2 – Espelhos dão dinamismo ao espaço e amplitude, criam atração visual para local diferente da janela que por não ter uma bela vista deve ser coberta por cortina ou persiana e preservar ainda em parte a entrada de luminosidade natural pois esta luz é absolutamente preciosa para nossa saúde e qualidade de vida.

Dica 3 – Plantas que emolduram as janelas dão um ar de urban jungle ou floresta urbana, e deslocam nosso foco para as plantas. Lembrando novamente do design Biofilico e do elo que nos une à natureza de quem dependemos para estarmos mais harmônicos. Aqui vale usar uma cortina leve que irá melhorar ainda mais o resultado.

Agora que você sabe varias formas de melhorar ou atenuar os efeitos da sua visão externa das janelas e de como tratar bem delas, os olhos da casa, basta aplicar e tirar proveito para ter uma casa que contribua para sua saude ótima e qualidade de vida. O Design Biofilico é uma tendência para nos estimular a reatar nossa ligação com a natureza, reencontrar a aliança que nos trouxe até aqui e nos mantém harmônicos.

Espero que tenha gostado! Deixe seus comentários ou perguntas.

Garanto que suas janelas podem trazer muito mais qualidade de vida e bem estar para você na sua casa ou escritório, mas caso não saiba como resolver, agende uma consultoria que estarei pronta para levar soluções para os seus problemas de interiores serem solucionados!

Beijão.

Maitê


Porque o Design Biofílico é tendência?

O ambiente interno ganha vida com a natureza como sua parte integrante e isso reflete em nossa saúde.

Saiba da importância dele na sua vida.

Ele vai aumentar a sua conexão com a natureza e isso por si só ja é muito importante para reduzir o stress e melhorar a sua saude e bem estar.

No Design Biofílico a natureza esta presente de modo direto, de modo indireto e nas condições do espaço criando em nos uma ressonância de harmonizar nosso corpo, mente e alma.

A conexão do nosso ser com a natureza e inegavelmente simbiótica, ou seja viemos dela em todos os detalhes da nossa constituição do mundo atômico, ou seja nossos átomos são compostos de matéria que há aqui no planeta, nos nos alimentamos, respiramos, nos nutrimos do que a nossa terra nos oferece.

Comprovadamente nossos corpos físicos são compostos de matéria que já pertenceu as estrelas, assim sendo a nossa vinculação esta clara, não só com a natureza mas sim com todo o sistema inclusive o cósmico.

Então é uma atitude inteligente e sensata estarmos mais perto da natureza para ativar e recarregar nossa energia.

Houve um distanciamento nosso da natureza no Design de nossos espaços e perdemos o Design Biofílico em nosso passado:

Os edifícios são representação de nossos conceitos e nossas crenças

(Exemplo, as catedrais e templos representam a espiritualidade e a fé, a grandeza do mundo espiritual.) Os nossos prédios são o resultado da cultura vigente em cada período da humanidade, ha uma história construída que nos leu ao esquecimento de nossa verdadeira necessidade.

Estabelecemos um sistema de viver, fomos aos poucos nos desconectando do que chamamos hoje de Design Biofílico, porém  necessitamos de tudo que o planeta nos oferece e renovamos nossa saúde através deste sistema, por isso a reconexão esta sendo propagada.

Na historia da civilização, temos em um grande período de tempo uma escalada de construções desconectadas com a natureza, desde que abandonamos os moldes da arquitetura vernacular que se trata de uma arquitetura ancestral passada pela tradição de geração em geração pois foi herdada, a sua principal característica é uso dos recursos locais e sistemas de amenização de fatores climáticos, criando assim um elo conectivo natural entre nós e o meio.

Fazendo uma reflexão porque nosso ambiente deve ter um Design Biofílico:

Vamos nos imaginar nas situações abaixo:

  • Na visão do céu diurno ou noturno. Ela nos provoca uma sensação de aprofundamento em nós mesmos, sensação de pertencimento.
  • O rico aroma de plantas e flores pode nos transportar em lembranças.
  • A umidade que toca e nutre a nossa pele, a atmosfera única de quando começa a chover e sentimos a alma ser lavada por sensação de hidratação.
  • A interação do nosso corpo e sentidos com as mudanças de estação.
  • A possibilidade de ter alimentos e frutas do jardim para nosso prato nos dá a sensação de ligação e sinergia com a terra.
  • A luz do dia nos despertando e o luar nos chamando ao descanso.
  • O ar que respiramos, quando puro, que nutre nosso organismo,
  • O canto dos pássaros e voos da borboleta, enche nosso momento de poesia.

