Você sabia que o estilo clássico pode retornar como tendência para 2020?

Porquê usamos e abusamos do estilo retrô em pleno século XXI? Hoje vivemos no futuro ou no passado?

Piso de mármore, moveis de estilo, lustre de cristal. A opulência e simetria combinadas.

No estilo de um ambiente, ou seja, como ele foi pensado, seja ele clássico, vintage ou retrô, ou outro, estamos falando de modos estilísticos gerados em tempos passados, ou seja ao adentramos um ambiente em estilo conforme citado, voltamos instantaneamente ao passado ou na sua época de criação, isto ocorre como em uma viagem no tempo. 

Uma pergunta verdadeiramente intrigante é porque hoje, em pleno século XXI, voltamos nosso olhar para o clássico, ou para o passado e este estilo é novamente tendência?

Vamos analisar e questionar porque, entender e observar este comportamento num gostoso exercício de análise. 

Vamos entender porque todas as vezes que ansiamos pela tradição, há um contexto de incerteza e forte sensação momentos de turbulência e isto motiva a busca por referências que tragam segurança.

Conhecendo melhor o estilo clássico:

O período clássico refere-se ao século IV e V a.c., marcado pelas colunas e volutas, molduras e arremates características da Grécia antiga.

Linhas clássicas são simétricas, (equilíbrio geométrico na composição de peças, geralmente deixando um lado igual ao outro) remetem à sofisticação, trazem a sua herança antiga greco-romana e que ao longo do tempo foi enriquecida pelas decorações inglesas e francesas, e que foram renovando e incorporando outros detalhes ao estilo que hoje chamamos de clássico. 

Muitos lustres de cristal, móveis imponentes, mármore no piso, cortinas longas em veludo ou brocado, prataria e cristais, abajures e flores pelo ambiente, assim se apresenta o ambiente clássico. Há sempre um clima de sofisticação festiva marcante, além da opulência e riqueza que deseja expressar visualmente.

O Vintage e o Retrô 

Já o estilo a que chamamos vintage, consagra o século XX como sua grande referência, com as revoluções que houveram no design de móveis, as peças como a poltronas do casal Charles e Ray Eames ou a poltrona Barcelona, tornaram-se ícones do design e de elegância e bom gosto. Peças autênticas ou seja feitas nas décadas de 20,30,40,50, ate os anos 90 são cultuadas como representação da época.

Hoje são chamadas de clássicos do design e muitos moveis ganharam este status.

Já o chamado estilo retrô, olha para o passado com admiração, usa os elementos dele como se fossem a sua bandeira de bom-gosto mas usa o estilo passado com peças produzidas hoje como cópias deste admirado passado.

Este passeio no tempo, do clássico, passando pelo século 20 nestes clássicos do design que  também acabaram sendo considerados atemporais, ou seja aquilo que não sai de moda, que cabem na definição de um clássico.

Seria uma hesitação em relação ao futuro?

Enfim, estamos em pleno século XXI mas me parece que olhando para o futuro com hesitação. Só lembrando que nas décadas passadas falávamos nesta década que estamos de modo a que materializasse nossas expectativas sobre o futuro idealizado.

Realmente hoje a tecnologia nos traz inovações em todos os aspectos, tornando os materiais mais práticos e versáteis, ela está presente em tudo de simples dispositivos como nossos fones de ouvido até RA ou realidade aumentada ou IA ou inteligência artificial, empresta um design avançado e inovador. 

Até em um estilo clássico ou retrô, que trazem uma estética de antiguidade, a tecnologia estará embarcada nos dias de hoje, com a exceção de peças originais e autenticas antiguidades.

Porém a estética do antigo hoje, fala muito de nossos sentimentos e emoções mas sobretudo de medo ou incerteza e é este o ponto que queremos entender. Claramente a escolha pelo estilo do passado, opulento, requintado será uma busca pela segurança aparente, um refúgio para tempos de incerteza?

Vamos falar mais em detalhes sobre isto que parece ser a peça chave deste questionamento.

No design de interiores se busca No geral, uma série de qualidades para dar ao espaço todos os recursos esperados e hoje as pessoas esperam ter conforto, buscam uma elegância atemporal, não especificamente a do clássico, pois as tendências do momento, ou do ano, são fugazes e talvez uma linguagem contemporânea não expressará a segurança almejada.

Há uma opção de estilo que não seja o clássico?

Com toda a certeza, sim! 

Aliás há uma infinidade de estilos, alem de uma leitura própria e mais atualizada do próprio clássico.

Começamos a analisar pelo fato de que hoje temos um telefone celular que tem uma capacidade de processamento, que há 10 anos seria inimaginável, também sistemas de controle e automação (domótica) para controle de iluminação, som e imagem, persianas, eletrodomésticos conectados a internet das coisas, bem como tecnologia fotovoltaica para gerarmos nossa própria energia e uma infinidade de itens tecnológicos que sonhávamos há poucos anos atrás.

Por outro lado temos que vestir esta tecnologia com um estilo A ser eleito.  O estilo clássico representou uma época, foi capaz de emoldurar um longo período no passado, representando simetria, equilíbrio, luxo.

Se o clássico representa tudo isso apontando para seu glorioso passado, o que ou qual estilo nos representa de fato nos dias atuais?

Mudança de Paradigmas no modo de viver/habitar

Estamos em um momento da história humana em que muitas coisas naturais e que havíamos esquecido, vem fazendo sentido, como cuidar mais de nós mesmos e sermos mais conscientes de nosso ser, físico, mental e espiritual. Valorizamos gradativamente a expressão de nosso sentimento e identidade, nossas emoções, conforto (este está e sempre esteve na pauta do ser humano), respeito o meio-ambiente, consumo responsável entre tantas ideias, conceitos e sobretudo já incorporamos a ideia de que sem saúde e qualidade de vida, ficamos longe de poder ter uma vida em alta performance.

Sendo assim algumas tendências estilísticas que não o estilo clássico também podem nos representar de maneira mais genuína e coerente com os nossos tempos atuais, talvez muito melhor que o clássico e de modo mais atualizado, faria muito mais sentido não sermos tão anacrônicos ou deslocados no tempo.

Então como resolveremos o dilema de usar um estilo como há séculos atrás em aparência mas portando tecnologias do século XXI?

A escolha do estilo clássico reflete sobretudo um olhar nostálgico e uma busca por segurança de tempos que já se foram e que representavam o melhor para aquela época em que estavam sendo  a tendência.

Talvez o nosso olhar mais confiante no futuro, sem nos sentirmos como estando em tempos tão  turbulentos, mesmo que estejamos, seja a solução para uma renovação maior, visto que a aparente calma passada pelo período clássico em sua época de apogeu na antiguidade é amplamente ilusória pois foi um período marcado por enormes mudanças e sendo assim, reconheçamos que a calma e a paz do nosso espaço depende mais de uma atitude de nós mesmos. E do nosso estado emocional permeando as nossas coisas preferidas do que um estilo em particular.

Um estilo que nos represente hoje, nos atualizaria e nos colocaria no aqui e agora, quase um mindfulness  (técnica para experimentar mentalmente o momento presente) só que no âmbito estético, porém aprofundando a nossa experiência cotidiana com níveis maiores de qualidade de vida, trazendo elementos que a cidade nos sequestra, que são boas doses de natureza, ar puro, materiais com ótimos níveis de biossegurança, livres de COV’s como disse na série de artigos Casa Saudável e também que possa falar muito de perto em nosso coração para aumentar o nosso amor e ligação com o nosso espaço.

Mix and match sensations, talvez possamos dar esse o nome.

Um mix and match ou seja uma junção, mistura de elementos diversos que possam representar as nossas próprias posições e preferências neste período, no âmbito pessoal ou familiar. Cunhei esse termo para tentar expressar algo que estamos em busca por entre as rachaduras do estabelecido.

