Tons neutros, afinal o que significam?

Tenho 7 dicas para você melhorar seus ambientes nestes tons

Os tons neutros mais usados são os beges e cinzas, mas nesta lista estão também o branco, o preto e o marrom. Quando usamos paleta clara, o que chamamos tons off-white, ou aqueles branquinhos colorizados suavemente. O resultado de uma composição monocromática, ou numa única cor, neste caso que estamos tratando, em uma cor neutra ou uma combinação de tons sem contrastes entre as cores de um ambiente.

Quando usamos a paleta neutra em tons claros, deixamos o ambiente maior, mais claro,  muito elegante e aconchegante. 

O efeito causado em nosso emocional é um sentimento de segurança e estabilidade.

A sensação de aconchego fica em alta quando incluímos a paleta do marrom ou padrão madeira.

Não deixe de ler também os artigos Cores Calmantes e Cores Ativantes e Energéticas, que estão neste Blog, para ter um panorama geral sobre cores.

Entendendo o que é matiz e nuance de uma cor

Matiz ou nuance é definido por serem os diferentes tons que passam uma mesma cor, imagine a bisnaguinha colorizando na cor verde, na sua mão e uma lata de tinta branca onde você vá pingando gotinhas de cor verde, a principio parece imperceptível, conforme você  coloque mais pigmento, o verde irá aparecer, a principio clarinho, e a cada pingo irá se tornado verde mais forte.

Neste exemplo a cor é o verde e o matiz, a composição de diluição em branco obtida.

As misturas de tinta podem receber também uma adição de preto, marrom em pequena quantidade para criar um tom menos vibrante, no ingles temos o termo “tints and shades” explicar quando damos este efeito de rebaixamento de intensidade de um pigmento.

Vamos as 7 dicas para usar bem:

1- Ao definir a cor de sua preferência, escolha os  tons que derivam-se dela, (diluição) ou olhando para as várias nuances de uma cor da sua preferência, faça um conjunto de tom sobre tom, ou seja a mesma cor em varias graduações ou tons. Esta será a base da composição de cores.

2-Para ambientes se tornarem leves visualmente, escolha um conjunto de cores claras para fazer o conjunto de tons. Veja o exemplo:

3-A cor escolhida deve ser a de sua preferência, por exemplo: Você adora o bege, ele ficará excelente compondo-se com o branco, os off-whites derivados da sua cor escolhida, um toque de marrom, amadeirados ficam muito bem harmonizados.

4-Se o seu ambiente apresenta deficiência de luz natural, a escolha de tons claros é perfeita porque irá multiplicar pela reflexão a luz natural que se tem.

5-Se a sua cidade tem clima predominantemente quente, as cores claras na paleta neutra são refrescantes, auxiliam a reduzir a percepção térmica.

6-Fazer um mix de tons 5 ou seis tons, de 3 cores de base é uma boa ideia para dar harmonia de conjunto.

7-Se você deseja um resultado elegante e um ambiente que inspire estabilidade, esta opção é para você!

A chamada paleta neutra agrada a maioria, você faz parte deste grupo?

Pelo seu efeito de estabilidade e neutralidade desta paleta neutra, agradam a maioria pois não acrescentam mais estímulos emocionais. E como sabemos que a cor pode nos trazer estímulos emocionais intensos e sem intermediários, o motivo secreto é este.

Para deixar a ideia mais clara, num momento que estamos irados com uma situação que ocorreu repentinamente ou que veio a mente no momento, nos deparamos com uma parede em vermelho intenso, este estimulo irá se somar ao nosso estado de stress emocional. Os resultados são previsíveis, será com certeza, mais lenha na fogueira!

Você que gosta de paleta neutra pode contar para a gente porquê, ou se não gosta também, vai ser muito bom trocar ideia sobre este assunto.

Lobby de edifício comercial, projeto integralmente desenvolvido em nosso escritório.

O conjunto de objetos e complementos dará o toque de cor

Quando temos no ambiente um universo em tons suaves, os complementos podem ser mais intensos e ousados na cor.

O ambiente é um pequeno universo e tem que ter a sua harmonia de linguagem visual, no aspecto forma, volume, cor, iluminação. Assim como na natureza, temos sempre o presente de olharmos paisagens lindas que cativam nosso olhar dado o equilíbrio visualizado, em cores e tons, luz e composição.

Já quando temos cores vibrantes ou intensas em grandes superfícies, isso demandará uma relação de subjugação de tudo (objetos, móveis, arte, acessórios) que entrar no ambiente em relação a esta cor dominante.

Muito bem, agora você já sabe como pensar em sua composição de cor, se houver duvida e precisar de ajuda, agende seu horário on line!

Espero que tenha gostado do artigo, obrigada pela sua presença.

Beijos

Agende sua consultoria on line, tire suas dúvidas e melhore seus ambientes!


Cores ativantes e energéticas

Como tirar proveito delas e dar um tchau para o marasmo e o tédio

As cores como o vermelho, laranja e amarelo são vibrantes e enchem o nosso ser de energia e nos deixa prontos para a ação, são um verdadeiro banho de energia só de olhar para elas. Realmente são cores ativantes e energéticas.

Ao ver uma parede pintada na cor laranja por exemplo, somos tocados por sensação de acolhimento, disposição, energia, assim similarmente acontece com o amarelo e vermelho.

A cor, como já disse, é uma linguagem que não encontra barreira para chegar diretamente nas nossas emoções. Assim que as vemos, imediatamente este processo de comunicação se inicia e nos sensibiliza de modo especifico, nos transmitindo calma, agitação, energia, introspecção ou tantas outras emoções, dependendo da cor que olhamos. Essas emoções são desencadeadas pela visão das cores que geram reações promovidas no nosso interior, que podem ser benéficas ou não, pois como já vimos a cor tem um contexto ou significado universal e pessoal, ao memo tempo, porém a impressão pessoal se sobrepõe totalmente ao contexto universal.

Estamos em um período difícil causado pelo isolamento prolongado, além das dificuldades e dúvidas em relação ao Covid19 e todas as suas incertezas do retorno as atividades. Por isto, temos que tirar proveito de tudo que estiver ao nosso alcance para melhorar a nossa rotina e termos sensação de bem-estar e qualidade de vida, além de reduzir o tédio ou sensações depressivas de modo natural. Tudo isso pode ser atingido por meio dos nossos sentidos, quando bem utilizados os seus mecanismos.

Entenda melhor como as cores funcionam

De maneira bem simplificada podemos dizer que através da visualização de uma cor, nosso sistema nervoso, recebe estes sinais eletromagnéticos e estes provocam no nosso organismo, respostas especificas com sentimento/emoção correspondentes.

Veja só que poder!  Cor ao ser vista, já recebemos a sua informação como se fizéssemos um “download” do pacote de informação no nosso ser, através de nossos sentimentos e emoções.

Com as cores quentes, podemos nos energizar e aumentar nosso ânimo, além de incrementar a ação e o dinamismo.

Sabe aquele momento que parece difícil sair do lugar para fazer algo que foi planejado?

Pois é, momento bom para visualizar cores de ação.

No artigo anterior, citei as cores frias, que serenizam e acalmam, vale ler, se você já não o leu. 

Somente temos que escolher as cores certas para a finalidade esperada.

As cores quentes e energéticas, com saturação intensa ou, digamos, cores em que o pigmento colorido esteja fortemente presente, resultando em uma cor forte e densa. Popularmente tem até a expressão “carregou na tinta”, enfatizando a força da emoção ou situação.

Quanto mais a saturação de pigmento estiver presente maior o efeito nos nossos sentimentos.

O trio citado, vermelho, amarelo e laranja, consideradas cores que têm este efeito energizante em nosso sistema nervoso, trazem imediatamente para nós, calor, intensidade, ação e movimento, energia.  

As cores quentes

As cores podem ser classificada pela sensação de temperatura que provocam. 

Por isso falamos cores frias, cores quentes, cores neutras.

Podemos concluir que as cores quentes ou seja vermelho, amarelo e laranja são vibrantes, energéticas conforme cita o trecho do artigo abaixo sobre o vermelho:

“Segundo Farina (2006, p. 99) a cor vermelha ”Possui grande potencia calórica, aumenta a tensão muscular e a pressão sanguínea. […] É uma cor quente e bastante excitante para o olhar, impulsionando a atenção e a adesão aos elementos em destaque.” 

Por serem tão potentes em seus efeitos, devem ser usadas estrategicamente nos ambientes, em quantidade suficiente para provocar o estímulo positivo, pois sabemos que quando há uma cor usada em demasia, o ambiente proporcionará os efeitos negativos desta cor, por excesso de saturação ou monotonia ou pela falta de equilíbrio entre cores,  causando uma desarmonia.

Recomendo o cuidado não só com as cores quentes, mas com todas elas pois cada uma tem seu efeito negativo quando mal usadas, não são só flores como diria o ditado popular.

O que cada uma das três significa positiva e negativamente

  • O vermelho significa calor, paixão, intensidade mas seu excesso pode denotar agressividade, impaciência, palpitações.
  • Já o amarelo significa brilho, alegria, expansividade, ótima para manter o foco em estudos ou leituras. Porém seu excesso remete a irritação e covardia, quem já não ouviu a expressão: Ah, tal pessoa amarelou.
  • O laranja é cor de ação impulsiva, transformadora, estimula o apetite, a criatividade, dá uma forte sensação de acolhimento. Já seu lado negativo, no uso excessivo é nervosismo, ansiedade e descontentamento.

Curiosidades sobre o vermelho e amarelo

O vermelho captura a nossa visão, sendo assim uma das cores mais visíveis, perdendo apenas para o amarelo. Isto explica estar em caminhões do bombeiro, sinais de pare, pois chamam realmente a nossa atenção.