Estes são apenas alguns pequenos e ricos detalhes da nossa interação com a natureza e a sensação de estar na natureza é uma de pertencimento, de acolhimento!

Pasme: Pelo menos 85% da nossa vida passamos em ambientes internos.

Veja a importância de olhar para esse modo de construir, de ambientar, não se tratando aqui de negar a tecnologia, que e muito bem vinda, mas por incluir a natureza para o nosso bem.

Existem muitos estudos, evidência cientifica e com real comprovação dos efeitos deste modo de habitar com o Design Biofílico incrementando nossas vidas.

Para saber mais: https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=FyNer_nQrW4C&oi=fnd&pg=PT9&dq=biophilic+design+health+benefits&ots=y_i0feSRHP&sig=hjfvwZ_O3JTkOT4lG17N2BuWeJM&redir_esc=y#v=onepage&q=biophilic%20design%20health%20benefits&f=false

Vamos aos detalhes do Design Biofílico

Detalhes como janela para uma paisagem faz uma importante conexão (exemplo de diminuição do stress, bem-estar, redução de dor) é muito prazeroso estarmos acompanhando as nuances de mudanças do clima, em tempo real dentro do decorrer do dia, estes itens percebidos pelo nosso sistema automático reafirmam nossa orientação em tempo/espaço.

A luz natural nos faz imenso bem, (escolas cujas salas de aula têm boa admissão de luz natural) a luz solar faz a importante calibração circadiana para que nosso organismo reaja com harmonia e saúde.

Observe a luz provinda do domo superior, dando vida à circulação. Liceu Albert Sabin-Rib. Preto-SP

Padrões de comportamento, o mecanismo de luta e fuga pode ser acionado simplesmente por estarmos em um local escuro ou mal iluminado ou que nos traga a sensação de insegurança.

Sensações provocadas por cor, luz, texturas podem nos causar sensações boas e de segurança quando bem colocadas.

Gostaria de mostrar na prática, a escola Liceu Albert Sabin em Ribeirão Preto que é um projeto do nosso escritório, do Arq. Eduardo Salata Orsi e meu.

Também há hospitais em Singapura e Califórnia, Hotéis mundo afora, já há muitos ótimos exemplos de uso deste padrão do Design Biofílico, esses podem ser respectivamente locais muito apropriados para uma vida feliz, trabalho eficiente, aprendizado maximizado e recuperação rápida da saúde, depende de como o ambiente se apresenta aos nossos olhos e conjunto de percepção.

Listando em detalhes temos 14 padrões do design biofílico:

Na literatura temos esses 14 passos a serem seguidos: (www.terrapinbrightgreen.com)

1- conexão visual com a natureza,

2-Padrões naturais que nos remetem a natureza, ode usamos os nossos sentidos e percepção para nos sentir mais imersos nela.

3-estímulos sensoriais não rítmicos

4-conforto térmico-temperatura, humidade e fluxo do ar

5-presença da água

6- Iluminacão dinâmica que e capaz de acompanhar a temperatura de cor da luz natural

7-conexão com o sistema natural, como as estações do ano.

8-formas e padrões biomórfico ou derivados das formas naturais. Como formato de folhas, de madeira e outros como padrão aplicado em superfícies no ambiente ou mesmo estruturalmente colocados ou em móveis.

9-materiais conectados com a natureza local.

10-complexidade e ordem, ou a hierarquia através de escala no espaço como acontece no meio natural.

11-prospecção-ou a possibilidade de observar e ver o ambiente num panorama amplo e poder sentir a segurança que ele passa.

12-refúgio ou a sensação de segurança dada pelo ambiente em tipos de arranjo de moveis e tipologias especiais de moveis, como por exemplo, os casulos para pequenas reuniões.

13-mistério ou que há mais por vir e fazermos a leitura antecipada desta mudança

14-risco e perigo, algo que possa lhe manter atento, como o risco controlado de uma montanha russa. Gosto do exemplo de guarda corpo de vidro, aos olhos parece que não há proteção,  mas ela está ali.

Eu ainda incluiria mais itens nesta bela e eficiente lista:

pois as interações que temos com nosso planeta são incontáveis e nossos ancestrais já consideravam muitos destes pontos em favor das pessoas daquele grupo, tais como a possibilidade do Grounding como item 15, ou o contato dos pés na terra, a análise Geopática e eletromagnética do lugar como item 16, veja que o processo de interação pode ser rico em detalhes e inclusivo.