Algo que possa transmitir um pouco da nossa crença e convicção atual, com os olhos no bem estar e conforto, visto que a casa deve ser promotora de bem-estar e saúde também, para isso a adoção de materiais, sistemas tecnológicos, signos e símbolos, cores,  tem que ser escolhidos a dedo.

Estamos em meio a muito conhecimento nos dias de hoje e ele deve ser aplicado e refletido no nosso dia a dia para nosso bem-estar, nos oferecendo o que há de melhor em experiência de uso e convivência.

Devemos reconhecer o quão ativo, repercussivo é o papel do ambiente em nossas vidas e como este é capaz de produzir uma infinidade de efeitos para nosso bem ou mal estar, reconsiderando a definição de habitar, para tornar nossa experiência mais plena e qualificada.

A responsabilidade de projetar com excelência encerra esta definição que foi comentada em parte e acrescenta mais elementos importantes na confecção de um ótimo projeto, com toda a tecnologia disponível, para que o usuário possa experimentar de forma mais integral este espaço e obter muito mais nesta experiência de viver independente da escolha de um estilo propriamente dito.

E você, o que acha do estilo clássico? Ele te representa?

Qual é o seu estilo preferido?

Deixe seus comentários ou perguntas.

Beijos

Maitê Orsi

Você convive bem no seu espaço interno?

Como lidar com o espaço interno com os desafios que estão se apresentando.

Veja o porque de agora o novo espaço ser o espaço interno!

Leia-se por “espaço interno” o interior de nós mesmos e dentro do nosso espaço, da casa.

A casa 

A casa é uma projeção de nós mesmos, nós a criamos e modelamos, depois disso ela nos faz.

Ela também é um espaço espetacular, flexível, pode ter muitos usos, multifuncional! 

Ela nos atende em todas as necessidades, ou deve atender, para que seja assim precisa ser trabalhada para atender a você como um reflexo. Uma boa dica é um bom projeto para colocá-la nesta condição.

Nestes tempos de corona vírus, há que termos uma grande reflexão sobre o afeto, sobre estar juntos, ter essa ou aquela companhia. E de estarmos com as pessoas que nos são queridas e que nestes tempos não esta tão possível em razão do isolamento, porém concluímos como é realmente enriquecer para todos quando isso pode ocorrer.

E também precisamos nos lembrar de incluir nesta nossa reflexão sobre o espaço interior sobre o afeto, no nosso espaço interior do coração, sede dos sentimentos ou nossa casa que sempre nos recebe, nos serve e aconchega, seja qual for a circunstância.

Elaborar a casa é ter amor, reconhecimento e gratidão por ela.

O nosso corpo, mente e o abraço

Como neste nosso tempo o contato pessoal ficou belo e raro diante da impossibilidade de corrermos para o abraço.

Mas ainda assim veja quantos momentos gostosos dá para criar no ambiente da casa, de aconchego, de confraternização ainda que em pequeno grupo dos residentes, ou ainda on-line, enfim, qualquer meio de estar juntos sem o contato estando em contato.  Na segurança da casa podemos optar por estar em contato via tecnologia, felizmente.

O momento de reflexão interior também aponta para estarmos valorizando e cuidando dos nossos entes queridos com um olhar amoroso e presente, de novo graças à tecnologia.  Ao fazer isto extensivo à toda nossa família humana via sentimento de solidariedade e esperança, vemos a importância da família em uma outra dimensão.

O que nos trouxe até aqui como humanidade foi a experiência coletiva, o grupo e a ajuda mútua. Juntos somos mais fortes.

Com tanta incerteza destes tempos,pensar nisso é confortante e alentador. Por incrível que pareça hoje o isolamento é um ato de amor e respeito uns para com os outros.

Neste momento, esperança!

Viver o aquí e o agora é um maravilhoso exercício e nos coloca num modo de baixíssima ou zero ansiedade, valorizar o momento é revesti-lo de qualidade, dar ênfase à experiência e tirar proveito de novos aprendizados. Por outro lado manter um baixo índice de stress nos fortalece, cultivar alegria interior também. A esperança nos nutre.

Foco nos detalhes

Os detalhes dão vida ao todo!

O ritual diário das pequenas coisas, como elaborar uma mesa bonita para tomar um café. Colocar um humidificador com óleo essencial que vai perfumar nosso ambiente e tornar tudo mais leve! Trazer uma flor do jardim para enfeitar o interior.

Estes são só exemplos, mas tem inúmeras maneiras de elaborarmos o nosso espaço no cotidiano.

Mindfulness 

Estar no aqui e agora, meditar, acalmar a mente e nutrir pensamentos positivos. E cultivar a alegria interior nunca foi tão importante. Estar com atenção no tempo presente nos dá qualidade de apreciar e nos livra da ansiedade do futuro ou ainda de tentar redesenhar o passado.

Sermos mais seletivos e cuidadosos, olhar para a organização, beleza e higiene da casa também é uma forma de termos um novo olhar, os tempos estão pedindo isso, porém, também há um clamor para sermos mais solidários e amorosos ainda que à distância. Veja como realmente estamos surpreendentemente re-descobrindo o espaço interior!

Beijos com carinho a todos!

Maitê Orsi

Qual será o lugar perfeito para acomodar a face? Se respondeu travesseiro ou almofada, acertou! Saiba todos os detalhes sobre esse acessório para usá-lo da melhor maneira.

Só de falar em almofada ja nos sentimos mais relaxados!

A palavra almofada vem do árabe e significa lugar para colocar a face.

Claro que ao pensar em acomodar nossa face pensamos em conforto, segurança, aconchego, textura macia. E veja como há um vínculo com a sensação de conforto que poderá ser desfrutada na acomodação ideal.

Este motivo já dá sentido à persistência deste acessório que acompanha sofás, poltronas e camas desde muito tempo na historia da nossa casa.

E são elas o objeto do nosso estudo aqui, em todos os detalhes para você entender mais e usá-las muito melhor.

Vamos desmontar a almofada em seus todos os seus detalhes:

  1. Contexto ou local de uso.
  2. Tipo de Uso ou função: Adornar, melhorar a ergonomia do móvel onde estão, descanso, e outros
  3. Proporção: Qual a proporção adequada e medidas para a almofada, considerando sempre onde irão ficar.
  4. Enchimento ou estofamento.
  5. Material e textura: Como devem ser confeccionadas e com que material.
  6. Manutenção e limpeza.
  7. Estilo
  8. Cor

Sabendo mais de cada item:

O contexto ou lugar onde ficarão

Contexto significa onde as almofadas ficarão, qual o móvel que irão fazer composição. Ou seja, as almofadas ficarão no sofá ou poltrona. Qual a cor do móvel, a cor das paredes, a cor predominante. As almofadas serão  então contrastantes as cores do ambiente ou tom sobre tom.

Como serão usadas:

Tipo de uso ou função que as almofadas desempenharão, uma delas será embelezar com certeza, mas desempenharão um papel de melhorar a postura ao nos sentarmos no sofá por exemplo ou ainda diminuirão a profundidade do assento para pessoas de estatura menor? Geralmente elas nos auxiliam muito no conforto e ajuste ergonômico ao sentar, pois cada inclinação em graus que deixamos as nossas costas ficarem, estaremos assumindo uma postura mais relaxada ou mais ereta. Ao sentar numa poltrona ou sofá em que o encosto do móvel encontra-se em 120 graus de inclinação por exemplo será muito mais relaxante do que sentimos aos exatos 90 graus. Isto depende da adaptação e preferência pessoal, por isso a almofada desempenha o papel de permitir um ajuste maior e mais personalizado.

As proporções:

A proporção da almofada depende das dimensões do móvel, pois aqui vale a regra de que deve haver equilíbrio entre as dimensões de ambos, almofadas muito pequenas se perdem em moveis grandes e vice-versa. A dimensão mais comum é 50cmx50cm para as quadradas e 50cmX30cm para as retangulares, mas ha muita variação neste item, como por exemplo 45cmX45cm, sem contar que podemos confeccionar em dimensão personalizada.