Para focar na cor vermelho, os olhos usam a parte de trás da retina, o que força a lente ficar mais convexa, dando uma impressão de que estas áreas da cor estão avançando, em movimento.

O vermelho é ativo e vibrante, veja como ele fica em evidência no espaço.

Como usar bem as cores

Assim como quando vamos montar nosso prato para almoçar e pegamos um pouco de cada alimento fazendo um prato colorido para uma boa nutrição, a cor da mesma forma deve nos oferecer estímulos variados em quantidades equilibradas para uma boa manutenção de nosso humor.

O uso da cor no ambiente, é a soma de arte e conhecimento técnico, pois vão desde as considerações estéticas, passando por volumetria, geometria, equilíbrio das massas, simetria, iluminação, estratégia visual, hierarquia de atenção.

A cor é um dos itens importantes do conjunto de projeto e não há como ter resultados maravilhosos sem um bom planejamento.

Se você precisar de ajuda, dê um alô pois posso te orientar.

E você gosta de cores energéticas? 

Deixe seu comentário.

E obrigada por estar aqui no nosso blog.

Beijão

Maitê Orsi

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Cores calmantes: você pode diminuir ansiedade e nervosismo com elas

Em momentos de incerteza como este, as cores também são um ótimo recurso para te ajudar a manter o equilíbrio. Saiba como usá-las ao seu favor

Escolhi as amostras de cores calmantes em exemplos que vem da natureza. Não conseguimos negar a calma que nos trás olharmos para a água nestes tons turquesa, flores em tons violáceos, o verde em um gramado ou na paisagem e por fim um lindo e intenso céu azul.

A cor é uma linguagem que não encontra barreira para chegar diretamente nas nossas emoções. Assim que as vemos, imediatamente este processo de comunicação se inicia e nos sensibiliza de algum modo, nos transmitindo calma, agitação, energia, introspecção ou tantas outras emoções. Essas emoções originárias das cores geram reações promovidas no nosso interior que podem ser benéficas ou não. 

Estamos em um período difícil pelo isolamento, além das dificuldades e dúvidas em relação ao Covid19 e todas as suas incertezas. Por isto, temos que tirar proveito de tudo que estiver ao nosso alcance para melhorar a nossa rotina e termos sensação de bem-estar e qualidade de vida, além de reduzir o nervosismo e ansiedade de modo natural. Tudo isso pode ser atingido pelo meio dos nossos sentidos.

ENTENDA A INFLUÊNCIA DAS CORES

Através da visualização de uma cor, por exemplo, podemos nos acalmar e diminuir o nervosismo, a ansiedade, além de incrementar bom ânimo. Somente temos que escolher as cores certas para tal finalidade.

As cores claras, com pouca saturação ou, digamos, cores em que o pigmento colorido foi diluído em bastante branco, resultando em uma cor suave, já podem ser consideradas cores que têm este efeito soft em nosso sistema nervoso. Diferentemente de cores fortes e intensas, que nos sensibilizam de modo mais enfático e energético.

Podemos falar sobre cores que transmitem a ideia de segurança também. Nem todas elas são cores claras, como por exemplo a cor apontada pela Pantone para 2020, o Classic Blue. Trata-se de um azul intenso, porém clássico  e que passa a ideia de estabilidade. Em geral, mais intensidade de pigmento resulta em cores mais fortes e para terem este efeito calmante, deverão ser cores da paleta fria, ou seja o azul, violeta e verde.

Um outro exemplo de cor muito calmante, que chega a provocar diminuição no ritmo cardíaco e queda na pressão arterial é o Turquesa. É aquela cor que fica entre o azul e o verde. 

CROMOTERAPIA, A APLICAÇÃO TERAPÊUTICA DAS CORES

Há um ramo da ciência que estuda os efeitos da cor sobre nosso corpo e mente, de modo terapêutico: a Cromoterapia. É um segmento da ciência antiga que remonta aos tempos do antigo Egito, especialmente da cultura védica na India. 

Atualmente é uma prática terapêutica alternativa para tratar males físicos e emocionais, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde desde 1976.

Este estudo nos conduz ao uso apropriado da cor, onde cada uma delas terá um resultado sobre o corpo e mente, tratando-nos para recuperamos a homeostase, ou estado de equilíbrio.

Além da cromoterapia, temos o estudo de psicodinâmica das cores – já parte dos estudos da psicologia – que estuda o efeito da cor em nós.

RELAXAMENTO, Desconforto?

O QUE VOCÊ SENTE COM AS CORES?

Dentro destes contextos, a cor, quando bem usada, é uma aliada. Porém, quando mal aplicada, pode trazer transtorno na rotina, no bem-estar e na nossa saúde, deixando-nos mais nervosos e agitados.

Imagine uma cor que você não gosta, que somente de ver já causa irritação, ai um dia você chega em casa e seu quarto está todo nesta cor. Claro, isso será como um pesadelo e, de repente, você está imerso em sua cor detestada. Imagine a sensação de desconforto! 

A sensação de mal estar dominando cria uma cascata bioquímica que começa e irá provocar desconforto real, um verdadeiro pesadelo. O inverso também é verdadeiro se você usar as cores que te dão bem-estar. A sensação será uma cascata de boa bioquímica, de calma e tranquilidade, um verdadeiro sonho.

Na semiótica, que é a teoria geral das representações, que analisa os signos/símbolos sob todas as formas. A linguagem verbal ou não verbal, ou algo que tem o seu significado externo, no plano da realidade e também no campo do que cada um percebe interiormente e do que representa para cada um, como aquilo é visto. Podemos incluí-la neste nosso tour pelos estudos da cor para o correto embasamento e compreensão de todo o seu papel na nossa rotina.

A cor, pode ser interpretada no seu significado universal, ou em seu consenso geral. 

Já no âmbito pessoal, as cores são interpretadas de acordo com a realidade individual. Isto dependerá do contexto cultural, familiar e social para receber significado ou como funciona ao ser vista, no âmbito emocional da análise psicodinâmica (“conjunto de fatores de natureza mental e emocional que motivam o comportamento humano, especialmente os que aparecem como reação inconsciente aos estímulos ambientais”) e exatamente do mesmo modo, ela pode significar algo no contexto universal ou como é vista pela maioria e no contexto pessoal.

SIGNIFICADOS UNIVERSAIS E PARTICULARES DAS CORES

Como exemplo prático, tomemos a cor rosa.  

A cor rosa, que representa universalmente brandura, é também símbolo de amor fraterno ou maternal. Porém, uma criança que teve uma experiência traumática com esta cor no passado, não irá reagir conforme o significado universal de amor e brandura, e sim de acordo com um significado pessoal, de medo ou aversão. O episódio traumático deixou uma memória negativa e ela reagirá com aversão a esta cor.

Então, se quisermos estudar a cor sob vários ângulos, temos muitas ferramentas conforme falamos acima, porém o que fica inegavelmente colocado é o poder que elas têm de nos colocar em estado emocional e sentimental específico com muita facilidade. 

Gostaria de citar um trecho de artigo publicado que traz mais evidência ao tema:

“Pesquisas recentes do grupo descobriram um pequeno efeito da luz colorida na freqüência cardíaca e na pressão sanguínea: a luz vermelha parece aumentar a freqüência cardíaca, enquanto a luz azul a reduz. O efeito é pequeno, mas foi confirmado em um artigo de 2015 por um grupo na Austrália.” Este é  parte da publicação norte-americana The Conversation e também publicada no site www.sciencealert.com. Esta pesquisa citada norteou mudança na cor da plataforma de trem do aeroporto Gatwick em Londres U.K.. O uso da cor para o azul reduziu em 74% o numero de suicídios que eram praticados neste local. Veja o poder da cor ai comprovado na diminuição de fatores de stress.

Será muito útil um olhar rigoroso para a cor dos ambientes, especialmente nestes tempos de mudanças de rotina a que fomos colocados nesta quarentena. 

E fazermos um manejo positivo de cores nos ambientes para nos beneficiar, será algo muito positivo no aumento de qualidade de vida e diminuição do stress.

E para nós tirarmos este proveito positivo e termos mais calma, tranquilidade baixar a ansiedade devemos usar as cores frias, nos matizes mais claros como é o caso do turquesa, do azul e do lilás. Com certeza ficaremos mais serenos e isso ajudará significativamente no nosso bem estar e qualidade de vida.

Espero que tenha gostado e que deixe seu comentário ou dúvida, que terei prazer em responder.

Beijos

Maitê Orsi 


Com o isolamento, finalmente percebemos que estávamos “fora da casinha”

Saiba porque a quebra do cotidiano é tão impactante e como ajustar melhor a sua rotina para voltar para a casinha!

A nossa reação inicial foi de temor, afinal tudo aconteceu tão de repente, o mundo ficou de cabeça para baixo.

A pergunta era: mas o que está realmente está acontecendo, afinal estávamos em um bombardeio de notícias entre verdades e fake-news, além disto havia um vírus ameaçador e desconhecido, que felizmente já sabemos um pouquinho mais no dia de hoje.

De repente entramos em isolamento social, não podemos mais ter o contato do abraço, reuniões e confraternizações, obrigatoriamente usar máscara, ter cuidado com superfícies em casa e evidentemente nos locais que precisamos ir,  pois materiais como aço, plástico, papelão mantém o vírus ativo por algum tempo, cuidado com o ar estar fresco e o ambiente ventilado.

Fomos observando o nível de desconexão em que estávamos vivendo, conforme fomos entrando na rotina da quarentena. Inicialmente, tudo foi estranho e novo, ao passarem-se os dias, alguns entraram em parafuso, o tédio chegou para ficar, o isolamento doendo, tendo que fazer adaptações radicais na rotina.