Então agora que você já sabe, você pode exigir seu projeto de construção da sua casa, escritório ou reforma com estes parâmetros, sua saúde e qualidade de vida irão fazer muita diferença.

Estamos à disposição para desenvolver seu projeto, agende um horário, teremos prazer em lhe atender.

Locais com muita gente te provocam mal estar?

Você não é está sozinho. Lugares lotados, multidões e espaços fechados provocam o acúmulo de energia e podem interferir no seu organismo. Entenda porque isso acontece e como minimizar o problema.

Se você já se sentiu cansado ao extremo, com sono, mudança de humor, ou ainda teve uma sensação de desconforto inexplicável em locais fechados e com muita gente, saiba que você não está sozinho.  Para algumas pessoas, essas sensações chegam a impactar o físico, sentindo dores de cabeça, dores no corpo e falta de energia. Mas, para entender tudo isso, precisamos dividir o assunto em três partes:

1- O local:

Lugares como supermercados, centros de compra, casas de show, aeroportos e estações são os tipos de locais que concentram muitas pessoas e, vamos pensar junto, qual seria o estado de consciência geral desta pequena multidão?

Como a energia se acumula nestes locais:

A cada pensamento temos uma vibração correspondente, ou o tipo de onda a que corresponde como energia. Se somarmos as vibrações semelhantes teremos uma carga energética dominante.

Multidão em movimento em locais públicos como centros de compra, supermercados e estações de transporte, a energia do lugar está sempre acelerada.

Em geral, nestes locais o pensamento de cada um está agitado, com foco em resolver questões práticas, o que comprar, enfim, são frequências não harmônicas e dissonantes que predominam. O local também tem sua própria faixa de energia, constituída pelos seus materiais construtivos, lembrando que matéria é energia lenta.

A luz também é importante, pois  é um parâmetro de energia em que podemos medir distâncias cosmológicas, tem sua velocidade em 300.000Km/s e se caracteriza por ser uma emissão luminosa. Já a velocidade do som é de 342m/segundo, sendo que é uma onda mecânica. Estes exemplos são de energias velozes.

Assim, cada material tem sua própria energia proveniente de seu arranjo molecular, além de  também absorverem e irradiarem as frequências dominantes nos espaços. Então, temos uma energia dominante que corresponde ao espaço ou local físico e esta energia de ressonância.

Vamos fazer uma comparação: quando entramos em uma catedral ou templo, por exemplo, somos embebidos em uma atmosfera de paz. E estes locais também congregam muitas pessoas, porém o propósito da ida é buscar paz e reflexão. Em geral, são locais silenciosos ou com músicas muito harmônicas.

Este também é um aspecto conhecido da Geometria Sagrada e de como os espaços funcionam como uma caixa de ressonância que repetem as frequências que passam por ele, sejam elas vindas do subsolo, do céu, dos frequentadores daquele espaço, ou tudo isto junto.

Na natureza, em campos abertos não há esta saturação em razão da fácil dissipação e todos os mecanismos de renovação da própria natureza. Por isso, é tão comum nos sentirmos “recarregados” quando estamos em contato direto com a natureza.

2- A energia:

Vamos falar aqui de eletromagnetismo. A energia, conforme sabemos, não é visível aos olhos, mas sabemos que ela está ali, sentimos,  porém não a vemos. A lâmpada é acesa quando tocamos o interruptor,  mas não vemos a energia chegar até ela.

Dessa forma, tudo que fazemos gera campo elétrico e magnético, nossos movimentos, nosso pensamento, nosso funcionamento.  E assim como os espaços físicos têm também um campo de energia, cada material tem sua energia correspondente, lembrando que tudo é composto por átomos, que são as partículas subatômicas, e são carregadas de energia.

Como a energia funciona:

Reparando bem, nós seres humanos somos um sistema complexo de captação e emissão de energia, funcionamos como uma antena e também geramos um campo eletromagnético primeiramente nas moléculas no movimento das partículas como os elétrons que constituem nosso corpo.

Temos boa parte do nosso corpo, 64%, preenchida por solução eletrolítica ou soro fisiológico, que é bom condutor de eletricidade. A cada batida do coração fazemos um pulso elétrico.

Somos um organismo bioelétrico e isso é facilmente verificável em um exame como o Eletro Cardio Grama (ECG) ou em um Eletro Encéfalo Grama (EEG). Todos nós temos um campo elétrico ao nosso redor, chamado Aura e facilmente fotografado em foto Kirlian.

Lembrando que a matéria está permeada por energia e ela mesma é como energia condensada.

Nós mesmos, as coisas e espaços fechados e tudo que é material está imerso em energia, própria e circulante.