Estofamento:

Enchimento ou material de estofamento, temos um ótimo exemplo que é a microfibra de poliéster pois é um material robusto e durável, oferece maciez sem deformação e durabilidade. Pode ser de fonte reciclável, o que o deixa melhor ainda, pois respeita o meio ambiente ou é ecoamigável . O material de estofamento deve ser resiliente ou indeformável e hipoalergênicos ou não promover alergia , não deve ter odor e não deve fazer barulho pois há tipos de enchimento cuja composição heterogênea promovem estes resultados desagradáveis.  O material de estofamento deve ser livre de mofo e bactérias pois isso assegura o seu bem-estar e saúde e de toda a família.

O revestimento:

  1. O material de enchimento já foi abordado no item anterior, então falaremos agora do material de revestimento. Podemos usar uma variedade de tecidos, da sarja ao veludo, vamos ver cada um dos mais usados em particular:
  • “fake fur” ou pelo sintético- é um revestimento que acrescenta textura e da uma sensação de conforto pela volumetria do pelo, deve ser usado com cuidado para criar detalhe e não pesar.
  • Microfibra – também são ótimas para dar conforto e maciez, são de material sintético e acrescentam como as “fake fur” um clima de aquecimento.
  • Veludos – são um luxo e dão muita personalidade ao ambiente.
  • Percal – muito usado para quarto, é leve e fresco, tem ótima lavabilidade.
  • Sarjas – são encorpadas e resistentes, ótima lavabilidade, podem ser lavadas até na máquina.
  • Sedas – Sofisticadas e belas, de toque suave e fresco, são encontradas em muitas cores, são muito amistosas para a nossa pele e cabelo. Lembrando aqui que a qualidade de todos os materiais usados, desde o enchimento até o conjunto de revestimento e o acabamento e costura, são itens de muita importância para obter-se o resultado final de sucesso.

A limpeza:

Manutenção e limpeza – a ideia de a capa ou revestimento terem zíper para tirar do enchimento e lavar, acrescenta praticidade e facilidade de limpeza.

O estilo:

Estilo – as almofadas compõe bem desde o ambientes estilo clássico até o contemporâneo. São compositivas, podem acrescentar cor a um ambiente mais monocromático ou suavizar um ambiente que ja tem muita cor. Podem ser lisas, estampadas, geométricas, com botão, pingente, pedraria ou o detalhe que melhor compuser porém lembre-se que ao adornar muito, incrementa-se o visual e se perde no conforto. Sou fã das almofadas lisas ou com um “vivo” que dá arremate e charme. Agora você ja pode dar uma mudada no visual da casa por conta de um detalhe.

A cor:

  1. Cor – elas são ingredientes poderosos para dar toque final em grande estilo, podem ser cores frias ou quentes, neutras ou multicores. Esta escolha dependerá do que ja existe no ambiente ou do contexto. As cores tem regras de complementaridade, contraste, variações do mesmo tom, o famoso tom sobre tom. Aqui é necessário saber como harmonizar o novo com o existente.

São muitos detalhes para um pequeno item dentro do ambiente, mas vale muito a pena elaborar bem, pois o nosso espaço é o abrigo (casa) do nosso templo (corpo). E se queremos ter uma vida mais harmônica, saudável e feliz, vivendo o nosso máximo, cada detalhe conta e temos que cuidar de todos os aspectos que envolvem nosso templo e nossa casa com amor e com conhecimento.

Se assim mesmo está difícil para você vislumbrar soluções ou há mais coisas que deseja resolver realmente na sua casa ou escritório, chame-nos, estamos a disposição para agendar um horário presencial ou on-line.

E você curte um sofá com almofadas? Deixe seu comentário!

Beijos

Maitê 

Porque o Design Biofílico é tendência?

O ambiente interno ganha vida com a natureza como sua parte integrante e isso reflete em nossa saúde.

Saiba da importância dele na sua vida.

Ele vai aumentar a sua conexão com a natureza e isso por si só ja é muito importante para reduzir o stress e melhorar a sua saude e bem estar.

No Design Biofílico a natureza esta presente de modo direto, de modo indireto e nas condições do espaço criando em nos uma ressonância de harmonizar nosso corpo, mente e alma.

A conexão do nosso ser com a natureza e inegavelmente simbiótica, ou seja viemos dela em todos os detalhes da nossa constituição do mundo atômico, ou seja nossos átomos são compostos de matéria que há aqui no planeta, nos nos alimentamos, respiramos, nos nutrimos do que a nossa terra nos oferece.

Comprovadamente nossos corpos físicos são compostos de matéria que já pertenceu as estrelas, assim sendo a nossa vinculação esta clara, não só com a natureza mas sim com todo o sistema inclusive o cósmico.

Então é uma atitude inteligente e sensata estarmos mais perto da natureza para ativar e recarregar nossa energia.

Houve um distanciamento nosso da natureza no Design de nossos espaços e perdemos o Design Biofílico em nosso passado:

Os edifícios são representação de nossos conceitos e nossas crenças

(Exemplo, as catedrais e templos representam a espiritualidade e a fé, a grandeza do mundo espiritual.) Os nossos prédios são o resultado da cultura vigente em cada período da humanidade, ha uma história construída que nos leu ao esquecimento de nossa verdadeira necessidade.

Estabelecemos um sistema de viver, fomos aos poucos nos desconectando do que chamamos hoje de Design Biofílico, porém  necessitamos de tudo que o planeta nos oferece e renovamos nossa saúde através deste sistema, por isso a reconexão esta sendo propagada.

Na historia da civilização, temos em um grande período de tempo uma escalada de construções desconectadas com a natureza, desde que abandonamos os moldes da arquitetura vernacular que se trata de uma arquitetura ancestral passada pela tradição de geração em geração pois foi herdada, a sua principal característica é uso dos recursos locais e sistemas de amenização de fatores climáticos, criando assim um elo conectivo natural entre nós e o meio.

Fazendo uma reflexão porque nosso ambiente deve ter um Design Biofílico:

Vamos nos imaginar nas situações abaixo:

  • Na visão do céu diurno ou noturno. Ela nos provoca uma sensação de aprofundamento em nós mesmos, sensação de pertencimento.
  • O rico aroma de plantas e flores pode nos transportar em lembranças.
  • A umidade que toca e nutre a nossa pele, a atmosfera única de quando começa a chover e sentimos a alma ser lavada por sensação de hidratação.
  • A interação do nosso corpo e sentidos com as mudanças de estação.
  • A possibilidade de ter alimentos e frutas do jardim para nosso prato nos dá a sensação de ligação e sinergia com a terra.
  • A luz do dia nos despertando e o luar nos chamando ao descanso.
  • O ar que respiramos, quando puro, que nutre nosso organismo,
  • O canto dos pássaros e voos da borboleta, enche nosso momento de poesia.

Estes são apenas alguns pequenos e ricos detalhes da nossa interação com a natureza e a sensação de estar na natureza é uma de pertencimento, de acolhimento!

Pasme: Pelo menos 85% da nossa vida passamos em ambientes internos.

Veja a importância de olhar para esse modo de construir, de ambientar, não se tratando aqui de negar a tecnologia, que e muito bem vinda, mas por incluir a natureza para o nosso bem.

Existem muitos estudos, evidência cientifica e com real comprovação dos efeitos deste modo de habitar com o Design Biofílico incrementando nossas vidas.

Para saber mais: https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=FyNer_nQrW4C&oi=fnd&pg=PT9&dq=biophilic+design+health+benefits&ots=y_i0feSRHP&sig=hjfvwZ_O3JTkOT4lG17N2BuWeJM&redir_esc=y#v=onepage&q=biophilic%20design%20health%20benefits&f=false

Vamos aos detalhes do Design Biofílico

Detalhes como janela para uma paisagem faz uma importante conexão (exemplo de diminuição do stress, bem-estar, redução de dor) é muito prazeroso estarmos acompanhando as nuances de mudanças do clima, em tempo real dentro do decorrer do dia, estes itens percebidos pelo nosso sistema automático reafirmam nossa orientação em tempo/espaço.