Isto tudo nos coloca em questionamento nos níveis pessoal, familiar, digital, distanciamento das nossas raizes como um ser biológico e do nosso meio que é a natureza. Também houve estranhamento com a nossa casa, que deveria ser o amado e celebrado templo do nosso templo (nosso corpo). A enorme desconexão com a nossa natureza, tudo isso começou a ser visto em perspectiva e a necessidade de mudança se mostrando premente, verdadeiramente para ontem.

Se formos listar todos os itens que questionamos de modo integral, será difícil dizer como estávamos longe de nós mesmos, do nosso interior, do afeto, vivendo no passado remoendo mágoas e no futuro, assaltados por ansiedade e incerteza.

Todos em uma só voz reclamávamos de tempo escasso, desejo de fazer algo fora da rotina absorvente do dia-a-dia, como se houvesse um modo automático nos dominando.

Antes de falarmos como tudo isto se desenvolveu, vamos falar sobre “estar fora da casinha”, a expressão refere-se a embriaguez, estar em descontrole, quando se está fora de si. 

Ou seja estar na casinha é então sinônimo de estar em pleno controle de si mesmo e em um estado de confiança.

Como a tal casinha entrou na estória?

Simples, nós temos várias casas:

1-A primeira casa é o nosso querido planeta, este que nos acolhe e provê de todo material que precisamos, o ar que respiramos, a água, o alimento, o material para nossas realizações. Afinal somos constituídos pela matéria proveniente do nosso planeta e das estrelas, assim como necessitamos de nutrição através de seus minerais, micro-organismos como nossa microbiota intestinal, e todos os que interagem em todos os processos de transformação da matéria. A microbiota intestinal é responsável por grande parte da nossa saúde, integridade do nosso sistema imunológico e além dela a inter-relação entre nós, plantas e animais. Isto é muito bem explicado, pesquisado cientificamente com muitas evidências.

2-A Nossa Casa, ou o templo do nosso templo, que pode ter sido encarada ou vista no passado recente, como um lugar que vamos para tomar refeição, dormir, tomar banho. Algo como usar pois esta lá para isto, mas ela representa muito além disto. Quando usamos a palavra templo, referimo-nos a um lugar sagrado, cuja importância em nossa vida é capital. A nossa casa interage conosco o tempo todo.

3-Nosso corpo, que abriga a nossa vida, nossa consciência e a nossa alma. Nosso templo, veste sagrada que mantém a centelha da vida. Aos quais temos que cuidar no dia-a-dia, com rigor e amor para que ele se mantenha saudável e bem por toda a nossa existência material. 

Ele abriga também as nossas relações com nossos iguais e nossos entes queridos em nossos sentimentos e emoções.

Temos ai as nossas três  moradas para serem cuidadas com atenção e amor, valorizando assim a vida e seu desenvolvimento em pleno potencial.

Vamos repensar as nossas relações como um todo

Nós e a natureza, nós e os animais, nós e a nossa casa, mas também conosco mesmos, e ainda a mudança continua e como será a nossa adaptação a ela.

Indo aos detalhes:

Nós e a natureza:

Como escrevi largamente nos artigos Casa Saudável (parte 1 a 9), a nossa relação com a natureza é muito importante para nossa harmonização e para a nossa saúde, mas ultimamente não olhávamos tanto para isto, estávamos tão ocupados com nossos problemas, mundo digital, correria que tudo isso passava paralelamente na rotina, quase como um cenário que sabíamos estar lá mas sem nos provocar nenhuma reação.

Reestabelecer os vínculos com a natureza nos equilibra, melhora nossa saúde mental e física. Coisas simples como observar as mudanças de estação, de estados do dia, como dia ensolarado ou chuvoso, as belezas de mudança da cor da luz diurna, um belo céu noturno, tudo isso nutre nosso corpo, mente e espírito de modo muito significativo.

Isto tudo já foi descrito em textos multimilenares, como os Vedas, no Vastu Shastra que é um conhecimento de harmonização da casa e do espaço cujo conhecimento derivado foi o Feng-Shui, tudo isso já estava descrito há milênios, hoje a ciência já comprova sua efetividade em muitas de suas afirmações e as torna atualíssimas.

Vejamos cada item desta relação:

Plantas

Elas refrescam, purificam o ar, trazem vida para dentro dos ambientes. Nos fazem bem aos olhos pois reconhecemos nelas a natureza, sua harmonia e equilíbrio nos nutrem os sentidos, trazem calma para dentro de casa. No jardim ou no vaso elas nos brindam com folhas novas, flores ou frutos e enriquecem nosso dia-a-dia, como presentes divinos.

A harmonia de seu fluxo de energia, harmoniza o nosso fluxo de energia vital.

Calma! Se não tiver nada disto, uma bela foto de natureza na parede, ou mesmo assistir sobre ela com suas belas paisagens tem um efeito muito calmante e re-equilibrador.

Ar puro

O ar é nosso primeiro nutrimento, aquele que mantém a nossa vida física, por isto faz tanto sentido em cuidar para termos ar puro e fresco para respirar. Os nossos pulmões tem uma anatomia alveolar, pronta para as trocas gasosas no seu interior. E para manter nossa saúde e bem- estar, porém precisamos cuidar conscientemente da qualidade do ar, não ficando em ambientes fechados sem troca de ar com o exterior. Também manter nossos aparelhos de ar condicionado com seus filtros limpos, termos cuidado com a emanação de produtos voláteis tóxicos como produtos de limpeza e verificar os produtos que são usados em materiais de construção e acabamento em nossos lares pois eles podem emanar substancias como aldeídos por muito tempo que sao comprovadamente tóxicos para nosso organismo.

O sol, nossa estrela, calibra os ritmos do planeta e os nossos.

O Sol

Tem o poder de nos colocar no ciclo, este é o ciclo circadiano, dos quais dependemos para ter saúde. Através do período luminoso (dia) e do período noturno, temos um ajuste de nossos hormônios, que comandam nosso bem-estar. Estes são prioritariamente o Cortisol, repare que ele tem sol na seu nome e a Melatonina que modula nosso descanso.

Todos sabemos da importância do equilíbrio destes dois protagonistas no nosso eixo hormonal que comandam nosso sono ou o estado desperto. Se houver muito cortisol, ficaremos fatigados mesmo de dia e se não houver melatonina, nosso sono não ocorre, pois é ela que cria o relaxamento e sabemos que um sono de qualidade nos mantém saudáveis.

Além da melatonina e cortisol, dentre tantos hormônios importantes, temos a vitamina D, que pela sua importância é considerada como pro-hormônio e que pode ser capitalizada através da nossa exposição ao sol, aos raios UV ou ultra violeta, diariamente em até em 20 minutos, isto já fará com que possamos preparar e assimilar esta poderosa substância que pode incrementar muito nossa saúde física e mental.

Gostaria de lembrar que o UV ( Ultra-violeta) não atravessa o vidro e precisamos do UV diretamente na pele, ao ar livre ou com a janela totalmente aberta, pois ele alem de ser fundamental na síntese de vitamina D, é um poderoso bactericida e como ao passar pelo vidro ele é barrado, se exponha diretamente.

Água 

Água é o fluido universal, para nossa composição corporal, funcionamento cerebral é da maior importância, é a substância que limpa e desintoxica o corpo. Assim, estarmos bem hidratados é mandatório para nosso bem-estar e saúde e também contempla-la em um lago, uma piscina,  de algum modo na natureza,  tem um efeito reconectador,  que nos traz muito bem.

Em casa ter vasos de vidro que mostrem sua limpidez enquanto ela hidrata folhas e flores traz um símbolo que nos nutre a mente e provoca bem estar.

Pés no chão ou grounding

Este contato com o planeta de modo direto, sem sapatos,  nos promove uma troca de elétrons muito benéfica, muito equilibradora e deve ser feito com os pés totalmente descalços na grama, na terra ou areia. Experimente!

Estética da casa

Lembrar de que devemos ter elementos que nos remetam a natureza, que nos ofereçam suas formas orgânicas e sua beleza, como já foi dito, através de plantas, materiais naturais, boa entrada de luz natural. E é claro, também boa iluminação artificial que possa garantir nosso bom funcionamento sem ficarmos estimulados em excesso na parte da noite pois o sono é fundamental para nosso bem-estar e saúde. São cuidados para não atrapalhar o equilíbrio de liberação hormonal (ciclos de melatonina) que trarão o repouso e relaxamento, consequentemente o sono bom e reparador.

Quando bem trabalhada e harmonizada a casa torna-se um templo de paz para o nosso templo (corpo) e nos permite sermos mais felizes e criativos, pois o ambiente já está passando uma mensagem constante de diminuição do estresse, as energias harmoniosas são muito poderosas, sendo assim podemos fluir com mais propriedade e cultivar nosso progresso em bem-estar, saúde e nosso auto-conhecimento.

Elaborar o nosso relacionamento

Como nos relacionamos com o outro, é sempre uma perspectiva importante. O relacionamento para ser construtivo deve basear-se em uma interação construtiva e harmoniosa, amorosa e respeitosa. Moldar nossas ações na compreensão e interação mútua trarão efeitos valorosos de fortalecimento de laços afetivos, não precisamos lembrar o quanto isso melhora a nossa saúde e bem-estar.

Os pets nos demonstram amor incondicional, energizam o ambiente e trazem alegria.

Com os animais:

Acredito que não estamos sendo suficientemente responsáveis neste relacionamento, nós humanos teríamos que ter uma atitude mais amorosa e respeitosa com os nossos irmãozinhos menores. Tratar os animais de uma forma mais humana já se faz premente.