3-Nosso ser, corpo humano físico/mental/espiritual:

Somos um sistema bioelétrico-químico e nosso organismo usa uma rede tipo uma internet para funcionar, mandar um comando do cérebro para o músculo ou um comando automático como para respirar, digerir. Enfim, tudo o que fazemos está mediado por comandos elétricos/químicos no organismo. Nossa manutenção e função usam uma rede de comunicação como se fosse uma intranet e também como estamos no meio ambiente, esta seria a internet e toda informação que chega via internet ou seja,  de fora para dentro, é conduzida pela intranet, nossa rede de nervos que recebe e endereça aos devidos destinos como o cérebro, coração e mesentério.

No nível mais sutil ou espiritual, podemos falar nos chacras ou centros de energia, ou podemos também considerar os meridianos, conhecidos na medicina oriental, usados pela acupuntura e Do-in como canais de energia sutil e que se sobrecarregados interferem negativamente na nossa saúde.

Com a energia é captada por nós:

Trocamos energia, ou informação com os lugares, onde vamos ou estamos, com as pessoas que  e tudo que nos relacionamos. Nossa frequência bioelétrica pode ser medida pelo aparelho chamado ohmimetro, (termo vem da unidade de medida ohm) a unidade de leitura é volt eletrostático. O nosso campo pode variar de 5.000 a 20.000 volts eletrostáticos.

Assim, mesmo com números tão expressivos acima, o nosso campo bioelétrico é fraco e sensível, perante, por exemplo, à energia que trafega nos fios de nossa casa e as influencias do meio, como por exemplo, o magnetismo solar, campos eletromagnéticos de redes de alta tensão, até mesmo perante o campo criado pelo nosso celular. Pode-se perder a vida em razão de um choque elétrico de 110V (Volts).

Toda sobrecarga eletromagnética faz mal as nossas células, por isto temos que ter muita atenção para preservar nossa integridade, bem-estar e saúde.

E como pode a energia do ambiente interferir na sua própria energia?

Sua percepção de mal estar pela agitação presente em locais de aglomeração não são falsas. As pessoas mais sensíveis e perceptivas sentem como se tivessem sido esgotadas e cansadas com sintomas físicos de mal estar quando estão em locais fechados e com pequenas multidões. Supermercados, shoppings, centros de compras, eventos e casas de shows são alguns dos locais mais comuns em que estes casos acontecem.

Com o acúmulo de pessoas, muito movimento, muitos pensamentos, imagine a agitação no mundo subatômico dos elétrons e prótons! O campo de energia ressonado no espaço interno e refletindo em todos que lá estão.

Agora você ja sabe por que isto ocorre.

É muito bom saber escolher o lugar para ir. Locais harmônicos são ótimos para nos ajudar energeticamente, pois frequentar espaços adequados também é um aspecto importante para nosso bem-estar.

Como minimizar o mal estar

Ir a locais de energia sobrecarregada devido ao acúmulo de pessoas às vezes é inevitável. Porém, cuidados podem ser tomados para que o mal-estar não seja permanente, por exemplo, não prolongar a permanência. Outra opção é, ao chegar tomar um banho de sal marinho, pois seu poder ionizante carrega para fora esta sobrecarga bioelétrica. Lembrando aqui que o sal é um cristal também.

Tudo que falamos desde a geometria do espaço, nosso campo elétrico e a influência por ele causada está embasado em estudos científicos recentes e que servem para ilustrar e comprovar o que estudos ancestrais como o Feng Shui e a geometria sagrada nos postulavam em termos de observar e cuidar do nosso espaço com atenção para tirarmos o melhor proveito desta relação.

Estes conhecimentos são aplicáveis em análises, como esta de espaços com muita concentração de pessoas.

E qual é a sua opinião sobre o assunto? Você já se sentiu mal em lugares com muita gente?

Deixe seu comentário e se tiver uma pergunta terei prazer em responder.

Beijos e obrigada por estar conosco.

9 itens para organizar seu cantinho de meditação.

Um local especial em sua casa para elevar sua prática de meditação as alturas. Está na hora de pensar no cantinho especial para isso!

Você é daquele tipo que cuida da alimentação, pratica exercícios físicos, escolhe boas leituras, cultiva bons relacionamentos e procura o auto-conhecimento? Sabe que meditação controla ansiedade, aumenta o foco e a concentração, dá rapidez e clareza ao raciocínio além de harmonizar e equilibrar nossas emoções?