A luz natural nos faz imenso bem, (escolas cujas salas de aula têm boa admissão de luz natural) a luz solar faz a importante calibração circadiana para que nosso organismo reaja com harmonia e saúde.

Observe a luz provinda do domo superior, dando vida à circulação. Liceu Albert Sabin-Rib. Preto-SP

Padrões de comportamento, o mecanismo de luta e fuga pode ser acionado simplesmente por estarmos em um local escuro ou mal iluminado ou que nos traga a sensação de insegurança.

Sensações provocadas por cor, luz, texturas podem nos causar sensações boas e de segurança quando bem colocadas.

Gostaria de mostrar na prática, a escola Liceu Albert Sabin em Ribeirão Preto que é um projeto do nosso escritório, do Arq. Eduardo Salata Orsi e meu.

Também há hospitais em Singapura e Califórnia, Hotéis mundo afora, já há muitos ótimos exemplos de uso deste padrão do Design Biofílico, esses podem ser respectivamente locais muito apropriados para uma vida feliz, trabalho eficiente, aprendizado maximizado e recuperação rápida da saúde, depende de como o ambiente se apresenta aos nossos olhos e conjunto de percepção.

Listando em detalhes temos 14 padrões do design biofílico:

Na literatura temos esses 14 passos a serem seguidos: (www.terrapinbrightgreen.com)

1- conexão visual com a natureza,

2-Padrões naturais que nos remetem a natureza, ode usamos os nossos sentidos e percepção para nos sentir mais imersos nela.

3-estímulos sensoriais não rítmicos

4-conforto térmico-temperatura, humidade e fluxo do ar

5-presença da água

6- Iluminacão dinâmica que e capaz de acompanhar a temperatura de cor da luz natural

7-conexão com o sistema natural, como as estações do ano.

8-formas e padrões biomórfico ou derivados das formas naturais. Como formato de folhas, de madeira e outros como padrão aplicado em superfícies no ambiente ou mesmo estruturalmente colocados ou em móveis.

9-materiais conectados com a natureza local.

10-complexidade e ordem, ou a hierarquia através de escala no espaço como acontece no meio natural.

11-prospecção-ou a possibilidade de observar e ver o ambiente num panorama amplo e poder sentir a segurança que ele passa.

12-refúgio ou a sensação de segurança dada pelo ambiente em tipos de arranjo de moveis e tipologias especiais de moveis, como por exemplo, os casulos para pequenas reuniões.

13-mistério ou que há mais por vir e fazermos a leitura antecipada desta mudança

14-risco e perigo, algo que possa lhe manter atento, como o risco controlado de uma montanha russa. Gosto do exemplo de guarda corpo de vidro, aos olhos parece que não há proteção,  mas ela está ali.

Eu ainda incluiria mais itens nesta bela e eficiente lista:

pois as interações que temos com nosso planeta são incontáveis e nossos ancestrais já consideravam muitos destes pontos em favor das pessoas daquele grupo, tais como a possibilidade do Grounding como item 15, ou o contato dos pés na terra, a análise Geopática e eletromagnética do lugar como item 16, veja que o processo de interação pode ser rico em detalhes e inclusivo.

Então agora que você já sabe, você pode exigir seu projeto de construção da sua casa, escritório ou reforma com estes parâmetros, sua saúde e qualidade de vida irão fazer muita diferença.

Estamos à disposição para desenvolver seu projeto, agende um horário, teremos prazer em lhe atender.

Locais com muita gente te provocam mal estar?

Você não é está sozinho. Lugares lotados, multidões e espaços fechados provocam o acúmulo de energia e podem interferir no seu organismo. Entenda porque isso acontece e como minimizar o problema.

Se você já se sentiu cansado ao extremo, com sono, mudança de humor, ou ainda teve uma sensação de desconforto inexplicável em locais fechados e com muita gente, saiba que você não está sozinho.  Para algumas pessoas, essas sensações chegam a impactar o físico, sentindo dores de cabeça, dores no corpo e falta de energia. Mas, para entender tudo isso, precisamos dividir o assunto em três partes:

1- O local:

Lugares como supermercados, centros de compra, casas de show, aeroportos e estações são os tipos de locais que concentram muitas pessoas e, vamos pensar junto, qual seria o estado de consciência geral desta pequena multidão?

Como a energia se acumula nestes locais:

A cada pensamento temos uma vibração correspondente, ou o tipo de onda a que corresponde como energia. Se somarmos as vibrações semelhantes teremos uma carga energética dominante.

Multidão em movimento em locais públicos como centros de compra, supermercados e estações de transporte, a energia do lugar está sempre acelerada.

Em geral, nestes locais o pensamento de cada um está agitado, com foco em resolver questões práticas, o que comprar, enfim, são frequências não harmônicas e dissonantes que predominam. O local também tem sua própria faixa de energia, constituída pelos seus materiais construtivos, lembrando que matéria é energia lenta.

A luz também é importante, pois  é um parâmetro de energia em que podemos medir distâncias cosmológicas, tem sua velocidade em 300.000Km/s e se caracteriza por ser uma emissão luminosa. Já a velocidade do som é de 342m/segundo, sendo que é uma onda mecânica. Estes exemplos são de energias velozes.

Assim, cada material tem sua própria energia proveniente de seu arranjo molecular, além de  também absorverem e irradiarem as frequências dominantes nos espaços. Então, temos uma energia dominante que corresponde ao espaço ou local físico e esta energia de ressonância.

Vamos fazer uma comparação: quando entramos em uma catedral ou templo, por exemplo, somos embebidos em uma atmosfera de paz. E estes locais também congregam muitas pessoas, porém o propósito da ida é buscar paz e reflexão. Em geral, são locais silenciosos ou com músicas muito harmônicas.

Este também é um aspecto conhecido da Geometria Sagrada e de como os espaços funcionam como uma caixa de ressonância que repetem as frequências que passam por ele, sejam elas vindas do subsolo, do céu, dos frequentadores daquele espaço, ou tudo isto junto.

Na natureza, em campos abertos não há esta saturação em razão da fácil dissipação e todos os mecanismos de renovação da própria natureza. Por isso, é tão comum nos sentirmos “recarregados” quando estamos em contato direto com a natureza.

2- A energia:

Vamos falar aqui de eletromagnetismo. A energia, conforme sabemos, não é visível aos olhos, mas sabemos que ela está ali, sentimos,  porém não a vemos. A lâmpada é acesa quando tocamos o interruptor,  mas não vemos a energia chegar até ela.

Dessa forma, tudo que fazemos gera campo elétrico e magnético, nossos movimentos, nosso pensamento, nosso funcionamento.  E assim como os espaços físicos têm também um campo de energia, cada material tem sua energia correspondente, lembrando que tudo é composto por átomos, que são as partículas subatômicas, e são carregadas de energia.

Como a energia funciona:

Reparando bem, nós seres humanos somos um sistema complexo de captação e emissão de energia, funcionamos como uma antena e também geramos um campo eletromagnético primeiramente nas moléculas no movimento das partículas como os elétrons que constituem nosso corpo.

Temos boa parte do nosso corpo, 64%, preenchida por solução eletrolítica ou soro fisiológico, que é bom condutor de eletricidade. A cada batida do coração fazemos um pulso elétrico.

Somos um organismo bioelétrico e isso é facilmente verificável em um exame como o Eletro Cardio Grama (ECG) ou em um Eletro Encéfalo Grama (EEG). Todos nós temos um campo elétrico ao nosso redor, chamado Aura e facilmente fotografado em foto Kirlian.

Lembrando que a matéria está permeada por energia e ela mesma é como energia condensada.

Nós mesmos, as coisas e espaços fechados e tudo que é material está imerso em energia, própria e circulante.