Respeito aos animais silvestres, isto é um fato para ser repensado, lembrando que o morcego e o pangolim estão aparentemente no principio desta pandemia. Eles não deveriam ser usados como alimento pois eles tem um microbioma e microbiota que não são permitidos para nossa natureza, nos expõe a vírus e a uma microbiologia que nosso organismo pode ter muita dificuldade de se  adaptar, como estamos observando com o Covid19.

Ainda temos que ressaltar o valor dos animais em nossa rotina, pois quem tem um Pet em casa sabe da alegria e energia que nos proporcionam, lembrando que esta relação traz alegria, aumenta nosso bem-estar e saúde e longevidade.

Nossa casa:

O templo do nosso templo, precisa receber mais atenção e nosso olhar de um modo a interagir para o nosso desenvolvimento como seres. E para isto a casa precisa receber nossa energia, atenção e elaboração, pois os beneficiados seremos nós mesmos.  Gostaria de citar aqui o artigo: A casa pós Covid19,  para leitura e entendimento de tendencias marcadas pela ocorrência desta pandemia que mudou a rotina em grande parte do mundo.

Um olhar para dentro de nos mesmos:

Finalmente agora, talvez tenhamos tempo para nós mesmos na nossa agenda, para praticar mindfulness ou vivenciar o momento presente e a meditação para nos auxiliar a transcendermos as barreiras físicas e termos uma compreensão mais extensa deste universo.

A nossa adaptação à mudança: 

Gostaria de citar aqui o I Ching, o conhecimento arquetípico, oracular  que nos afirma há mais de quatro milênios que:  

A única verdade é a mudança. 

Isto coloca em cheque a nossa ideia da imobilidade das situações, a ideia de segurança dada pela ignorância ou desconhecimento do movimento continuo da energia, da dinâmica do universo.

Devemos ver a mudança sem medo. E para realizar isso de modo prático, uma das maneiras mais eficazes é sem duvida o autoconhecimento, quanto mais conhecemos nosso universo interior mais percebemos que tudo ocorre de fato neste espaço do nosso ser. 

A meditação é uma ferramenta poderosa para nos centrar, termos fé e encontrar o Divino, da maneira (fé ou religião) que inicialmente cada um se identificar e empreender as próprias buscas em torno de conhecer mais e se aprofundar é um ótimo caminho.

O mindfulness é o exercício que nos coloca exatamente no aqui e no agora, isto já garante uma queda abrupta no medo e ansiedade.

Enfim, nos reencontrarmos com a natureza, com o nosso espaço interior, trazer a natureza e a harmonia para dentro de casa, iluminar nossa mente e coração com sabedoria e amor.

E regular nosso ritmo com os ritmos da natureza, com amor e gratidão.

Tudo isso vai nos colocar triunfalmente de volta para a casinha e de modo muito mais intenso e nela vamos reencontrar mais alegria, saúde e bem-estar, vale a pena tentar.

Porque quando nosso ser está centrado no momento presente, conectado à natureza, em seu ritmo gloriosamente sincronizado com os ritmos do nosso planeta, do sol, respirando profundamente ar puro, o sentimento de gratidão e contentamento nos invade. 

Importante dizer que não importa o que esteja ocorrendo fora da casinha, se estamos em crise ou em tempos de calmaria, agindo e nos sentindo centrados, reconectados, certamente estaremos com ótima saúda mental e física, na condição de poder elaborar nosso espaço e para desfrutar dele como em um diálogo amoroso. 

“Um dia nós fazemos a casa e depois la nos faz!”

Quero acrescentar que de posse destes conhecimentos aqui abordados e de como nos conectamos e como elaboramos a relação conosco e com o nosso espaço, tudo ficará mais rico e inteiro, inclusive nós mesmos.

E você o que acha sobre tudo isto? Deixe seu comentário ou pergunta que terei prazer em responder.

Um beijo 

Maitê Orsi

Como ficará a casa após o Corona Vírus?

A nossa casa é o templo do nosso templo (corpo), devemos cuidar bem dela.

Acompanhe as mudanças que estão chegando em nove ítens

Uma Pandemia é um evento de proporções mundiais, com isso traz mudanças profundas nos nosso hábitos e sobretudo no modo de habitar.

Vamos ver de forma resumida para termos uma ideia de como foi isso ao longo do tempo:

A pandemia em 1918, chamada de gripe espanhola, tinham um aliado na sua transmissão dada a ausência de medidas sanitárias e de ambientes que permitissem uma boa higienização em todos os níveis pois isto não ocorria como politica publica e nem no âmbito pessoal ou familiar nas residências. Era comum ter quartos sem janela, as famosas alcovas que não tinham contato exterior e eram como um anexo a sala, cômodo pequeno e sem luz natural e entrada de ar,  com isso ficavam sem renovação de ar, sem a sanitização da luz solar matinal, que e tão importante aos dormitórios saudáveis. O hábito de se lavar as mãos não existia, era uma época em que regras e costumes de higiene eram pouco usados e em geral as pessoas achavam desnecessário dada a ignorância dos resultados positivos para a manutenção da saúde.

Com certeza teremos mudanças substanciais no projeto da casa em razão do Covid19, nos nossos usos e costumes que afetarão bastante a nossa rotina.

A casa como nosso refúgio tem através da historia se adaptado, perante as exigências para nos atender sempre melhor.

O conhecimento de todos os itens que envolvem um projeto é de capital importância sempre, mas especialmente nestes momentos em que há a necessidade de mudança.

O que o Corona vírus tem a ver com isto?

Este passado de várias epidemias e mesmo os tempos de guerra, com todos os seus rigores e dificuldades, trouxeram-nos conhecimento de como proceder para evitar muitos contágios com regras básicas de higiene. Este conjunto de conhecimentos, usos e costume foi se arraigando e com isto a saúde geral foi melhorando, ao longo do tempo, ate chegarmos aqui.

Mas neste momento temos que falar especificamente do covid19 ou corona vírus que está provocando isolamento social de varias maneiras e em boa parte do globo terrestre e mudanças nos usos e costumes ou no tocante à nossa higienização rotineira, que estamos revendo e por isso a casa precisará se adaptar para atender as novas exigências.

O que é um vírus e seus mecanismos de contágio :

Temos que entender a biologia básica do que é um vírus.

O nome vem do latim e significa veneno ou toxina, e constituído por uma molécula proteica, de dimensões tão ínfimas que só pode ser visto através das lentes de microscópios eletrônicos. 

Ele é acelular ou seja, não tem célula, o seu decaimento depende de temperatura, umidade, meio em que se encontra. 

Neste caso especifico do virus Covid19, ele se propaga pelo ar, através dos fluidos como saliva, espirro, por isso a necessidade de uso de máscara e o vírus pode ficar ativo em superfícies em superfícies como pisos, tampos mesmo papel, embalagens.

Atenção aos nove itens que deverão mudar na casa pós corona vírus:

1- A conexão emocional e espiritual entre nós e nossa casa, vai ser incrementada:

Conexão genuína entre nós e casa, nosso diálogo com o espaço será mais amoroso de troca e de reconhecimento ao nosso refúgio, este será um modo profundo de entendermos melhor como o nosso ambiente nos serve e como podemos incrementar esta relação de constante feedback que recebemos do ambiente e como o energizamos.

A casa passará a ser entendida como um organismo vivo, capaz de interagir de modo muito mais eficiente como auxiliar e coadjuvante no seu bem-estar, saúde e alto-astral.

De repente, estaremos mais conscientes de que ambientes saudáveis são fundamentais para a nossa vida saudável, considerando a qualidade do ar, admissão de luz natural, mood ou estado de humor.

2- O nosso autoconhecimento está sendo convidado a melhorar dia-a-dia:

Teremos nosso lugar para o isolamento onde possamos no sintonizar com energias mais elevadas. Em profundas meditações, pranayama, sound-healing e outras praticas de auto-conhecimento.

O isolamento social está nos mostrando isto, ensinando que é necessário voltarmo-nos ao nosso interior, pois é do nosso interior como ponto inicial que conhecemos o universo, ou o exterior.

Além disto o autoconhecimento é um mecanismo importante para nos auxiliar a reduzir a ansiedade, o medo e a incerteza.

3- A natureza vai entrar com mais ênfase no ambiente interno, tirando a aridez.:

As plantas serão mais valorizadas e amadas pelo seu papel em nossas vidas, nosso bem-estar e saúde.

Porque a natureza harmoniza o ambiente e purifica o ar, hidrata e nutre. Visualmente nos harmoniza e nos religa a nossa natureza.

Incrementar a natureza dentro de casa, será com certeza uma tendência.

Os efeitos sobre o nosso bem-estar e saude mental são cientificamente comprovados, haja vista o estudo de Biofilia, de Neurociência que comprovam a interdependência das especies na manutenção da vida.

As entradas de luz natural e ventilação natural, serão mais bem posicionadas no imóvel  e valorizadas, assim como um lugar para poder se tomar sol diariamente. 

Os efeitos da vitamina D, que de tão importante é classificada como um hormônio que e capaz de implementar nossas respostas imunológicas é obtida pela simples exposição do corpo com áreas de pele expostas por 10 a 20 minutos diariamente. Os efeitos da vitamina D sobre nosso sistema imunológico e muitas outras funções vitais é largamente descrita e documentada na literatura cientifica.

Lembram-se de muitas casas construídas em décadas passadas tinham seu quintal com algumas árvores frutíferas e local para a hortinha? Pois é, prazeirosa de ter, cuidar e receber todos os benefícios que ela pode nos oferecer.