Se respondeu sim para algumas das perguntas, leia com muita atenção pois vamos juntos preparar este cantinho especial na sua casa, para você ter momentos especiais e tirar melhor proveito de cada minuto de introspecção ou meditação!

A hora de mãos a obra:

Para fazermos estas práticas em um nível superior, acompanhe agora estes 9 itens e veja como transformar um cantinho em sua casa em um verdadeiro templo para meditar e dar um ‘up’ na sua saúde e qualidade de vida:

1-Silêncio – porque o conforto acústico é fundamental para você melhorar o foco mental, relaxar e sintonizar frequências de paz, amor e harmonia. Este espaço deve ter uma forma de ser desconectado do zum-zum-zum cotidiano, pode ser através do fechamento de uma porta, o importante é evitar interrupções nestes momentos só seus e possa estar em silêncio intimo consigo sem nenhuma distração para a sua meditação.

Cantinho de meditação.

2-Iluminação – suave para permitir a calma, equilíbrio de hormônios evitando a ativação de cortisol e adrenalina, chamados hormônios do stress. A iluminação natural pode ser minimizada pelo fechamento de cortina ou persiana. A iluminação artificial pode ser dimerizada ou controlada se possuir este dispositivo (dimmer),  apagarmos a iluminação mais potente e deixar um abajur aceso com iluminação suave auxilia a pratica da meditação.

3-Atmosfera – o ar, deve estar fresco e arejado, para ótima prática de respiração profunda, pranayamas ou exercícios respiratórios.

4-Aroma – os aromas que nos agradam tem muito poder sobre a nossa mente, então se você gosta de incenso, aromatizadores com óleos essenciais, está aí uma boa hora para usar. São enriquecimento para o ar do ambiente e para nossos sentidos. Lembre-se, procure sempre substâncias naturais e não nocivas a saúde pois uma das vias fundamentais da nossa nutrição é a respiração.

5-Assento – Conforto para sentar-se ou ficar na posição de lótus – esta e uma opção muito pessoal e depende da rotina de sua prática, estar sentado em uma cadeira confortável, com a coluna reta e bem posicionada é tão produtivo para uma boa prática como estar sentado no chão ou em uma almofada em posição yoguica. (postura de lótus ou meio lótus)

Postura de meio lótus.

6-Cor do ambiente – As cores são elementos sensoriais de muita riqueza para nossos sentidos, o ambiente em cor suave e bela já nos inclina a um estado mais promissor para a introspecção da meditação.

7-Textura – existem mantas de fios naturais para usar sobre a cadeira ou poltrona, tapetes de meditação. É importante ver a temperatura do momento, se estiver calor procure ter uma mantinha de algodão por ser fresca e aconchegante para você se sentar ou se estiver frio, a lã dá ótimo resultado.

Os materiais naturais têm uma rica interação tátil com nossa pele e nos incrementa em conforto e aconchego. A nossa pele é ao mesmo tempo limite de nos mesmos e nosso ambiente, barreira mas também contato e a pele é nosso maior órgão sensorial, por isso caprichar na textura de onde você ficará em meditação é importante.

8-Música – falamos do silêncio, ele é ouro na introspecção ou meditação, mas uma música suave, volume baixinho pode ser muito inspiradora como sons da natureza ou algumas que sugiro nos links:

Meditação: https://open.spotify.com/user/maiteorsi/playlist/0oT0BwooEYuRCqBncqg0S9?si=63X-5dpMTgal9BRC_9j4vA

Sons da Natureza: https://open.spotify.com/user/maiteorsi/playlist/4NHisgIFoQPsgnG5l710PK?si=Fgz6meDaRuGuSDQYZRNVaQ

Atenção aos detalhes que fazem toda a diferença:

9-Acessórios como vela, flores, imagens, gongo – são muito bem vindos e dependem de sua preferência, crença religiosa ou de sua fé. As velas trazem o elemento fogo e simbolizam o poder divino, o conhecimento que ilumina e aniquila a ignorância. As flores são parte do presente da natureza para nos e embelezam e representam a nossa oferta delas para o divino seja qual sua representação. Imagens que nos trazem perto dos olhos e do coração todos aqueles que representam energias superiores, como santos, anjos, divindades e naturalmente nos inspiram a ter mais coerência entre cérebro e coração.

Os gongos, sinos, taças tibetanas, sinos pin, todos são símbolos de ‘chamado’ aos planos superiores e são muito significativos na hora da meditação. Vamos falar em outra ocasião do poder do som em variadas frequências e seu impacto na nossa mente e corpo.