3-Nosso ser, corpo humano físico/mental/espiritual:

Somos um sistema bioelétrico-químico e nosso organismo usa uma rede tipo uma internet para funcionar, mandar um comando do cérebro para o músculo ou um comando automático como para respirar, digerir. Enfim, tudo o que fazemos está mediado por comandos elétricos/químicos no organismo. Nossa manutenção e função usam uma rede de comunicação como se fosse uma intranet e também como estamos no meio ambiente, esta seria a internet e toda informação que chega via internet ou seja,  de fora para dentro, é conduzida pela intranet, nossa rede de nervos que recebe e endereça aos devidos destinos como o cérebro, coração e mesentério.

No nível mais sutil ou espiritual, podemos falar nos chacras ou centros de energia, ou podemos também considerar os meridianos, conhecidos na medicina oriental, usados pela acupuntura e Do-in como canais de energia sutil e que se sobrecarregados interferem negativamente na nossa saúde.

Com a energia é captada por nós:

Trocamos energia, ou informação com os lugares, onde vamos ou estamos, com as pessoas que  e tudo que nos relacionamos. Nossa frequência bioelétrica pode ser medida pelo aparelho chamado ohmimetro, (termo vem da unidade de medida ohm) a unidade de leitura é volt eletrostático. O nosso campo pode variar de 5.000 a 20.000 volts eletrostáticos.

Assim, mesmo com números tão expressivos acima, o nosso campo bioelétrico é fraco e sensível, perante, por exemplo, à energia que trafega nos fios de nossa casa e as influencias do meio, como por exemplo, o magnetismo solar, campos eletromagnéticos de redes de alta tensão, até mesmo perante o campo criado pelo nosso celular. Pode-se perder a vida em razão de um choque elétrico de 110V (Volts).

Toda sobrecarga eletromagnética faz mal as nossas células, por isto temos que ter muita atenção para preservar nossa integridade, bem-estar e saúde.

E como pode a energia do ambiente interferir na sua própria energia?

Sua percepção de mal estar pela agitação presente em locais de aglomeração não são falsas. As pessoas mais sensíveis e perceptivas sentem como se tivessem sido esgotadas e cansadas com sintomas físicos de mal estar quando estão em locais fechados e com pequenas multidões. Supermercados, shoppings, centros de compras, eventos e casas de shows são alguns dos locais mais comuns em que estes casos acontecem.

Com o acúmulo de pessoas, muito movimento, muitos pensamentos, imagine a agitação no mundo subatômico dos elétrons e prótons! O campo de energia ressonado no espaço interno e refletindo em todos que lá estão.

Agora você ja sabe por que isto ocorre.

É muito bom saber escolher o lugar para ir. Locais harmônicos são ótimos para nos ajudar energeticamente, pois frequentar espaços adequados também é um aspecto importante para nosso bem-estar.

Como minimizar o mal estar

Ir a locais de energia sobrecarregada devido ao acúmulo de pessoas às vezes é inevitável. Porém, cuidados podem ser tomados para que o mal-estar não seja permanente, por exemplo, não prolongar a permanência. Outra opção é, ao chegar tomar um banho de sal marinho, pois seu poder ionizante carrega para fora esta sobrecarga bioelétrica. Lembrando aqui que o sal é um cristal também.

Tudo que falamos desde a geometria do espaço, nosso campo elétrico e a influência por ele causada está embasado em estudos científicos recentes e que servem para ilustrar e comprovar o que estudos ancestrais como o Feng Shui e a geometria sagrada nos postulavam em termos de observar e cuidar do nosso espaço com atenção para tirarmos o melhor proveito desta relação.

Estes conhecimentos são aplicáveis em análises, como esta de espaços com muita concentração de pessoas.

E qual é a sua opinião sobre o assunto? Você já se sentiu mal em lugares com muita gente?

Deixe seu comentário e se tiver uma pergunta terei prazer em responder.

Beijos e obrigada por estar conosco.

A Cor Do Ano de 2020, o Neo-mint cria sensação. Você sabe tudo que ela significa?

Ao projetar este ambiente eu ainda não sabia do resultado da eleição, mas deu certo esta escolha!
Neo-mint, a cor que une tecnologia e natureza.

Num mundo tão tecnológico, o que a suavidade e calma do Neo-mint, a eleita  cor do ano de 2020, quer nos dizer?

Segundo a equipe de trend hunters da WGSN, Lider mundial em tendências aponta para a cor Neo-mint, como sendo capaz de representar esta ideia futurista com a escalada de novas tecnologias e a natureza.

A cor do ano é como um símbolo repleto de conteúdo cifrado ou secretos, que vão nos trazer uma atmosfera, uma emoção e sentimento, um estado de ser mais representativo para o próximo ano, que esteja representado nas coletas de dados do ano anterior pelas equipes de caçadores de tendências.

Particularmente achei muito empolgante olhar para a tecnologia, o futurismo conciliando-se com natureza. Ela é fonte para nós, seres de carbono (nossa composição básica é o elemento químico carbono) de vida e atividade, fazendo aqui uma boa parceria com os seres de silício, (Componentes tecnológicos, computadores, são composto pelo elemento químico silício), veja como este verde claro traz informações em si mesmo.

Porque o Neo-mint.

Este tom de verde suave do Neo-mint é um aliado quando se necessita de refrescar, reabastecer de energia, renovar, observe como faz sentido em épocas turbulentas como a que vivemos mundialmente.

O Neo-mint funciona tal como olharmos longamente para uma bela pradaria, com a relva fresca pelo orvalho da manhã.

A cor de modo geral, seja qual delas for, em ambientes funciona como se hasteássemos uma bandeira, como um modo de comunicar uma  ideia, um sentimento, uma atmosfera, essa é a mágica da cor!

Com o Neo-mint nosso olhar vai para o futuro, mas não só o futuro da ficção cientifica, mas sim aquele capaz de traduzir a expectativa do novo e colocar a natureza como base.

Tudo isso essa cor transmite e ela foi a eleita por traduzir esta expectativa em buscar talvez melhores soluções para as questões que se apresentam hoje, unindo um futuro que era esperado e o que virá e natureza!

Mundo afora temos vários institutos de pesquisa e tendência, dentre eles a também consagrada Pantone, que atua na área gráfica, moda, interiores, mas se você olhar a cartela de cores do ano dela você verá que há uma correlação entre as cores eleitas pelos outros institutos. A cor do ano pode ser diferente, assim como na cartela de cores de fabricantes de tintas e tecidos, mas todas estão buscando representar estes sentimentos e expectativas da maioria.

Você deve seguir a tendência?

Essa visão geral da tendência para o próximo ano, nos dá uma ideia de quais serão os bloquinhos construtivos das nossas casas para 2020 em termos de cores e lembre-se que há vários conjuntos de cores nas tendências!

Não se prenda a nenhuma, se não gostar dela!

Cor expressa com ênfase, expressa personalidade, fala sem usar palavras. Quando bem combinada se torna uma melodia harmoniosa para os sentidos, levar esses valores para dentro de casa é investir em qualidade de vida! Então lembre-se pode ser a cor do ano mas cores são atemporais pois a tendências elege e coloca em voga mas você pode e deve usar a cor que gostar mesmo fora do conjunto indicado pelas tendências!

Obrigada por estar presente aqui no nosso blog!

Deixe seu comentário ou pergunta que terei prazer em responder.

Maitê Orsi

A Casa é  uma WEB? Conectividade e Casa Saudável, para quem busca viver em alta performance. Você vai se surpreender!

Primeiramente não somos de modo algum seres isolados, ou desconectados, aliás o que nos garantiu sucesso como espécie foi o grande poder de sociabilidade e a vida coletiva objetivando o resultado do grupo. Então a espécie humana chegou ate aqui graças a capacidade de interação e empatia.

Esta é a parte ou interface que nos torna mais humanos e que nos diferencia de outras espécie, inclusive da máquina.

Mas estar conectado a que e que tipo de Web é esta? Eis a questão.

Em primeiro lugar a conexão começa ou deveria começar em nos mesmos, temos que em um olhar interno nos conhecer ou procurar reconhecer o que nos move, em segundo lugar olhar para o que consumimos e buscar qualidade nos alimentos de verdade pois eles são os tijolinhos em razão dos nutrientes que carregam e que reconstroem nossas células. 