4-Os modos de compartimentação e organização serão alterados:

Uma ênfase enorme será dada a limpeza e purificação, já no hall de entrada do imóvel teremos um conjunto de dispositivos para a higienização. E todos os dispositivos de higienização como frasco de álcool gel, lugar para deixar os sapatos, lugar para higienizar a sola dos sapatos, como tapetes com solução de hipoclorito, ou solução asséptica, conforme já estamos fazendo agora. Tudo isto para a higiene pessoal ao entrar bem como das coisas que chegam como encomendas, compras e entregas.

Observando que algumas destas rotinas já são usadas por outras culturas como no Japão, onde os sapatos nunca adentram os ambientes internos, sendo deixados na entrada para evitar a contaminação do piso e consequentemente do ar e superfícies.

Provavelmente teremos um lavatório ou lavabo muito próximo a entrada para evitar entrar com as mãos “contaminadas”.

Nos países de clima frio, há na entrada um armário para deixar os casacos e botas cheias de neve. A ideia será com certeza adaptada para outros climas com o uso diferente, ou seja, com finalidade de guardar o que não deve ir para o interior e podermos fazer a higienização logo ao chegar. 

Lugar para deixar a roupa que foi usada no trajeto externo, para ser lavada.

Superfícies e tampos mais fáceis de higienizar, bem com dispositivos envolvendo iluminação UV em circuito fechado para higienização. Já temos o exemplo de maçanetas autolimpante com ouso de luz ultra violeta. A luz U.V. Tem poder germicida e higienizador, lembrando que a temos nos raios solares e são gratuitas.

Então tecnologias que facilitem a limpeza virão rapidamente.

Aqui vou colocar um conhecimento que vem de tradição que e a orientação dos dormitórios para o sol norte, para que eles possam ser banhados pela luz higienizadora e manterem a saúde do ambiente e consequentemente dos seus moradores.

Os dormitórios quando bem orientados nos pontos cardeais, são mais saudáveis e promovem mais saúde.

Com certeza estaremos buscando uma casa mais integrada, no conceito aberto, sem muitas compartimentações. Onde a familia possa fazer a sua rotina mais integrada e fluente.

Valorização de pontos para o lazer, para a prática de atividades físicas.

A presença dos PETs estarão ainda mais em destaque pois eles dão vida aos espaços, brincam, divertem-se e nos divertem com sua companhia sempre amistosa.

Haverá valorização do espaço para o Home-office, pois parte das atividades poderão ser cumpridas trabalhando de casa, como já estão sendo realizadas.

Trabalhar de casa requer um local adequado e confortável.

5- Mudança nos móveis serão vistas, pois eles são as peças de interface imediata entre nós e nossa ação de rotina:

A busca por praticidade para a limpeza e higienização, moveis que permitam vassouras, rodos ou robots transitarem mais livremente para limpeza entre o piso e eles.

A facilitação e a praticidade serão itens de decisão de escolha das peças de mobiliário, mas claramente os outros itens envolvidos na escolha não serão esquecidos, como conforto, beleza e a praticidade terá que estar envolvida pois será um item decisivo.

Aqui pode-se destacar moveis volantes ou com rodízios para serem fáceis de movimentar, moveis que facilitem a limpeza sob os mesmos. Moveis multifunção que aumentem a interface de colaboração num mesmo espaço em varias funções em que for exigido.

6- Mudanças na cozinha para que seja mais fácil preparar alimentos saudáveis: 

Com a valorização da saúde em níveis mais elevados do que antes os alimentos frescos serão muito valorizados, também de produção local pois a nutrição que incrementa a saúde será um novo costume. A tecnologia irá acompanhar este momento, buscando auxiliar na rotina. Além disso a cozinha será um local mais integrado ainda pois quem prepara o alimento participa da rotina da casa. Será uma maior valorização do conceito aberto, onde no imóvel as salas e até varanda tem grande integração física e visual.

Cozinhas mais tecnológicas e praticas para preparo de alimentos saudáveis.

7- Na parte de infra-estrutura teremos valorização da energia:

Como exemplo a energia fotovoltaica como substituta para a energia elétrica convencional, para se obter mais autossuficiência pois a energia é captada do sol por painéis fotovoltaicos. Teremos mais reservatórios de água para reuso, captada da chuva e usada para lavagem ou irrigação, valorizando e respeitando os recursos hídricos.

Compostagem, aproveitando as partes vegetais descartadas no preparo de alimento, para criar um composto vegetal riquíssimo para uso nas plantas e paralelamente diminuirmos o impacto de descarte de lixo orgânico que são responsáveis por enorme formação de CO2.

8- O serviço de cuidados com a casa será menos terceirizado:

Com a vivencia dos espaços neste período de quarentena, pudemos olhar com muito mais detalhes a arrumação, a limpeza e perceber como isto faz diferença na nossa rotina.

Onde antes diríamos: Vou deixar isso para ser feito depois, teremos o prazer de fazer, observando o quanto de satisfação e bem-estar uma ação de organização e limpeza promovem.

9-Passaremos mais tempo em casa:

Depois de experimentar a quarentena, descobrimos muitos valores esquecidos de como é estar em casa e poder desfrutar dela. Ela será mais incluída nos planos de trabalho e lazer, diferentemente de antes que talvez colocássemos a casa no último lugar.

A casa passa a ter mais protagonismo na vida de cada um.

Para concluirmos tudo isso, como será esta mudança:

Estamos aqui falando em mudanças que nascerão em projetos novos mas também de casas, não importa a idade que tenham, precisaremos rever estes itens e esta revisão não será imediata mas ocorrera como em uma onda, onde daqui algum tempo, teremos estas mudanças incorporada aos imóveis, marcando a historia da casa e nosso convívio com ela.

O Covid19 provocou isolamento social, medo, rigor, atenção sem precedentes a detalhes que antes não eram se quer considerados e necessidades prementes de que a casa  corresponda a adaptação relâmpago, consequentemente estaremos mais exigentes nos dias vindouros e observadores em termos de necessidades.

Espero que tenha gostado e agradeço a sua presença aqui no nosso blog.

Se tiver perguntas deixe para que possa responder.

Deixe seu comentário e de como você vê toda esta onda de mudanças que o Covid19 esta provocando em sua vida.

Se precisar de orientação marque uma consultoria on-line.

Temos solução para seus problemas e modos de melhorar muito o seu ambiente para que você possa ter mais conforto e bem estar, alem de tudo praticidade para a rotina da casa.

Beijos 

Maitê Orsi

Você já pensou como o ambiente te afeta?

“Bora” colocar atenção nisso, porque:                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   

A nossa vida é o produto de como nos               relacionamos com o universo!

Para entender como o ambiente nos afeta, temos que olhar desde o nosso interior, passando pelo exterior, nossa casa e espaços que passamos mais tempo, indo até as estrelas. 

Como diz o Feng-Shui, o conhecimento milenar ancestral de harmonização dos ambientes, as relações estabelecidas entre  o ser humano, a terra e o céu.

Nós não somos uma existência individual, somos uma sincronia, uma rede de tudo que nos cerca e que principia desde nosso interior reflete para fora e vive um ciclo de emissão/recepção ou constante fluxo de feed-back.

Sincronia com a natureza é a chave de termos saúde, um simples exemplo e o ciclo circadiano, ou dia/noite para calibração de nosso sono e atividade com disposição.

Na atualidade, nos encontramos tão desconectados que achamos que esta desconexão é a nossa natureza. 

Como estamos agora:

Precisamos refletir e acompanhar o ritmo da vida, natureza, cosmos, em sincronia, significa para nós uma existência mais harmônica e equilibrada.

São muitas forças que nos sensibilizam, atuam, interferem, participam e fazem de nós quem somos e automaticamente como nos sentimos.

O que é acertar o sincronismo com toda a vida, são tantos os mecanismos operantes neste cosmos que precisamos estar em harmonia com eles.

A humanidade como um todo, nos dias de hoje, está enferma. Os números estatísticos de enfermidades é alarmante. Obesidade, uso de remédios de uso continuo, diabetes mellitus, depressão e tantas mais.

Este fato pede de nós uma profunda reflexão pois além de cuidar do como nos alimentamos, temos atividade física, descanso e todos ritmos que estabelecemos, temos que nesta equação incluir sem duvidas os nossos ambientes.

Vamos olhar os detalhes e todas as relações para entender mais:

O Corpo:

-o poder das praticas físicas e inegável em nosso bem estar, devem ser feita de acordo com a nossa preferência e bem orientadas pelos profissionais da área. Restabelecer a sincronia de estar em ritmo com a vida do planeta, a natureza. A sabedoria ancestral recomenda: o corpo é um sistema que foi feito para o movimento.

-Alimentação Saudável, …. a orientação e personalização de uma rotina para dar ótimos resultados é muito importante pois um profissional nutricionista ou nutrólogo podem podem dar a vc os atalhos para obter melhores resultados em menor tempo. Mas a regra da vovó de escolher ingredientes frescos e naturais, sem contaminantes, evitar todo e qualquer excesso é sabia também.

-Ambiente, a reverberação deste ambiente sobre nós no âmbito físico, mental e espiritual é digno de prestamos atenção.

A Mente e o espírito:

Exercitando a mente em seu modo tempo presente.

-tenha um cantinho devotado ao sagrado, dedicado ao contato com seu interior. Para isso podemos praticar meditação e mindfulness. Estas sao ferramentas de auto-conhecimento.

  • além da meditação e mindfulness, devemos falar em Feng-Shui, pois este conhecimento multimilenar tem muito a nos ensinar sobre o equilíbrio que precisa ser estabelecido para entre nosso templo, corpo/mente/espírito com este ambiente que é o templo do nosso templo.
  • A nossa mente funciona em sua maior parte no modo inconsciente, ou seja 95% do tempo e só 5% em modo consciente, pela mente lógica e analítica. Sendo assim veja a importância de meditar para aumentar a interação entre inconsciente e consciente, serenidade a mente e manter um padrão harmônico de ondas cerebrais. 