Altar ou local para o sagrado:

Nas tradições religiosas, altar significa um lugar elevado para a prática de cerimônias religiosas. Este é o simbolismo vindo das tradições de igrejas, templos, catedrais ou lugares devotados a busca de contato com a nossa essência divina, podemos reproduzir isso para nosso cantinho de meditação em casa, mindfulness, introspecção ou oração.

Tradição ancestral para melhorar nossa saúde e qualidade de vida:

A nossa saúde e qualidade de vida dependem muito de nossas escolhas cotidianas e o nosso ambiente é um ator especialmente importante para obtermos o melhor resultado em nossas ações, seja em uma meditação ou outra tarefa da nossa rotina.

Conseguir organizar bem seu cantinho será meio caminho andado para uma meditação bem sucedida, com isto tenha certeza que a qualidade de vida e níveis ótimos de saúde irão nas alturas e repare quão é importante o ambiente em nossas ações, missões e propósitos por mais simples que possam ser.

Preste muita atenção e siga passo a passo, boa meditação e comente abaixo se este artigo te ajudou!

Ficou muito complexo, não deu para implementar? Marque um horário e faremos projeto e execução para você.   

Beijos e muita gratidão por estar conosco.

A Cor Do Ano de 2020, o Neo-mint cria sensação. Você sabe tudo que ela significa?

Ao projetar este ambiente eu ainda não sabia do resultado da eleição, mas deu certo esta escolha!
Neo-mint, a cor que une tecnologia e natureza.

Num mundo tão tecnológico, o que a suavidade e calma do Neo-mint, a eleita  cor do ano de 2020, quer nos dizer?

Segundo a equipe de trend hunters da WGSN, Lider mundial em tendências aponta para a cor Neo-mint, como sendo capaz de representar esta ideia futurista com a escalada de novas tecnologias e a natureza.

A cor do ano é como um símbolo repleto de conteúdo cifrado ou secretos, que vão nos trazer uma atmosfera, uma emoção e sentimento, um estado de ser mais representativo para o próximo ano, que esteja representado nas coletas de dados do ano anterior pelas equipes de caçadores de tendências.

Particularmente achei muito empolgante olhar para a tecnologia, o futurismo conciliando-se com natureza. Ela é fonte para nós, seres de carbono (nossa composição básica é o elemento químico carbono) de vida e atividade, fazendo aqui uma boa parceria com os seres de silício, (Componentes tecnológicos, computadores, são composto pelo elemento químico silício), veja como este verde claro traz informações em si mesmo.

Porque o Neo-mint.

Este tom de verde suave do Neo-mint é um aliado quando se necessita de refrescar, reabastecer de energia, renovar, observe como faz sentido em épocas turbulentas como a que vivemos mundialmente.

O Neo-mint funciona tal como olharmos longamente para uma bela pradaria, com a relva fresca pelo orvalho da manhã.

A cor de modo geral, seja qual delas for, em ambientes funciona como se hasteássemos uma bandeira, como um modo de comunicar uma  ideia, um sentimento, uma atmosfera, essa é a mágica da cor!

Com o Neo-mint nosso olhar vai para o futuro, mas não só o futuro da ficção cientifica, mas sim aquele capaz de traduzir a expectativa do novo e colocar a natureza como base.

Tudo isso essa cor transmite e ela foi a eleita por traduzir esta expectativa em buscar talvez melhores soluções para as questões que se apresentam hoje, unindo um futuro que era esperado e o que virá e natureza!

Mundo afora temos vários institutos de pesquisa e tendência, dentre eles a também consagrada Pantone, que atua na área gráfica, moda, interiores, mas se você olhar a cartela de cores do ano dela você verá que há uma correlação entre as cores eleitas pelos outros institutos. A cor do ano pode ser diferente, assim como na cartela de cores de fabricantes de tintas e tecidos, mas todas estão buscando representar estes sentimentos e expectativas da maioria.

Você deve seguir a tendência?

Essa visão geral da tendência para o próximo ano, nos dá uma ideia de quais serão os bloquinhos construtivos das nossas casas para 2020 em termos de cores e lembre-se que há vários conjuntos de cores nas tendências!

Não se prenda a nenhuma, se não gostar dela!

Cor expressa com ênfase, expressa personalidade, fala sem usar palavras. Quando bem combinada se torna uma melodia harmoniosa para os sentidos, levar esses valores para dentro de casa é investir em qualidade de vida! Então lembre-se pode ser a cor do ano mas cores são atemporais pois a tendências elege e coloca em voga mas você pode e deve usar a cor que gostar mesmo fora do conjunto indicado pelas tendências!