A atividade física que praticamos, o que comemos, como respiramos e como está a qualidade do ar, em resumo, tudo que pensamos e o que nos conecta ao nosso ambiente, analisando todo o conjunto que se interconecta em nos e conosco.

Aqui precisamos falar de todos os fatores externos, nosso ambiente, como as influencias chegam até nós e como nos modificam, entra em cena a Casa Saudável.

Então nosso foco direto neste artigo é a conexão entre nós e o nosso ambiente ou como habitamos nossos espaços e qual a taxa de sincronização aplicada, no movimento continuo de fazer o ambiente e depois o ambiente nos fazer.

Qual é a qualidade da sua conexão com seu ambiente?

Fala-se tanto em mundo conectado, Wi-Fi e 5G, roteadores,  repetidores de sinal, enfim tudo que pode nos aproximar de uma melhor e mais qualificada conectividade  no mundo digital.

Há um estreito paralelo em relação ao que conhecemos e como funciona o mundo digital e como isto pode nos ajudar a compreender nossa relação ou conectividade com nossos ambientes.

Como seriam estas nossas conexões importantes e valiosas com o ambiente para termos mais qualidade de vida e níveis ótimos de saúde?

Digamos que o “sinal” que captamos é energia, mas de que tipo?

A energia do sol, vale ser destacada pois sua luz tem o poder de equilibrar nosso organismo pois além dos nossos olhos e glândulas que tem o poder de captar a luz, temos também células captoras de luz, especialmente na palma das mãos e sola dos pés, são as chamadas lâminas lúcidas que são como as placas fotovoltaicas que captam a luz solar e transformam-na em energia para acender lâmpadas.

Veja que somente neste pequeno detalhe da nossa fisiologia visualizamos a importância de nos expormos a luz e estarmos harmonizados com a natureza, pois se temos captores, então eles cumprem uma função importante no nosso organismo.Por outro lado podemos estar saturados de energia eletromagnética do WI-Fi, ou Wireless-Fidelity que é uma tecnologia de comunicação sem uso de fios e cabos e sim pela transmissão de ondas. Vimos no artigo Casa Saudável [parte 3], Geopatia e eletromagnetismo, que a energia pode ser deletéria ou negativa para nosso organismo e também a importância da luz em Casa Saudável [parte 7] Iluminação e sua interferência em nosso ciclo circadiano.

Como seres vivo, somos sensíveis ao conjunto de informações ou inputs que vem do ambiente.

A Web das plantas, você sabia que ela existe?

Sim, as árvores e seres vegetais nas florestas são todos  interligados a uma WEB, chamada de micorriza, ou uma rede de fungos no solo, que faz uma “manutenção” nas necessidades de cada ente vegetal, dando a eles uma atividade própria e uma linguagem particular.

Há uma rica troca de informação que garante a preservação e continuidade daquele sistema.

Temos na Biofilia uma ótima compreensão para esta interação pois ela descreve a necessidade de conexão entre espécies, aqui vale lembrar que há uma variedade infinita, se olharmos os biomas que são as grandes comunidades de espécies, sua adaptação e estabilidade em determinado local. Veremos que há uma cadeia de interdependência e não só por este exemplo, podemos ainda citar a microbiota, que pertence ao universo dos micro-organismos e que são fundamentais para a manutenção da vida, inclusive da nossa.

E é com essa conexão  ou a nossa parte na natureza, que este é um capitulo que vale muito ser observado a fundo porque somos parte integrante deste conjunto chamado natureza e nos nutrimos dela em muitos níveis, não só no nível alimentar, mas na nossa interação com o solo (grounding) onde literalmente trocamos partículas subatômicas e nos aterramos, tornando nosso organismo eletricamente estável, quando vemos paisagens com muito verde captamos sua energia de vida e estabilidade, dentre tantas outras interações.

“Penso, logo existo”, mas o que devo fazer para existir com mais qualidade?

Vale lembrar que por sermos uma espécie bem definida pelo “Penso, logo existo” a célebre frase de René Descartes no discurso sobre o método, temos logo uma reação de superioridade e distanciamento, pois nos colocamos em uma situação acima do mundo natural.

Vamos pensar nesta idéia de existência, colocamos que muitas vezes nos sentimos dissociados da natureza, aquela que nos da base para um veículo material, biológico e vivo: o nosso corpo, que nos sustenta com base nos alimentos, através dos minerais, pois se não fosse por eles não estaríamos aqui, porque são deles que as plantas e animais se nutrem e nos nutrimos deles, usamos-los para nossa manutenção diária e constante para a renovação celular.

Vamos fazer uma rememoração?

Por isso nos artigos da Casa Saudável [parte 2], iniciei com Biofilia, pela necessidade que temos de nos reencontrar com nossas raizes naturais, sobretudo pela delicadeza do equilíbrio físico do nosso corpo.

Veja que a abordagem foi em primeiro lugar, do nosso pertencimento ao meio natural, depois do reconhecimento de como espécie biológica temos que cuidar do nosso meio, pois há substâncias nocivas ao nosso funcionamento, em Casa Saudável [parte 2]. E em modos de habitar não coerentes com a idéia de níveis ótimos de saúde e bem-estar. Indo além, falei de como situarmos os móveis em locais mais seguros e propícios, Casa Saudável [parte 3] Geopatia e eletromagnetismo.

A importância de conhecer algo que veio de milênios atrás e continua vigente, como é o caso do Feng-Shui e Geometria Sagrada, em Casa Saudável, [parte 4] e Casa Saudável [parte 5] para que possamos ver além da aparência e poder realmente dar conteúdo as ações de mudança no ambiente para de fato elevar seus níveis de conforto, adaptabilidade e melhorar os resultados deles em nós mesmos, pois este é o objetivo.

A importância de reconhecermos o poder da cor sobre nós e como a percebemos, está detalhado no Casa Saudável [parte 6], pois podemos tirar proveito da comunicação direta que ela estabelece com as nossas emoções.

E no Casa Saudável [parte 7] Iluminação, falei sobre o risco que é não saber lidar com a temperatura de cor da luz para nossa saúde e bem-estar.

Finalmente no Casa Saudável [parte 8], falei sobre o som e de como ele interfere no nosso dia e de como tirar partido positivo desta interferência.

Há neste roteiro de Casa Saudável em 8 partes, como acessar níveis melhores de saúde , conforto e sobretudo poder obter o que há de melhor com os seus ambientes.


As 8 partes da série Casa Saudável  dão uma boa idéia de como viver com qualidade, porém há muito mais

Este conhecimento é fruto de muita pesquisa e estudo, interação com projetos na prática e que você está recebendo de forma prática e fácil, por isto fico feliz!

Neste momento reflito sobre a importância de um bom projeto e de como ele pode ser um ótimo aliado para melhores condições de habitar, além destas 8 partes que foram abordadas temos um universo de conceitos, informações e relacionamento de idéias que são abordadas no projeto.

Ao reformar ou construir, você deve fazer a opção também, buscando um trabalho de excelência em projeto e materialização ou construção e ainda indo muito além, pois é necessário levarmos em conta o seu universo e toda a vinculação entre você e seu ambiente, respeitando e valorizando esta interação.

Em outra ocasião vou explorar este tema muito mais profundamente pois ele merece dada a sua riqueza e profundidade e também pelos benefícios que proporciona.

Espero compartilhar e despertar o olhar amoroso para o ambiente que habitamos, em você pois ele faz partes de nossa jornada e deve ser parceiro para nos ajudar a evoluir e sermos mais felizes e saudáveis.

Quero agradecer sua presença por aqui e deixar o espaço para suas perguntas e comentários.

Estou muito grata por poder passar estes conhecimentos e difundir idéias boas e que possam contribuir para uma rotina melhor para todos e tornar sua casa ou ambiente de trabalho em um ambiente mais saudável!