Conexão com o ambiente e natureza:

Estar em conexão, isso não é incluir um modo a mais, isso significa estar no modo.

Colocando a sua atenção em seu ambiente:

-na serie que escrevi intitulada de Casa Saudável, abordo vários âmbitos para nos tornarmos cientes de como nosso ambiente contribui positivamente ou não.

-Um aspecto de fundamental importância dentre os outros abordados, que nos dá ritmo, quando falamos em respeitar o ciclo circadiano, estamos simplesmente falando: entre no fluxo da natureza, este marcador que temos nos pede equilíbrio, para termos um dia de atividade com muita disposição e uma noite de sono profundo e reparador. A receita é simples, expor-se por alguns minutos ao sol, e a noite evitar a frequência da luz azul, só isso ja faz este milagre da natureza funcionar.

-Estar em conexão com a natureza significa estarmos acompanhando o fluxo de energia que mantem a tudo no cosmos, há um ritmo, um movimento.

-O ambiente tem muita importância nestes itens pois estamos a maioria de nosso tempo em ambientes internos, na verdade são em torno de 90% do nosso tempo, isto é muito mais do que imaginamos, ou parece que nem tanto, mas na verdade esta é a media de tempo, incrível não é?

Há um numero crescente de pessoas que desejam obter mais da sua existência e este artigo e para você que busca isto, o aprimoramento continuo é parte da nossa natureza, mas não nos esqueçamos que cada um tem seu ritmo e tempo próprios, quem tem pressa de se aprimorar pode olhar com respeito amoroso a quem quer ficar exatamente onde está.

Como engrenar nossos relógio biológico com o da natureza.

Temos um ritmo ou ciclo circadiano, regulado pela luz e pelos ritmos da natureza como fases da lua, temperatura, luz solar.

Neste aspecto, podemos enfatizar a importância da natureza em nossas vidas, o contato com ela nos auxilia de muitos modos, incluindo a calibração do nosso ritmo. Além do ciclo circadiano, obedecemos vários ritmos em âmbitos energéticos por exemplo, em aspecto de percepção, ou aquilo que chega via percepção através dos nossos sentidos.

E preciso mudar!

Temos que repensar nosso estilo de vida, pois nossa relação com o ambiente tem que ser vista, elaborado e corrigida em que for necessário, podemos repetir com constância os hábitos errados que desconstroem nosso bem estar.

Vamos enumerar algumas boas praticas para obtermos bons resultados:

1- Reconhecer a importância do ambiente em nossa vida, trabalhar par que ele seja harmônico e auspicioso.

2- Elaborar o ambiente da casa ou escritório de maneira que ele possa oferecer uma rotina de praticidade, comodidade, alegria. Para se obter isto temos que ter olhos para móveis inteligentes,  capazes de interagir com nossas necessidades de armazenagem, uso e beleza.

Ressalto aqui a importância de um ambiente bem projetado.

3- Incluir a natureza, sua sabedoria natural e fluxo na nossa casa. Tenha plantas, cuide bem delas. Eu tenho uma cliente muito querida que conversa com suas plantas e tem vasos maravilhosos, sempre floridos, como se agradecendo a forma amorosa e interativa.

4- As plantas dentro de casa, ar limpo e fresco, beleza e equilíbrio, cores belas e harmônicas, funcionam como nutrientes para nosso ser. 

A casa precisa estar limpa e organizada, o ar de ótima qualidade sem poluição química. A iluminação natural deve ser abundante e com possibilidade de controle.

5- Organização conta muito para a nossa paz interior pois ficamos com a impressão de tudo esta em seus lugares e não perderemos tempo para infinitas procuras se de algo precisarmos nos objetos guardados.

6- Ambientes bem iluminados, deixe o sol entrar por pequenos espaços de tempo pois ele renova a energia e tem efeito asséptico, ou tem o poder de eliminar micro organismos nocivos a saúde.

7- Cuide do silêncio mas também cuide do som. Lembre-se que boa musica nos faz bem e traz alegria, sons da natureza nos reequilibram, o som é um estimulo qualificado para criatividade e bem-estar.

8- Imagens e quadros, assim como objetos, devem te provocar boas impressões, como alegria, positividade e bem-estar.

9- Investir em qualidade pois isto significa ter que trocar menos, ter um objeto ou móvel que tenha valor emocional e boa qualidade, isto resultará em durabilidade na composição.

10-Lembre-se de ter um cantinho privativo, silencioso, onde possa praticar sua meditação ou qualquer ato de fé pois isto reforça nosso interior.

Espero que encontre nestes itens assunto para colocar em prática, lembre-se que olhar amorosamente para o ambiente nos enriquece e acrescenta qualidade de vida e bem-estar.

Agora você tem ferramentas para compor o ambiente que te afeta para seu bem-estar e qualidade de vida.

Viver de modo mais completo, feliz e harmonioso nos leva a uma existência mais plena!

Deixe seus comentários ou perguntas, terei prazer  em responder.

Obrigada por estar conosco.

Beijos

Maitê Orsi

Você sabia que o estilo clássico pode retornar como tendência para 2020?

Porquê usamos e abusamos do estilo retrô em pleno século XXI? Hoje vivemos no futuro ou no passado?

Piso de mármore, moveis de estilo, lustre de cristal. A opulência e simetria combinadas.

No estilo de um ambiente, ou seja, como ele foi pensado, seja ele clássico, vintage ou retrô, ou outro, estamos falando de modos estilísticos gerados em tempos passados, ou seja ao adentramos um ambiente em estilo conforme citado, voltamos instantaneamente ao passado ou na sua época de criação, isto ocorre como em uma viagem no tempo. 

Uma pergunta verdadeiramente intrigante é porque hoje, em pleno século XXI, voltamos nosso olhar para o clássico, ou para o passado e este estilo é novamente tendência?

Vamos analisar e questionar porque, entender e observar este comportamento num gostoso exercício de análise. 

Vamos entender porque todas as vezes que ansiamos pela tradição, há um contexto de incerteza e forte sensação momentos de turbulência e isto motiva a busca por referências que tragam segurança.

Conhecendo melhor o estilo clássico:

O período clássico refere-se ao século IV e V a.c., marcado pelas colunas e volutas, molduras e arremates características da Grécia antiga.

Linhas clássicas são simétricas, (equilíbrio geométrico na composição de peças, geralmente deixando um lado igual ao outro) remetem à sofisticação, trazem a sua herança antiga greco-romana e que ao longo do tempo foi enriquecida pelas decorações inglesas e francesas, e que foram renovando e incorporando outros detalhes ao estilo que hoje chamamos de clássico. 

Muitos lustres de cristal, móveis imponentes, mármore no piso, cortinas longas em veludo ou brocado, prataria e cristais, abajures e flores pelo ambiente, assim se apresenta o ambiente clássico. Há sempre um clima de sofisticação festiva marcante, além da opulência e riqueza que deseja expressar visualmente.

O Vintage e o Retrô 

Já o estilo a que chamamos vintage, consagra o século XX como sua grande referência, com as revoluções que houveram no design de móveis, as peças como a poltronas do casal Charles e Ray Eames ou a poltrona Barcelona, tornaram-se ícones do design e de elegância e bom gosto. Peças autênticas ou seja feitas nas décadas de 20,30,40,50, ate os anos 90 são cultuadas como representação da época.

Hoje são chamadas de clássicos do design e muitos moveis ganharam este status.

Já o chamado estilo retrô, olha para o passado com admiração, usa os elementos dele como se fossem a sua bandeira de bom-gosto mas usa o estilo passado com peças produzidas hoje como cópias deste admirado passado.

Este passeio no tempo, do clássico, passando pelo século 20 nestes clássicos do design que  também acabaram sendo considerados atemporais, ou seja aquilo que não sai de moda, que cabem na definição de um clássico.

Seria uma hesitação em relação ao futuro?

Enfim, estamos em pleno século XXI mas me parece que olhando para o futuro com hesitação. Só lembrando que nas décadas passadas falávamos nesta década que estamos de modo a que materializasse nossas expectativas sobre o futuro idealizado.

Realmente hoje a tecnologia nos traz inovações em todos os aspectos, tornando os materiais mais práticos e versáteis, ela está presente em tudo de simples dispositivos como nossos fones de ouvido até RA ou realidade aumentada ou IA ou inteligência artificial, empresta um design avançado e inovador. 

Até em um estilo clássico ou retrô, que trazem uma estética de antiguidade, a tecnologia estará embarcada nos dias de hoje, com a exceção de peças originais e autenticas antiguidades.

Porém a estética do antigo hoje, fala muito de nossos sentimentos e emoções mas sobretudo de medo ou incerteza e é este o ponto que queremos entender. Claramente a escolha pelo estilo do passado, opulento, requintado será uma busca pela segurança aparente, um refúgio para tempos de incerteza?

Vamos falar mais em detalhes sobre isto que parece ser a peça chave deste questionamento.

No design de interiores se busca No geral, uma série de qualidades para dar ao espaço todos os recursos esperados e hoje as pessoas esperam ter conforto, buscam uma elegância atemporal, não especificamente a do clássico, pois as tendências do momento, ou do ano, são fugazes e talvez uma linguagem contemporânea não expressará a segurança almejada.

Há uma opção de estilo que não seja o clássico?

Com toda a certeza, sim! 

Aliás há uma infinidade de estilos, alem de uma leitura própria e mais atualizada do próprio clássico.

Começamos a analisar pelo fato de que hoje temos um telefone celular que tem uma capacidade de processamento, que há 10 anos seria inimaginável, também sistemas de controle e automação (domótica) para controle de iluminação, som e imagem, persianas, eletrodomésticos conectados a internet das coisas, bem como tecnologia fotovoltaica para gerarmos nossa própria energia e uma infinidade de itens tecnológicos que sonhávamos há poucos anos atrás.