Obrigada por estar presente aqui no nosso blog!

Deixe seu comentário ou pergunta que terei prazer em responder.

Maitê Orsi

A Casa é  uma WEB? Conectividade e Casa Saudável, para quem busca viver em alta performance. Você vai se surpreender!

Primeiramente não somos de modo algum seres isolados, ou desconectados, aliás o que nos garantiu sucesso como espécie foi o grande poder de sociabilidade e a vida coletiva objetivando o resultado do grupo. Então a espécie humana chegou ate aqui graças a capacidade de interação e empatia.

Esta é a parte ou interface que nos torna mais humanos e que nos diferencia de outras espécie, inclusive da máquina.

Mas estar conectado a que e que tipo de Web é esta? Eis a questão.

Em primeiro lugar a conexão começa ou deveria começar em nos mesmos, temos que em um olhar interno nos conhecer ou procurar reconhecer o que nos move, em segundo lugar olhar para o que consumimos e buscar qualidade nos alimentos de verdade pois eles são os tijolinhos em razão dos nutrientes que carregam e que reconstroem nossas células. 

A atividade física que praticamos, o que comemos, como respiramos e como está a qualidade do ar, em resumo, tudo que pensamos e o que nos conecta ao nosso ambiente, analisando todo o conjunto que se interconecta em nos e conosco.

Aqui precisamos falar de todos os fatores externos, nosso ambiente, como as influencias chegam até nós e como nos modificam, entra em cena a Casa Saudável.

Então nosso foco direto neste artigo é a conexão entre nós e o nosso ambiente ou como habitamos nossos espaços e qual a taxa de sincronização aplicada, no movimento continuo de fazer o ambiente e depois o ambiente nos fazer.

Qual é a qualidade da sua conexão com seu ambiente?

Fala-se tanto em mundo conectado, Wi-Fi e 5G, roteadores,  repetidores de sinal, enfim tudo que pode nos aproximar de uma melhor e mais qualificada conectividade  no mundo digital.

Há um estreito paralelo em relação ao que conhecemos e como funciona o mundo digital e como isto pode nos ajudar a compreender nossa relação ou conectividade com nossos ambientes.

Como seriam estas nossas conexões importantes e valiosas com o ambiente para termos mais qualidade de vida e níveis ótimos de saúde?

Digamos que o “sinal” que captamos é energia, mas de que tipo?

A energia do sol, vale ser destacada pois sua luz tem o poder de equilibrar nosso organismo pois além dos nossos olhos e glândulas que tem o poder de captar a luz, temos também células captoras de luz, especialmente na palma das mãos e sola dos pés, são as chamadas lâminas lúcidas que são como as placas fotovoltaicas que captam a luz solar e transformam-na em energia para acender lâmpadas.

Veja que somente neste pequeno detalhe da nossa fisiologia visualizamos a importância de nos expormos a luz e estarmos harmonizados com a natureza, pois se temos captores, então eles cumprem uma função importante no nosso organismo.Por outro lado podemos estar saturados de energia eletromagnética do WI-Fi, ou Wireless-Fidelity que é uma tecnologia de comunicação sem uso de fios e cabos e sim pela transmissão de ondas. Vimos no artigo Casa Saudável [parte 3], Geopatia e eletromagnetismo, que a energia pode ser deletéria ou negativa para nosso organismo e também a importância da luz em Casa Saudável [parte 7] Iluminação e sua interferência em nosso ciclo circadiano.

Como seres vivo, somos sensíveis ao conjunto de informações ou inputs que vem do ambiente.

A Web das plantas, você sabia que ela existe?

Sim, as árvores e seres vegetais nas florestas são todos  interligados a uma WEB, chamada de micorriza, ou uma rede de fungos no solo, que faz uma “manutenção” nas necessidades de cada ente vegetal, dando a eles uma atividade própria e uma linguagem particular.

Há uma rica troca de informação que garante a preservação e continuidade daquele sistema.

Temos na Biofilia uma ótima compreensão para esta interação pois ela descreve a necessidade de conexão entre espécies, aqui vale lembrar que há uma variedade infinita, se olharmos os biomas que são as grandes comunidades de espécies, sua adaptação e estabilidade em determinado local. Veremos que há uma cadeia de interdependência e não só por este exemplo, podemos ainda citar a microbiota, que pertence ao universo dos micro-organismos e que são fundamentais para a manutenção da vida, inclusive da nossa.