Beijos

Maite Orsi

https://www.alldesignrp.com.br/contato-localizacao




Casa saudável – [Parte 7] – Iluminação 3 dicas incríveis e uma de bônus para você usar a iluminação artificial e ter mais saúde e bem-estar

Neste loft, há varias possibilidades de cenários de luz., um para cada espaço ou função.

A luz!

Tão importante que está em todos os textos sagrados, como na Bíblia, em Gênesis: Fiat Lux!

Em latim: Faça-se a luz

Observe que quando se fez a luz, toda a criação se mostrou, tornou-se visível.

Nós estamos dentro deste contexto, enxergamos pois há luz, se o universo fosse escuro nada seria visível, não poderíamos apreciar este dom de ver um lindo céu azul, uma flor colorida, a face de quem amamos.

Vemos as cores porque há iluminação, leia o artigo Casa Saudável parte 6 que fala sobre Cores para saber mais e complementar o conhecimento.

A verdade por trás de tudo isso é que somos regidos, calibrados, regulados pela luz natural ou o ciclo de dia e noite, luminosidade e ausência dela, para funções muito nobres de nosso corpo e mente  se desempenharem da melhor maneira. O meu interesse neste campo sempre foi muito grande pois se a luz é capaz de nos equilibrar temos que saber usá-la.

Fiz meu trabalho de conclusão de pós-graduação como base neste tema pois sempre vi a relevância dele e a pouca menção e dimensão que é dada pelo que já está publicado.

Você e o ciclo circadiano, vamos tornar isso simples

O amanhecer e o entardecer são marcadores para o nosso ciclo circadiano.

Ao amanhecer, a luz solar vem descortinando a noite com a sua luz, neste momento do amanhecer somos chamados a despertar mesmo com os olhos fechados e em sono profundo. A percepção da luz pelo nosso corpo vai muito além da visão, temos receptores de luz ou células com receptores foto-sensitivos, que quando atingidos pelo impulso das ondas luminosas, sofrem modificações energéticas que são passadas imediatamente pelos nervos e endereçadas ao cérebro.

Com este sinal luminoso que chegou ao cérebro há a instantânea liberação de cortisol que é o hormônio da atividade e o consequente o cortisol cria o bloqueio da melatonina que e o hormônio do sono e que nos acompanhou nos ciclos do sono.

Neste curto lapso de tempo, já vimos que a luz atua de modo muito pontual em nosso ser e em como nos funcionamos atrelados a ela, somos o relógio biológico e ela é quem nos mantem funcionando pontualmente.

Os dois hormônios que falei, melatonina e cortisol em funcionamento dependente da luz, nos ciclos diurno e noturno, temos a calibração de todos os hormônios ou do que chamamos eixo hormonal, pois as informações ocorrem entre eles e assim interagem.

Sabendo disto, não vamos mais achar que dormir bem pode ser um luxo, é sim algo de primeira necessidade.

Só para pontuarmos melhor, os hormônios são substâncias produzidas por glândulas endócrinas e também pelos neurônios e que controlam o funcionamento do corpo de modo especifico pois cada um tem uma função, até o momento conhecemos 68 hormônios diferentes.

E também o famoso Ciclo ou ritmo circadiano, que vem do latim: Circa que significa cerca de e diem, dia, que é o período de 24 horas que calibra o ciclo biológico de quase todos os seres vivos aqui no planeta, cuja influencia principal é a luz.

Tudo funcionava normalmente até surgir a iluminação artificial

Em 1879, Thomas Alva Edison inventou a lâmpada incandescente, aquela do filamento de tungstênio, e aposentou a lamparina a óleo, isso há 140 anos atrás, de lá para cá muita coisa mudou, hoje estamos na época do uso da iluminação LED ou Diodo Emissor de Luz.

Com o surgimento da lâmpada elétrica, o anoitecer passou a não ser tão marcante como indicativo de período de inicio de repouso. Quando escurece, nós  já vamos correndo acender a luz! O controle esta no interruptor e nosso dedinho o acionando!

O prolongamento do período do dia se sobrepondo ao da noite, passou a interferir no equilíbrio hormonal que era tão equilibrado naturalmente, pois surgiu a lâmpada elétrica iluminando com mais potencia e consistência do que a lamparina.

Temos muitas coisas para colocar nesta equação, como cor e intensidade da luz, a importância do sono como repouso essencial onde organizamos todo nosso funcionamento, nos níveis físico e mental.

Para entendermos melhor como a luz esta intimamente ligada a nosso ritmo circadiano, vamos ver detalhes a seguir:

A primeira delas é  a divisão entre dia e noite, claro e escuro, depois é a cor da luz.

Vamos falar sobre graus Kelvin e tudo que eles tem com isso e também sobre a tela dos nossos celulares, IPad, notebooks e computadores que emitem luz azul.

Veja que não e à toa que atualmente quase 70% dos adultos reclamam de algum tipo de dificuldade relacionada ao sono, pois o período da noite ficou mais iluminado e isso interfere muito nos ritmos do corpo.

Nos últimos 8 anos o consumo de remédios para dormir aumentou 560% no Brasil.

Isso é muito significativo e negativo como indicador de qualidade de vida, bem-estar e saúde.

Estes números impressionam, mas muito o que vamos falar nos próximos parágrafos pode auxiliar e muito para você se restabelecer com equilíbrio e voltar a ter sono de qualidade, assim como o período de vigília ou estar acordado também muito mais disposto.

Leia também nesta serie Casa Saudável, a  [parte 2] que fala sobre biofilia e como estamos relacionados com a natureza, e tudo fica relacionado pois isso que estamos abordando agora sobre a luz está também intimamente ligado a natureza e seus ciclos que calibram a nossa  biologia.

O que são Graus Kelvin ou temperatura de cor da luz

Cor da luz neste caso não é o mesmo que luz colorida, aquela obtida por sistemas RGB ( que e abreviatura de Red, Green, Blue (vermelho, verde e azul)) e com a combinação das três cores de luz é possível criar infinitas cores) e sim o tipo de tonalidade da luz branca emitida por uma lâmpada.

Vamos a um pouco de ciência:

A temperatura Kelvin é baseada em escala comparativa da luz com o corpo radiador negro que quando aquecido, emitirá algumas cores luminosas que são usadas como classificação de tonalidades de luz medidas em graus Kelvin.

Vamos pegar o exemplo prático de uma peça de ferro que quando aquecida será o corpo radiador, quando ele atingir 800 graus Kelvin, estará emitindo cor vermelha, ao subir a temperatura passará pela cor amarela, ou 3.000k, e branco azulada em 5.000K e esta cor será mais clara a medida que a temperatura aumentar, até que o metal atinja o seu ponto de fusão. Então a escala Kelvin baseia-se por similaridade no comportamento do ferro aquecido (corpo radiador negro) e segundo a lei de Planck, que descreve a densidade espectral da radiação eletromagnética, para medir a temperatura de cor dualizar. A experiencia demonstra que conforme subimos a temperatura, o ponto espectral se desloca para comprimentos de onda mais curtos e mais branco-azulados.

Uma unidade Kelvin, para ter uma ideia de valor é igual ao zero absoluto ou 273 graus Celsius negativos.

Uma forma prática para imaginarmos o experimento do aquecimento do corpo radiador negro é a colocação de uma barra de ferro em uma forja e ver como a cor emitida pelo metal se transforma conforme a temperatura aumenta.

As lâmpadas e a temperatura de cor

As lâmpadas aumentaram o período do dia para o nosso corpo, ou diminuíram o período da noite, por isto é tão importante saber como usar -las.

Podemos ter lâmpadas:

  • Branco Quente que terão entre 2.700 a 3.500 K, comparável a cor da luz da lâmpada de filamento.
  • Branco Neutro que terão entre 4.000 a 4.500 K,
  • Branco Luz do dia de 5.000 a 6.000K esta denominação de Luz do Dia vem do fato de tipicamente ser a cor da luz do sol ao meio dia em muitas partes do globo.
  • E finalmente o Branco Frio que terão entre 6.000 a 7.000 K.