Por outro lado temos que vestir esta tecnologia com um estilo A ser eleito.  O estilo clássico representou uma época, foi capaz de emoldurar um longo período no passado, representando simetria, equilíbrio, luxo.

Se o clássico representa tudo isso apontando para seu glorioso passado, o que ou qual estilo nos representa de fato nos dias atuais?

Mudança de Paradigmas no modo de viver/habitar

Estamos em um momento da história humana em que muitas coisas naturais e que havíamos esquecido, vem fazendo sentido, como cuidar mais de nós mesmos e sermos mais conscientes de nosso ser, físico, mental e espiritual. Valorizamos gradativamente a expressão de nosso sentimento e identidade, nossas emoções, conforto (este está e sempre esteve na pauta do ser humano), respeito o meio-ambiente, consumo responsável entre tantas ideias, conceitos e sobretudo já incorporamos a ideia de que sem saúde e qualidade de vida, ficamos longe de poder ter uma vida em alta performance.

Sendo assim algumas tendências estilísticas que não o estilo clássico também podem nos representar de maneira mais genuína e coerente com os nossos tempos atuais, talvez muito melhor que o clássico e de modo mais atualizado, faria muito mais sentido não sermos tão anacrônicos ou deslocados no tempo.

Então como resolveremos o dilema de usar um estilo como há séculos atrás em aparência mas portando tecnologias do século XXI?

A escolha do estilo clássico reflete sobretudo um olhar nostálgico e uma busca por segurança de tempos que já se foram e que representavam o melhor para aquela época em que estavam sendo  a tendência.

Talvez o nosso olhar mais confiante no futuro, sem nos sentirmos como estando em tempos tão  turbulentos, mesmo que estejamos, seja a solução para uma renovação maior, visto que a aparente calma passada pelo período clássico em sua época de apogeu na antiguidade é amplamente ilusória pois foi um período marcado por enormes mudanças e sendo assim, reconheçamos que a calma e a paz do nosso espaço depende mais de uma atitude de nós mesmos. E do nosso estado emocional permeando as nossas coisas preferidas do que um estilo em particular.

Um estilo que nos represente hoje, nos atualizaria e nos colocaria no aqui e agora, quase um mindfulness  (técnica para experimentar mentalmente o momento presente) só que no âmbito estético, porém aprofundando a nossa experiência cotidiana com níveis maiores de qualidade de vida, trazendo elementos que a cidade nos sequestra, que são boas doses de natureza, ar puro, materiais com ótimos níveis de biossegurança, livres de COV’s como disse na série de artigos Casa Saudável e também que possa falar muito de perto em nosso coração para aumentar o nosso amor e ligação com o nosso espaço.

Mix and match sensations, talvez possamos dar esse o nome.

Um mix and match ou seja uma junção, mistura de elementos diversos que possam representar as nossas próprias posições e preferências neste período, no âmbito pessoal ou familiar. Cunhei esse termo para tentar expressar algo que estamos em busca por entre as rachaduras do estabelecido.

Algo que possa transmitir um pouco da nossa crença e convicção atual, com os olhos no bem estar e conforto, visto que a casa deve ser promotora de bem-estar e saúde também, para isso a adoção de materiais, sistemas tecnológicos, signos e símbolos, cores,  tem que ser escolhidos a dedo.

Estamos em meio a muito conhecimento nos dias de hoje e ele deve ser aplicado e refletido no nosso dia a dia para nosso bem-estar, nos oferecendo o que há de melhor em experiência de uso e convivência.

Devemos reconhecer o quão ativo, repercussivo é o papel do ambiente em nossas vidas e como este é capaz de produzir uma infinidade de efeitos para nosso bem ou mal estar, reconsiderando a definição de habitar, para tornar nossa experiência mais plena e qualificada.

A responsabilidade de projetar com excelência encerra esta definição que foi comentada em parte e acrescenta mais elementos importantes na confecção de um ótimo projeto, com toda a tecnologia disponível, para que o usuário possa experimentar de forma mais integral este espaço e obter muito mais nesta experiência de viver independente da escolha de um estilo propriamente dito.

E você, o que acha do estilo clássico? Ele te representa?

Qual é o seu estilo preferido?

Deixe seus comentários ou perguntas.

Beijos

Maitê Orsi

Você convive bem no seu espaço interno?

Como lidar com o espaço interno com os desafios que estão se apresentando.

Veja o porque de agora o novo espaço ser o espaço interno!

Leia-se por “espaço interno” o interior de nós mesmos e dentro do nosso espaço, da casa.

A casa 

A casa é uma projeção de nós mesmos, nós a criamos e modelamos, depois disso ela nos faz.

Ela também é um espaço espetacular, flexível, pode ter muitos usos, multifuncional! 

Ela nos atende em todas as necessidades, ou deve atender, para que seja assim precisa ser trabalhada para atender a você como um reflexo. Uma boa dica é um bom projeto para colocá-la nesta condição.

Nestes tempos de corona vírus, há que termos uma grande reflexão sobre o afeto, sobre estar juntos, ter essa ou aquela companhia. E de estarmos com as pessoas que nos são queridas e que nestes tempos não esta tão possível em razão do isolamento, porém concluímos como é realmente enriquecer para todos quando isso pode ocorrer.

E também precisamos nos lembrar de incluir nesta nossa reflexão sobre o espaço interior sobre o afeto, no nosso espaço interior do coração, sede dos sentimentos ou nossa casa que sempre nos recebe, nos serve e aconchega, seja qual for a circunstância.

Elaborar a casa é ter amor, reconhecimento e gratidão por ela.

O nosso corpo, mente e o abraço

Como neste nosso tempo o contato pessoal ficou belo e raro diante da impossibilidade de corrermos para o abraço.

Mas ainda assim veja quantos momentos gostosos dá para criar no ambiente da casa, de aconchego, de confraternização ainda que em pequeno grupo dos residentes, ou ainda on-line, enfim, qualquer meio de estar juntos sem o contato estando em contato.  Na segurança da casa podemos optar por estar em contato via tecnologia, felizmente.

O momento de reflexão interior também aponta para estarmos valorizando e cuidando dos nossos entes queridos com um olhar amoroso e presente, de novo graças à tecnologia.  Ao fazer isto extensivo à toda nossa família humana via sentimento de solidariedade e esperança, vemos a importância da família em uma outra dimensão.

O que nos trouxe até aqui como humanidade foi a experiência coletiva, o grupo e a ajuda mútua. Juntos somos mais fortes.

Com tanta incerteza destes tempos,pensar nisso é confortante e alentador. Por incrível que pareça hoje o isolamento é um ato de amor e respeito uns para com os outros.

Neste momento, esperança!

Viver o aquí e o agora é um maravilhoso exercício e nos coloca num modo de baixíssima ou zero ansiedade, valorizar o momento é revesti-lo de qualidade, dar ênfase à experiência e tirar proveito de novos aprendizados. Por outro lado manter um baixo índice de stress nos fortalece, cultivar alegria interior também. A esperança nos nutre.

Foco nos detalhes

Os detalhes dão vida ao todo!

O ritual diário das pequenas coisas, como elaborar uma mesa bonita para tomar um café. Colocar um humidificador com óleo essencial que vai perfumar nosso ambiente e tornar tudo mais leve! Trazer uma flor do jardim para enfeitar o interior.

Estes são só exemplos, mas tem inúmeras maneiras de elaborarmos o nosso espaço no cotidiano.

Mindfulness 

Estar no aqui e agora, meditar, acalmar a mente e nutrir pensamentos positivos. E cultivar a alegria interior nunca foi tão importante. Estar com atenção no tempo presente nos dá qualidade de apreciar e nos livra da ansiedade do futuro ou ainda de tentar redesenhar o passado.

Sermos mais seletivos e cuidadosos, olhar para a organização, beleza e higiene da casa também é uma forma de termos um novo olhar, os tempos estão pedindo isso, porém, também há um clamor para sermos mais solidários e amorosos ainda que à distância. Veja como realmente estamos surpreendentemente re-descobrindo o espaço interior!

Beijos com carinho a todos!

Maitê Orsi

Entre o minimalismo o e o maximalismo, qual é a dose certa?

Você já perguntou se a sua casa tem coisas além do que deveria ou menos do que gostaria?

Less is more ou menos é mais!

Nos vemos em um dilema quando falamos sobre nossos ambientes internos, este dilema está em cada objeto, móvel, prateleira, acessório, cor, revestimento, que podemos incluir ou excluir.

Temos que partir para esta nossa análise, se a sua casa ou escritório estejam em ordem e não  passando por um momento de acúmulo temporário, que seria algo prestes a ser resolvido.

Entendendo o Minimalismo:

O minimalismo é um movimento na arquitetura e design que prega e defende o essencial, sem nada que possa ser acessório ao que é estritamente essencial. Podemos dizer que é uma   tentativa de manter o máximo do espaço vazio. Caracterizado por objetos essenciais, cores claras e sólidas. Se caracteriza hoje como um estilo de vida, como tudo na estética, influencia a moda, escolhas de modo de consumo.

Sugiro o filme: Minamalism: a Documentary About the Important Things, disponível no Netflix.

E o maximalismo:

O maximalismo, termo usado aqui em sentido estético, será o seu oposto, onde se esbanja o que é supérfluo, onde a abundância se torna redundante, não há espaço vazio. Caracterizado por cores mais fortes, multiplicidade de peças em cada centímetro do espaço.

More is more ou mais é mais!

Qual a melhor medida?

O dilema está não só no tipo, mas na quantidade, no tipo de serviço ou recurso que este objeto trará para o espaço.