E é com essa conexão  ou a nossa parte na natureza, que este é um capitulo que vale muito ser observado a fundo porque somos parte integrante deste conjunto chamado natureza e nos nutrimos dela em muitos níveis, não só no nível alimentar, mas na nossa interação com o solo (grounding) onde literalmente trocamos partículas subatômicas e nos aterramos, tornando nosso organismo eletricamente estável, quando vemos paisagens com muito verde captamos sua energia de vida e estabilidade, dentre tantas outras interações.

“Penso, logo existo”, mas o que devo fazer para existir com mais qualidade?

Vale lembrar que por sermos uma espécie bem definida pelo “Penso, logo existo” a célebre frase de René Descartes no discurso sobre o método, temos logo uma reação de superioridade e distanciamento, pois nos colocamos em uma situação acima do mundo natural.

Vamos pensar nesta idéia de existência, colocamos que muitas vezes nos sentimos dissociados da natureza, aquela que nos da base para um veículo material, biológico e vivo: o nosso corpo, que nos sustenta com base nos alimentos, através dos minerais, pois se não fosse por eles não estaríamos aqui, porque são deles que as plantas e animais se nutrem e nos nutrimos deles, usamos-los para nossa manutenção diária e constante para a renovação celular.

Vamos fazer uma rememoração?

Por isso nos artigos da Casa Saudável [parte 2], iniciei com Biofilia, pela necessidade que temos de nos reencontrar com nossas raizes naturais, sobretudo pela delicadeza do equilíbrio físico do nosso corpo.

Veja que a abordagem foi em primeiro lugar, do nosso pertencimento ao meio natural, depois do reconhecimento de como espécie biológica temos que cuidar do nosso meio, pois há substâncias nocivas ao nosso funcionamento, em Casa Saudável [parte 2]. E em modos de habitar não coerentes com a idéia de níveis ótimos de saúde e bem-estar. Indo além, falei de como situarmos os móveis em locais mais seguros e propícios, Casa Saudável [parte 3] Geopatia e eletromagnetismo.

A importância de conhecer algo que veio de milênios atrás e continua vigente, como é o caso do Feng-Shui e Geometria Sagrada, em Casa Saudável, [parte 4] e Casa Saudável [parte 5] para que possamos ver além da aparência e poder realmente dar conteúdo as ações de mudança no ambiente para de fato elevar seus níveis de conforto, adaptabilidade e melhorar os resultados deles em nós mesmos, pois este é o objetivo.

A importância de reconhecermos o poder da cor sobre nós e como a percebemos, está detalhado no Casa Saudável [parte 6], pois podemos tirar proveito da comunicação direta que ela estabelece com as nossas emoções.

E no Casa Saudável [parte 7] Iluminação, falei sobre o risco que é não saber lidar com a temperatura de cor da luz para nossa saúde e bem-estar.

Finalmente no Casa Saudável [parte 8], falei sobre o som e de como ele interfere no nosso dia e de como tirar partido positivo desta interferência.

Há neste roteiro de Casa Saudável em 8 partes, como acessar níveis melhores de saúde , conforto e sobretudo poder obter o que há de melhor com os seus ambientes.


As 8 partes da série Casa Saudável  dão uma boa idéia de como viver com qualidade, porém há muito mais

Este conhecimento é fruto de muita pesquisa e estudo, interação com projetos na prática e que você está recebendo de forma prática e fácil, por isto fico feliz!

Neste momento reflito sobre a importância de um bom projeto e de como ele pode ser um ótimo aliado para melhores condições de habitar, além destas 8 partes que foram abordadas temos um universo de conceitos, informações e relacionamento de idéias que são abordadas no projeto.

Ao reformar ou construir, você deve fazer a opção também, buscando um trabalho de excelência em projeto e materialização ou construção e ainda indo muito além, pois é necessário levarmos em conta o seu universo e toda a vinculação entre você e seu ambiente, respeitando e valorizando esta interação.

Em outra ocasião vou explorar este tema muito mais profundamente pois ele merece dada a sua riqueza e profundidade e também pelos benefícios que proporciona.

Espero compartilhar e despertar o olhar amoroso para o ambiente que habitamos, em você pois ele faz partes de nossa jornada e deve ser parceiro para nos ajudar a evoluir e sermos mais felizes e saudáveis.

Quero agradecer sua presença por aqui e deixar o espaço para suas perguntas e comentários.

Estou muito grata por poder passar estes conhecimentos e difundir idéias boas e que possam contribuir para uma rotina melhor para todos e tornar sua casa ou ambiente de trabalho em um ambiente mais saudável!

Beijos

Maite Orsi

https://www.alldesignrp.com.br/contato-localizacao