Observe que quanto maior a temperatura em graus Kelvin, mais azulada será a luz.

Somente para compreender a relação existente entre cor da luz artificial e da luz natural:

  • Manhã ao alvorecer: 10.000 Kelvin
  • Manhã: 3.000 a 4.000 K
  • Meio dia: 5.000 K, lâmpadas de 6.000k são muito utilizadas por empresas que trabalham com tarefas de alta concentração e atenção, assim como para trabalhos noturnos pois esta tonalidade espectral nos coloca mais despertos, veja anteriormente “Luz do Dia”.
  • Sol da Tarde: 3.000 a 4.000 K
  • Pôr do sol : 2.000 a 2.500 K. Quando o sol esta no horizonte, as tonalidades são avermelhadas.

Como escolher a lampada certa

Quando escolhemos lâmpadas para casa devemos pensar sobre a cor da luz em Kelvin, pois à noite devemos estar expostos as temperaturas branco quente ou próximas da cor de luz do por do sol, que seriam as lâmpadas de 2.600 K. Assim estaremos cuidando melhor do nosso equilíbrio e nosso sono com a garantia de não atrapalhar a secreção de melatonina.

Lembrando que no período da noite estímulos luminosos semelhantes aos do por do sol ou 2.600 K, serão muito melhor para nosso sistema de calibração via percepção da luz do que algo que simule o sol do meio dia ou 6.000 K, por exemplo. E que durante uma exposição prolongada somente ao comprimento de ondas azuladas, pois estamos muitas horas do dia defronte ao computador, celular, lâmpadas inapropriadas que nos deixarão fatigados, adoentados, pois lembre-se temos que ter equilíbrio  no tipo de espectro de luz que recebemos, via retina e via pele.

A nossa estrela, o sol nos oferece luz de espectro total, isso quer dizer que na luz branca que chega até nos há todos os comprimentos de onda e isso nos nutre porque somos calibrados pela luz.

Mas vamos colocar a mão na massa:

Aqui vai a dica 1-Luz X melatonina – que considero muito preciosa:  ao iniciar a preparação para dormir, apague a luz de teto e acenda um abatjour com uma lâmpada fraca, incandescente de cor vermelha, pois esta é a luz que menos interfere na produção de melatonina, hormônio indispensável para um bom sono.

Dica 2À Noite evite luz azul -Hoje tem disponível  no mercado, os óculos de lentes vermelhas, chamados True Dark, pois eles bloqueiam as frequências azuladas, presentes na tela dos celulares aos computadores, que devem ser evitadas nos preparativos pré sono. As frequências azuladas são ótimas para o período da manhã mas nunca para a noite.

Dica 3Desligue seus aparelhos como celular, a TV  e  tudo que possuir Led de stand by, na hora de dormir, pois com certeza a emissão destas frequências luminosas de LED’s e telas não ajudarão o seu sono.

Leia também o artigo desta mesma série Casa Saudável [parte 3] Geopatias e eletromagnetismo para saber mais. LINK

Dica Bônus: – Na interrupção do sono – Quando acordar à noite para ir ao banheiro deve-se optar pela penumbra, quanto menos luz, melhor ou não acender nenhuma luz  pois as chances de isso atrapalhar seu sono, via bloqueio da melatonina são muitas.

Ao projetarmos residências em nosso escritório, Eduardo e eu estamos sempre ligados aos conceitos de saúde da casa pois sabemos o quanto isso tem valor para a qualidade de vida do cliente. Como vimos a  iluminação não é um item acessório mas tem fundamental importância e reflexos profundos na sua saúde e bem estar.

Casa Saudável – Iluminação, repleto de explicações e dicas de como você pode zelar pelo sono de qualidade e descanso, para ter saúde ótima e bem-estar, aproveite e compartilhe!

Na nossa próxima e ultima parte falarei sobre o som e tudo que ele pode agregar em qualidade para o nossa existência em que buscamos níveis ótimos de saúde com bem estar e harmonia.

Quero agradecer sua presença por aqui e deixar o espaço para suas perguntas e comentários.

Estou muito feliz e grata por poder passar estes conhecimentos e difundir ideias boas e que possam contribuir para uma rotina melhor para todos e tornar sua casa um ambiente mais saudável para você e sua família.

Não perca!

Beijos

Maitê Orsi

http://www.alldesignrp.com.br/blog/contato/

Casa saudável [Parte 5] Sabia que a Geometria Sagrada pode estar em todos os ambientes?

A história da geometria sagrada começa nas formas da criação, quando o uno e não manifesto torna-se manifestado na matéria, nas proporções da sequência Fibonacci ou proporção áurea.

Todos construídos através da linguagem geométrica, contidos em cada coisa do mundo material, desde a intimidade do mundo subatômico onde cada átomo ou molécula cada célula viva, cada estrutura da natureza, contém sua forma descrita geometricamente em proporções harmoniosas.

Novamente na série Casa Saudável, estamos falando em conhecimentos ancestrais, como por exemplo, o Feng-Shui. Porém falamos sempre em aplicações muito atuais e com comprovações científicas. Vamos então decifrar a geometria e o porquê de ela se chama sagrada!

Passada geral pela matemática para compreender melhor

Para nos situarmos nesta área da matemática, temos na geometria subdivisões, tais como a geometria plana, a analítica e a espacial.

A classificação da geometria pode ser de: geometria euclidiana ou plana, que segue os axiomas ou verdades de Euclides e a não euclidiana, que não segue os axiomas Euclidianos e onde estariam a geometria elíptica, hiperbólica e a fractal, apresentada por Gauss e Riemann.

Euclides foi um eminente matemático grego, considerado pai da geometria, por isso uma de suas partes chamamos de geometria euclidiana.

Vamos passar por nomes como Archimedes, Tales de Mileto, Descartes, chegar até Platão, que nos trouxe uma análise muito importante para compreensão da geometria sagrada. “Os números governam o mundo” Esta frase é de Platão, este filósofo e matemático grego, que em sua escola de mistérios nos trouxe o conhecimentos dos poliedros (ou figuras geométricas)  denominados sólidos platônicos (5 poliedros, denominados por Tetraedro ou figura de quatro lados, Cubo ou figura de seis lados, Octaedro ou figura de 8 lados, Dodecaedro 12 lados e Icosaedro, 20 lados)

Estes são os sólidos platônicos.
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CASA SAUDÁVEL – [PARTE 4] O que o Feng Shui pode fazer pela sua saúde e bem estar?

Na parte 1 da serie de artigos Casa saudável fizemos um resumão geral dos itens mais importantes desta serie, na parte 2 vimos em mais detalhes a biofilia e substâncias tóxicas voláteis ou COV’s que podem nos fazer mal a saúde e de como evitar isso. Na parte 3, demos uma visão geral sobre geopatia e eletromagnetismo e quais os impactos deles sobre nossa saúde.

Esta figura octagonal é o Ba-Gua e serve para fazer um diagnóstico de cada cômodo ou do imóvel todo, ele faz parte das ‘ferramentas” da escola da FORMA.

Hoje o nosso assunto será o Feng Shui e a casa saudável, que nos incrementa em saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Este conhecimento milenar, de aproximadamente 4.000anos atrás, nos traz uma visão de quanto devemos agir com a nossa casa, conforme observamos a natureza e agimos em harmonia com ela, temos a devolução de mais harmonia e qualidade por parte dela. Ele é mais conhecido por duas escolas de conhecimento, a da Forma que leva em conta mais a forma do imóvel e a da Bússola, que considera direções cardeais e a astrologia chinesa.

Uma palavra que vem da acústica vai nos dar uma ótima ideia de como funcionam essas regras que o Feng shui nos oferece para lidar com nosso ambiente, que é  a Ressonância.

Ressonância, aliás é  uma palavra usada também na física quântica pois está coligada aos fenômenos de vibração ou energia, ressonar é um fenômeno da natureza para todos os tipos de vibração mecânica, eletromagnética ou quântica.

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