Dilema este que nos coloca uma vontade de saber o quanto somos dos extremos ao meio, como em uma régua graduada de 30 centímetros que inicia-se no mínimo ou o zero, o essencial é a cada milímetro se ganha novas funções e adereços conforme vamos nos dirigindo ao final, dos 30 centímetros ou ao máximo do maximalismo, onde quase tudo soa como exagero e o espaço dá a sensação de não ter um centímetro se quer, sem estar preenchido. 

Ótimo, já temos a nossa escala estabelecida, para termos uma medida para objetos e informações dentro de um ambiente, mas agora temos que considerar o ambiente e aquele que o constrói.

Como o ambiente é uma criação humana, temos que ver isto dentro do contexto humano.

A nossa medida pessoal:

Sem dúvida lembrar que cada um de nós é um indivíduo único, teremos que classificar uma régua infinita, mas assim não vamos chegar as conclusões necessárias, para isto vamos levar em conta alguns traços de personalidade.

Também temos que considerar que o que é exagero para uns estará na medida para outros.

Na dúvida entre “Less is more ou More is more” (Menos é mais ou Mais é mais), fique na sua medida ou se quiser cauteloso fique na média, ou próximo ao meio na régua, mais longe dos extremos. 

O nosso ambiente é a expressão de como somos e como nos sentimos, assim sendo não existe certo ou errado, mas sim o serve para você!

Uma boa palavra talvez seja:  Suficiente, ou aquilo que nos basta.

Ao olharmos o consumo responsável que tem sido um dos aspectos importantes em nossos dias, pois o problema não está no ato de comprar mas na compra compulsiva, em busca de novidade ou termos sempre o que há de mais novo, sem avaliarmos o impacto disso no meio ambiente por exemplo e o quanto estamos acumulando coisas sem propósito em nossas vidas.

Como funciona a questão atualmente:

Acredito que possamos optar por materiais mais qualificados, bom design pois boas peças sempre tem um lugar duradouro nos espaços, veja o exemplo do Vintage. 

O Vintage é  uma referencia à produção plural de bom design no século XX e que representa um selo de qualidade em razão do design atuante e que produziu inúmeras peças que hoje chamamos de clássico, não por serem do estilo clássico mas por terem a durabilidade estética, tornando-as referencia de elegância e qualidade.

Este e apenas um dos exemplos de bom uso da qualidade e design para enriquecerem nosso ambiente visualmente.

Temos espaço para sermos quem somos em nossa casa ou escritório, a estética e as nossas escolhas são uma forma de expressão, a reflexão sobre o tema minimalismo x maximalismo nos leva a olhar para nós mesmos, nosso espaço ou o templo (casa) do nosso templo (corpo) e para o meio ambiente e termos mais conhecimento e segurança para direcionar nossas futuras escolhas do que colocar ou tirar do nosso espaço.

Espero que tenham gostado e gostaria de te perguntar: Na sua casa quem está vencendo, em que medida, lembrando que o zero na régua é o máximo do minimalismo e o 30 é o máximo do maximalismo, onde você está?

Se a duvida ficou grande demais, faca contato que ajudaremos a resolver isso com bom projeto, boa assessoria e ótimos resultados.

Beijos e obrigada por estar conosco.

Maitê 

Qual será o lugar perfeito para acomodar a face? Se respondeu travesseiro ou almofada, acertou! Saiba todos os detalhes sobre esse acessório para usá-lo da melhor maneira.

Só de falar em almofada ja nos sentimos mais relaxados!

A palavra almofada vem do árabe e significa lugar para colocar a face.

Claro que ao pensar em acomodar nossa face pensamos em conforto, segurança, aconchego, textura macia. E veja como há um vínculo com a sensação de conforto que poderá ser desfrutada na acomodação ideal.

Este motivo já dá sentido à persistência deste acessório que acompanha sofás, poltronas e camas desde muito tempo na historia da nossa casa.

E são elas o objeto do nosso estudo aqui, em todos os detalhes para você entender mais e usá-las muito melhor.

Vamos desmontar a almofada em seus todos os seus detalhes:

  1. Contexto ou local de uso.
  2. Tipo de Uso ou função: Adornar, melhorar a ergonomia do móvel onde estão, descanso, e outros
  3. Proporção: Qual a proporção adequada e medidas para a almofada, considerando sempre onde irão ficar.
  4. Enchimento ou estofamento.
  5. Material e textura: Como devem ser confeccionadas e com que material.
  6. Manutenção e limpeza.
  7. Estilo
  8. Cor

Sabendo mais de cada item:

O contexto ou lugar onde ficarão

Contexto significa onde as almofadas ficarão, qual o móvel que irão fazer composição. Ou seja, as almofadas ficarão no sofá ou poltrona. Qual a cor do móvel, a cor das paredes, a cor predominante. As almofadas serão  então contrastantes as cores do ambiente ou tom sobre tom.

Como serão usadas:

Tipo de uso ou função que as almofadas desempenharão, uma delas será embelezar com certeza, mas desempenharão um papel de melhorar a postura ao nos sentarmos no sofá por exemplo ou ainda diminuirão a profundidade do assento para pessoas de estatura menor? Geralmente elas nos auxiliam muito no conforto e ajuste ergonômico ao sentar, pois cada inclinação em graus que deixamos as nossas costas ficarem, estaremos assumindo uma postura mais relaxada ou mais ereta. Ao sentar numa poltrona ou sofá em que o encosto do móvel encontra-se em 120 graus de inclinação por exemplo será muito mais relaxante do que sentimos aos exatos 90 graus. Isto depende da adaptação e preferência pessoal, por isso a almofada desempenha o papel de permitir um ajuste maior e mais personalizado.

As proporções:

A proporção da almofada depende das dimensões do móvel, pois aqui vale a regra de que deve haver equilíbrio entre as dimensões de ambos, almofadas muito pequenas se perdem em moveis grandes e vice-versa. A dimensão mais comum é 50cmx50cm para as quadradas e 50cmX30cm para as retangulares, mas ha muita variação neste item, como por exemplo 45cmX45cm, sem contar que podemos confeccionar em dimensão personalizada.

Estofamento:

Enchimento ou material de estofamento, temos um ótimo exemplo que é a microfibra de poliéster pois é um material robusto e durável, oferece maciez sem deformação e durabilidade. Pode ser de fonte reciclável, o que o deixa melhor ainda, pois respeita o meio ambiente ou é ecoamigável . O material de estofamento deve ser resiliente ou indeformável e hipoalergênicos ou não promover alergia , não deve ter odor e não deve fazer barulho pois há tipos de enchimento cuja composição heterogênea promovem estes resultados desagradáveis.  O material de estofamento deve ser livre de mofo e bactérias pois isso assegura o seu bem-estar e saúde e de toda a família.

O revestimento:

  1. O material de enchimento já foi abordado no item anterior, então falaremos agora do material de revestimento. Podemos usar uma variedade de tecidos, da sarja ao veludo, vamos ver cada um dos mais usados em particular:
  • “fake fur” ou pelo sintético- é um revestimento que acrescenta textura e da uma sensação de conforto pela volumetria do pelo, deve ser usado com cuidado para criar detalhe e não pesar.
  • Microfibra – também são ótimas para dar conforto e maciez, são de material sintético e acrescentam como as “fake fur” um clima de aquecimento.
  • Veludos – são um luxo e dão muita personalidade ao ambiente.
  • Percal – muito usado para quarto, é leve e fresco, tem ótima lavabilidade.
  • Sarjas – são encorpadas e resistentes, ótima lavabilidade, podem ser lavadas até na máquina.
  • Sedas – Sofisticadas e belas, de toque suave e fresco, são encontradas em muitas cores, são muito amistosas para a nossa pele e cabelo. Lembrando aqui que a qualidade de todos os materiais usados, desde o enchimento até o conjunto de revestimento e o acabamento e costura, são itens de muita importância para obter-se o resultado final de sucesso.

A limpeza:

Manutenção e limpeza – a ideia de a capa ou revestimento terem zíper para tirar do enchimento e lavar, acrescenta praticidade e facilidade de limpeza.

O estilo:

Estilo – as almofadas compõe bem desde o ambientes estilo clássico até o contemporâneo. São compositivas, podem acrescentar cor a um ambiente mais monocromático ou suavizar um ambiente que ja tem muita cor. Podem ser lisas, estampadas, geométricas, com botão, pingente, pedraria ou o detalhe que melhor compuser porém lembre-se que ao adornar muito, incrementa-se o visual e se perde no conforto. Sou fã das almofadas lisas ou com um “vivo” que dá arremate e charme. Agora você ja pode dar uma mudada no visual da casa por conta de um detalhe.

A cor:

  1. Cor – elas são ingredientes poderosos para dar toque final em grande estilo, podem ser cores frias ou quentes, neutras ou multicores. Esta escolha dependerá do que ja existe no ambiente ou do contexto. As cores tem regras de complementaridade, contraste, variações do mesmo tom, o famoso tom sobre tom. Aqui é necessário saber como harmonizar o novo com o existente.

São muitos detalhes para um pequeno item dentro do ambiente, mas vale muito a pena elaborar bem, pois o nosso espaço é o abrigo (casa) do nosso templo (corpo). E se queremos ter uma vida mais harmônica, saudável e feliz, vivendo o nosso máximo, cada detalhe conta e temos que cuidar de todos os aspectos que envolvem nosso templo e nossa casa com amor e com conhecimento.

Se assim mesmo está difícil para você vislumbrar soluções ou há mais coisas que deseja resolver realmente na sua casa ou escritório, chame-nos, estamos a disposição para agendar um horário presencial ou on-line.

E você curte um sofá com almofadas? Deixe seu comentário!

Beijos

Maitê